A indicação da Frente Nacional dos Petroleiros foi de rejeição por ser uma proposta discriminatória, rebaixada e que ataca a AMS. A direção de São José dos Campos deu ênfase também à AMS, pois ela retira direitos dos futuros trabalhadores, os nossos filhos que virão a trabalhar na empresa.
A Categoria entendeu o significado dessa cláusula e, por 206 votos contra, e 193 votos a favor, a proposta foi rejeitada na REVAP. As votações se deram em sete etapas, com trabalhadores dos cinco grupos de turno, do horário administrativo e na sede do Sindicato, onde a maioria dos participantes foi de aposentados, apesar de também haver trabalhadores da ativa.
A participação da categoria não foi maior porque falta consciência política de parte dos trabalhadores em decidir seus destinos quando em época de Acordo Coletivos de Trabalho.
A direção do Sindicato viu-se na obrigação de alertar os trabalhadores com relação aos significados das letras que compõem o texto da carta de compromisso que integraria o ACT se fosse aprovada.
Quanto à parte econômica, o entendimento é claro: é uma proposta rebaixada, muito aquém das outras categorias de empresas que não têm nem a metade do patrimônio que a Petrobrás tem e nem adquiriram sócios ou investidores como a Petrobrás adquiriu.
Quanto a cláusulas sociais, as de inclusão de pais, auxílio-ensino superior e outras, como revisão do PCAC, aumento real, isonomia etc., caberia sim a empresa, em respeito aos seus trabalhadores passados e presentes, discutir e atender minimamente.
As pérolas da empresa consistiram primeiramente em três pontos: incluir uma exceção na cláusula 29 do acordo coletivo 2009, sem discutir em mesa, que retira direitos dos trabalhadores. Depois de questionada, a empresa retirou e disse ser engano do jurídico.
Quanto a PLR, a multinacional coloca uma cláusula em que menciona a possibilidade de pagar nos mesmos moldes do ano anterior, deixando brechas para indução a erros e polêmica quanto ao assunto. Felizmente, ao ser questionada, a empresa recuou e retirou a cláusula para discussão em tempo oportuno.
A última pérola ressaltada nesse texto é quanto a AMS.
“Permanência na AMS:
Aos admitidos a partir de 01/01/2010, para que seja garantido o direito a AMS após aposentadoria, o empregado deverá contar no mínimo de dez anos de vinculação ao programa de Assistência Multidisciplinar de Saúde e requerer sua aposentadoria através do convênio Petrobras/INSS.”
Primeiramente, entendemos que assistência médica faz parte do contrato de trabalho e não de acordo coletivo, pois é direito individual. Sabemos que a Petrobras, devido à complexidade operacional e os produtos químicos que manuseia e o stress que imprime aos seus trabalhadores, mata e lesiona muitos trabalhadores durante a sua vida laboral, muitos nos primeiros anos de atividade.
Diante dessa realidade, preocupando-se exclusivamente com os trabalhadores atuais e futuros e não com reeleições, a direção do SINDIPETRO DE SÃO JOSE DOS CAMPOS indicou e ressaltou as manobras usadas pela empresa para primeiramente incluir em ACT matéria sobre assistência médica que, no nosso entendimento, não cabe. Como conseqüência, levando ao Judiciário e provocando risco a mais esse nosso direito.
Com a cláusula acima perguntamos e gostaríamos da resposta por escrito da empresa, tendo em vista que, na mesa de negociação, a empresa não quis responder.
1- Se o empregado for obrigado a se aposentar por invalidez um dia antes dos dez anos, por alguma lesão no trabalho, ou alguma lesão na hora de lazer ou na sua folga se este e seus familiares terão direito a assistência médica.
2- Dias antes de completar os 10 anos e em caso de falecimento do empregado em serviço ou em folga, terá seus dependentes direito a Assistência Médica Suplementar.
O compromisso dos Sindicatos tem que ser com a categoria.
A diretoria
São José dos Campos
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
A LUTA CONTINUA
A campanha salarial 2009/2010 acabou. A quarta proposta da companhia foi aprovada nas assembléias de base contrariando o indicativo das direções da FNP e do Sindipetro-RJ de rejeição. Para nós do Sindipetro-RJ fica o repúdio ao tratamento dado pela companhia - através do RH e da FUP - aos aposentados e pensionistas. Estamos com o mesmo sentimento que tínhamos a cada ano depois de 1996, quando fomos a vanguarda na luta pela equiparação dos novos, que não tinham férias, periculosidade, Petros, anuenio etc. A FUP chegou a escrever em um Primeira Mão que os novos já estariam equiparados. Finalmente, em 2007, conseguimos a equiparação dos novos através da RMNR. Equiparamos os novos, mas a RMNR trouxe insatisfação a todos: novos antigos e aposentados. A direção do Sindipetro-RJ indicou contra a RMNR, mas as assembléias de base votaram pela aceitação. Apesar da RMNR, os novos tiveram seus direitos equiparados. Se com os novos a FUP dizia que estava tudo resolvido, com os aposentados eles se calam nos boletins, mas agem, indicando a aprovação de propostas discriminatórias, que ferem frontalmente o direito dos aposentados de receberem até 90% do que receberiam se estivessem na ativa. Há 14 anos a história se repete, começou com FHC e continua no governo Lula. Não satisfeito em discriminar os aposentados, o RH e a FUP querem destruir qualquer tentativa de resistência abrindo a repactuação; agem ao arrepio da lei que garante também o direito da desrepactuação. Mas, para quem escreveu em documentos oficiais do RH e falou em vários auditórios da companhia que só implementaria a repactuação com 95% de adesão, negar o direito da desrepactuação é bobagem. Precisamos organizar a resistência principalmente mantendo nosso repúdio a repactuação e fazendo a constatação de que nenhum repactuado está feliz ou tranqüilo. Eles foram enganados, assediados e iludidos com os 15 mil reais ou três salários, o que fosse maior. Nossa luta na justiça continua. Inclusive conseguimos através de liminar derrubar por algum tempo a repactuação, mas o mérito da ação não foi julgado. Vamos unir a categoria dentro dos sindicatos e com ajuda das associações que têm sido fundamentais em várias lutas, seja na campanha salarial, ou na própria eleição para a Petros. Em duas edições elegemos todos os nossos candidatos. A FUP, agora, disputou a eleição da Ambep e foi fragorosamente derrotada pela chapa apoiada pelas associações e pela FNP. Respeitamos a decisão da base em aprovar a quarta proposta da companhia, mas queremos deixar claro que as clausulas sociais valem por dois anos por indicação da FUP. Nesse período não podemos botar nossos pais na AMS; estender a AMS para os companheiros da Transpetro na aposentadoria; os companheiros oriundos da Interbrás e Petromisa, que no ato da admissão pela Petrobrás eram aposentados, para terem direito à AMS vão ter que se aposentar ate 30/05/10. E aprovamos nesse acordo que os novos petroleiros pós 2010 terão uma carência de 10 anos para ter direito a AMS. Não anistiamos todos os nossos companheiros da Petrobrás, Interbrás, Petromisa, Nitriflex e Petroflex. A FUP diz que o fundamental para indicar a aceitação da proposta foi o cancelamento das punições. Temos companheiros da base dos seis sindicatos da FNP que tiveram desconto de greve nos dia 15 e 16 de outubro, da greve de 3 de dezembro e os companheiros da Replan da base da FUP fizeram em abril de 2009 uma greve de uma semana, que abriu a perspectiva à campanha vitoriosa da PLR em maio. Todos esses dias dos grevistas foram descontados, refletindo descontos no salário em férias, 13º vai para a ficha do funcionário. A FUP defende e escreve que isso não é punição!
O companheiro petroleiro Mutt na assembléia dos aposentados disse uma frase de origem chinesa que reflete o nosso sentimento no fechamento de nossa campanha: “se cairmos seis vezes temos que nos levantar sete vezes”.
A luta continua!
Rio, 11/12/2008.
Sindipetro-RJ
O companheiro petroleiro Mutt na assembléia dos aposentados disse uma frase de origem chinesa que reflete o nosso sentimento no fechamento de nossa campanha: “se cairmos seis vezes temos que nos levantar sete vezes”.
A luta continua!
Rio, 11/12/2008.
Sindipetro-RJ
Acordo Assinado, pagamento será 18/12
A Petrobrás é a maior companhia estatal do Brasil e, em valor de marcado, está na 3ª posição em toda a América Latina . E o que é a Petrobrás? É quem ali deixa seu suor, cria seus filhos, aprende e ensina, alimenta sua família! Devemos então agir de acordo com a importância que temos no mundo.
Sendo a Petrobrás uma companhia tão grande e importante mundialmente, sua interferência nas sociedades tem a mesma proporção. É também grande a retirada de matéria-prima, a polição do ar, terrestre ou marítima, as consequências nas comunidades próximas às suas unidades etc. Tendo isso em mente, a função dos trabalhadores da companhia também deve ser grande.
Destes, existem três tipos. O empregado, o petroleiro e o trabalhador. O empregado é aquele que bate seu cartão sempre no horário correto; faz o seu serviço exatamente como lhe é mandado, não acrescentando algo que poderia melhorar o resultado; fura as greves por medo do patrão; não propões ideias ou novos projetos; e não tem qualquer comprometimento com a empresa. Ou seja, só pensa em seus direitos.
O trabalhador é o cara que tem consciência de seus direitos mas também de seus deveres. Faz o que deve ser feito e ajuda à quem precisa; está sempre nas lutas por melhorias nas condições de trabalhos; sabe exatamente como a lei trata o trabalhador e faz questão que se façam valer.
O PETROLEIRO tem tudo que um trabalhador tem e muito mais. O petroleiro sabe que a Petrobrás é do povo brasileiro e sabe que ele próprio está inserido neste contexto nacional; sabe que suas obrigações são, antes de mais nada, com o país e seu povo; conhece seus direitos e deveres, fazendo valer cada uma das leis trabalhistas; luta pela soberania do Brasil, com controle total de seus recursos energéticos; contribui com ideias e sugestões na intenção de melhorar a companhia e a vida do povo brasileiro. Ou seja, tem compreensão de bem comum, de cidadania.
Assim, o Sindipetro-LP promete grandes mudanças, conscientizando todos do Sistema Petrobrás sobre o verdadeiro petroleiro. Estamos preparando reportagens especiais sobre direitos humanos e trabalhistas, meio ambiente, em detrimento da realização da conferência COP-15, e cidadania. A partir da próxima semana passaremos a publicar estas reportagens em nosso site. Acompanhe!
LP e Sindipetro da FNP assinam ACT com Petrobrás e Transpetro
No início da tarde de hoje, o Sindipetro-LP, junto com os Sindipetros RJ, AL/SE, PA/AM/MA/AP e Rio Grande do Sul, assinaram o Acordo Coletivo de Trabalho que regirá as condições trabalhistas sociais e econômicas dos petroleiros nos próximos dois anos. O Sindipetro-SJC rejeitou o ACT, portanto não participou da assinatura.
Estavam presentes o diretores do LP Wilson e Parrela. O Presidente da Transpetro, Sérgio Machado, participou da assinatura; representando a Petrobrás estava o gerente de relações trabalhistas e sindicais, Jorge Cândido.
Já que o Acordo foi assinado hoje, o pagamento será feito no dia 18 de dezembro.
Sindipetro Litoral Paulista
Sendo a Petrobrás uma companhia tão grande e importante mundialmente, sua interferência nas sociedades tem a mesma proporção. É também grande a retirada de matéria-prima, a polição do ar, terrestre ou marítima, as consequências nas comunidades próximas às suas unidades etc. Tendo isso em mente, a função dos trabalhadores da companhia também deve ser grande.
Destes, existem três tipos. O empregado, o petroleiro e o trabalhador. O empregado é aquele que bate seu cartão sempre no horário correto; faz o seu serviço exatamente como lhe é mandado, não acrescentando algo que poderia melhorar o resultado; fura as greves por medo do patrão; não propões ideias ou novos projetos; e não tem qualquer comprometimento com a empresa. Ou seja, só pensa em seus direitos.
O trabalhador é o cara que tem consciência de seus direitos mas também de seus deveres. Faz o que deve ser feito e ajuda à quem precisa; está sempre nas lutas por melhorias nas condições de trabalhos; sabe exatamente como a lei trata o trabalhador e faz questão que se façam valer.
O PETROLEIRO tem tudo que um trabalhador tem e muito mais. O petroleiro sabe que a Petrobrás é do povo brasileiro e sabe que ele próprio está inserido neste contexto nacional; sabe que suas obrigações são, antes de mais nada, com o país e seu povo; conhece seus direitos e deveres, fazendo valer cada uma das leis trabalhistas; luta pela soberania do Brasil, com controle total de seus recursos energéticos; contribui com ideias e sugestões na intenção de melhorar a companhia e a vida do povo brasileiro. Ou seja, tem compreensão de bem comum, de cidadania.
Assim, o Sindipetro-LP promete grandes mudanças, conscientizando todos do Sistema Petrobrás sobre o verdadeiro petroleiro. Estamos preparando reportagens especiais sobre direitos humanos e trabalhistas, meio ambiente, em detrimento da realização da conferência COP-15, e cidadania. A partir da próxima semana passaremos a publicar estas reportagens em nosso site. Acompanhe!
LP e Sindipetro da FNP assinam ACT com Petrobrás e Transpetro
No início da tarde de hoje, o Sindipetro-LP, junto com os Sindipetros RJ, AL/SE, PA/AM/MA/AP e Rio Grande do Sul, assinaram o Acordo Coletivo de Trabalho que regirá as condições trabalhistas sociais e econômicas dos petroleiros nos próximos dois anos. O Sindipetro-SJC rejeitou o ACT, portanto não participou da assinatura.
Estavam presentes o diretores do LP Wilson e Parrela. O Presidente da Transpetro, Sérgio Machado, participou da assinatura; representando a Petrobrás estava o gerente de relações trabalhistas e sindicais, Jorge Cândido.
Já que o Acordo foi assinado hoje, o pagamento será feito no dia 18 de dezembro.
Sindipetro Litoral Paulista
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Sindipetro do Litoral Paulista realiza assembleia
Litoral Paulista, 10 de dezembro de 2009
De casa cheia, a Assembleia de votação da 4ª proposta da Acordo Coletivo começou agitada. Estavam presentes muitos petroleiros da ativa e também aposentados. Foram 382 participantes em Santos e 76 em São Sebastião.
A categoria do Sindipetro-LP, com 289 votos contabilizando Santos e São Sebastião, aprovaram o ACT. Foram 162 votos de rejeição e apenas 7 abstenções.
Porém, os petroleiros mostraram que não estão satisfeitos com a 4ª proposta de ACT da Petrobrás, desrespeitosa aos trabalhadores da ativa e discriminatória para os aposentados e pensionistas. Em Santos, surgiu uma nova proposta de votação para mostrar ao RH da companhia o sentimento dos trabalhadores em relação ao Acordo. Dos presentes apenas 3 acham bom o ACT. Portanto, 379 petroleiros afirmam que o ACORDO COLETIVO DE TRABALHO APRESENTADO PELA PETROBRÁS É RUIM!
De casa cheia, a Assembleia de votação da 4ª proposta da Acordo Coletivo começou agitada. Estavam presentes muitos petroleiros da ativa e também aposentados. Foram 382 participantes em Santos e 76 em São Sebastião.
A categoria do Sindipetro-LP, com 289 votos contabilizando Santos e São Sebastião, aprovaram o ACT. Foram 162 votos de rejeição e apenas 7 abstenções.
Porém, os petroleiros mostraram que não estão satisfeitos com a 4ª proposta de ACT da Petrobrás, desrespeitosa aos trabalhadores da ativa e discriminatória para os aposentados e pensionistas. Em Santos, surgiu uma nova proposta de votação para mostrar ao RH da companhia o sentimento dos trabalhadores em relação ao Acordo. Dos presentes apenas 3 acham bom o ACT. Portanto, 379 petroleiros afirmam que o ACORDO COLETIVO DE TRABALHO APRESENTADO PELA PETROBRÁS É RUIM!
Empresa OCEANICA quer cobrar Curso de NR`- 10 dos trabalhadores!
Prezados Senhores
Fomos informado que "A empresa OCEÂNICA que presta serviço a Petrobras na
base de Alagoas vai descontar dos funcionários o curso de NR-10 que custou
cerca de R$ 495,00 reais, ela contratou os funcionários como os mesmos não
tinha o curso de NR-10 ela mandou aguardar em casa, enquanto ela procurava o
curso para os mesmos se qualificarem, no primeiro mês ela pagou certo, mas o
mês de novembro ela pagou só a metade, alegando não ter a obrigação de pagar
o mês inteiro! Se ela tivesse falado para o funcionario venha para ficar
parado mas venha, caso contrario recebera a metade, eles teriam
comparecido!"
Estamos verificando a denuncia e solicitamos que se verifique se esta
empresa tem contrato em outra unidade da Petrobrás e qual o tratamento
dispensado aos trabalhadores.
Agradecemos a contribuição de todos(as)
Sds
Clarckson Nascimento
Diretor do Sindipetro AL/SE
Fomos informado que "A empresa OCEÂNICA que presta serviço a Petrobras na
base de Alagoas vai descontar dos funcionários o curso de NR-10 que custou
cerca de R$ 495,00 reais, ela contratou os funcionários como os mesmos não
tinha o curso de NR-10 ela mandou aguardar em casa, enquanto ela procurava o
curso para os mesmos se qualificarem, no primeiro mês ela pagou certo, mas o
mês de novembro ela pagou só a metade, alegando não ter a obrigação de pagar
o mês inteiro! Se ela tivesse falado para o funcionario venha para ficar
parado mas venha, caso contrario recebera a metade, eles teriam
comparecido!"
Estamos verificando a denuncia e solicitamos que se verifique se esta
empresa tem contrato em outra unidade da Petrobrás e qual o tratamento
dispensado aos trabalhadores.
Agradecemos a contribuição de todos(as)
Sds
Clarckson Nascimento
Diretor do Sindipetro AL/SE
Leninha suspende protesto após 9 dias
Camaradas,
Com muita emoção escrevo para informar que hoje após o grandioso ato que contou com a presença da CTB, CONLUTAS, FORÇA SINDICAL e PSOL, com diversos sindicatos e federações, realizamos um ato vitorioso na sede da Petrobras EDIBA, qu contou com participação de trabalhadores e foi muito aclamado, e que culminou com o enterro simbólico (com direito a caixão) da política do governo LULA, RH da Petrobras, ex-sindicalistas corruptos traidores, etc
Foi um ato muito politizado, com a defesa intransigente da defesa dos princípios de classe, reafirmação do socialismo verdadeiro, e a afirmativa unânime " É a luta que muda a vida!".
Com apelos de todos os lados, suspendi o protesto, já estou em minha casa...vou "apagar" por algumas horas, pois 9 dias dentro de caixão, não dá para relaxar muito.rsrsr
Estou bem, apenas cansada e um pouco debilitada com dores musculares...um bom descanso resolve.
A mais expressiva vitória desse ato de nove dias foi a solidariedade nacional e o avanço significativo da solidariedade e indignação que tomou contra dos colegas aqui da Bahia, de diversas bases, que romperam a barreira do psicoterror e a partir do 3º dia passaram a vir ao caixão dar apoio explícito, fazer críticas a empresa e o sindicato/FUP e chagando ao ápice de criarem comissões para cobrar providencias diretamente na sala dos gerentes.
Saímos anunciando que as centrais vão radicalizar e interditar a pista e promover atos cada vez mais ofensivos para reverter minha demissão ilegal e por fim a criminalização dos movimentos sociais.
Hoje a OAB Federal, Comissão de Direitos Sociais conjuntamente com a de Direitos Humanos, nesse dia simbólico, reunidas vão atuar diretamente no governo para investigação da demissão ilegal com pedido de reintegração.
Obrigada a todos que estão me ajudando, preciso de todos voces. Sem a ajuda de voces, não teria nenhuma condição de impor essa atuação.
Minha filha Lara que ficou sem assistencia médica está em crise que parece ser vesícula. Monitorarei e na confirmação, virarei ceus e terra para que ela possa ser logo incluida na AMS do pai, Onésimo Faria Azeredo, hoje gerente indicado por Mozart. Quem puder adiantar a pressão em cima do Mozart por favor me ajude, ela tem 14 anos e é registrada como Lara Farias de Oliveira Azeredo.
Agora dormirei...estou torcendo por 2000 aposentados na assembléia do RJ, quaro acordar com notícias de sucesso!
Obrigada,
Leninha
Com muita emoção escrevo para informar que hoje após o grandioso ato que contou com a presença da CTB, CONLUTAS, FORÇA SINDICAL e PSOL, com diversos sindicatos e federações, realizamos um ato vitorioso na sede da Petrobras EDIBA, qu contou com participação de trabalhadores e foi muito aclamado, e que culminou com o enterro simbólico (com direito a caixão) da política do governo LULA, RH da Petrobras, ex-sindicalistas corruptos traidores, etc
Foi um ato muito politizado, com a defesa intransigente da defesa dos princípios de classe, reafirmação do socialismo verdadeiro, e a afirmativa unânime " É a luta que muda a vida!".
Com apelos de todos os lados, suspendi o protesto, já estou em minha casa...vou "apagar" por algumas horas, pois 9 dias dentro de caixão, não dá para relaxar muito.rsrsr
Estou bem, apenas cansada e um pouco debilitada com dores musculares...um bom descanso resolve.
A mais expressiva vitória desse ato de nove dias foi a solidariedade nacional e o avanço significativo da solidariedade e indignação que tomou contra dos colegas aqui da Bahia, de diversas bases, que romperam a barreira do psicoterror e a partir do 3º dia passaram a vir ao caixão dar apoio explícito, fazer críticas a empresa e o sindicato/FUP e chagando ao ápice de criarem comissões para cobrar providencias diretamente na sala dos gerentes.
Saímos anunciando que as centrais vão radicalizar e interditar a pista e promover atos cada vez mais ofensivos para reverter minha demissão ilegal e por fim a criminalização dos movimentos sociais.
Hoje a OAB Federal, Comissão de Direitos Sociais conjuntamente com a de Direitos Humanos, nesse dia simbólico, reunidas vão atuar diretamente no governo para investigação da demissão ilegal com pedido de reintegração.
Obrigada a todos que estão me ajudando, preciso de todos voces. Sem a ajuda de voces, não teria nenhuma condição de impor essa atuação.
Minha filha Lara que ficou sem assistencia médica está em crise que parece ser vesícula. Monitorarei e na confirmação, virarei ceus e terra para que ela possa ser logo incluida na AMS do pai, Onésimo Faria Azeredo, hoje gerente indicado por Mozart. Quem puder adiantar a pressão em cima do Mozart por favor me ajude, ela tem 14 anos e é registrada como Lara Farias de Oliveira Azeredo.
Agora dormirei...estou torcendo por 2000 aposentados na assembléia do RJ, quaro acordar com notícias de sucesso!
Obrigada,
Leninha
Manifestação dos Trabalhadores da FAFEN, em Laranjeiras/SE
À DIRETORIA COLEGIADA DO SINDIPETRO AL/SE.
Apesar da rejeição da 4ª contraproposta apresentada pela PETROBRAS, em assembléia realizada no dia 30/11/09, inclusive com indicativo de “GREVE NACIONAL” para o dia 03, condicionada à unificação (todos os 17 sindicatos). Ficou definida uma nova assembléia para o dia 03/12/09, sem faixas nos portões impedindo o acesso. Na oportunidade se esperava o sindicato fazer um balanço da situação nacional e dessa forma, deliberarmos se haveria greve ou não.
No dia 03/12/09, houve a assembléia sem registro das assinaturas no livro de ata. Inicialmente o sindicato admitiu não ter como fazer uma greve nacional só com seis sindicatos e apresentou a proposta da FNP, indicando uma paralisação de 24 horas como repúdio, o que não foi aceito pela maioria da base dos trabalhadores da FAFEN-SE.
E em seu boletim on-line “Editorial” (enviado na parte da tarde do dia 03/12/09), o Sindipetro não apresentou um resumo dos resultados das assembléias realizadas em Sergipe e Alagoas, mas omite as deliberações e resultados de cada base. Porém, informa: “Como nas outras áreas a proposta do Sindicato foi aceita, vamos disputar as assembléias das bases da FUP em busca da rejeição e depois vamos realizar as assembléias em todas as áreas novamente”. Ou seja, o único ponto colocado em apreciação e votado no dia 03/12/09 foi à paralisação de 24 horas, não se votou sobre a contraposta.
Considerando o descontentamento da base da FAFEN na condução da campanha que sinalizava ser unificada, e não está sendo; e que, não havendo avanço em face de desorganização e desunião geral dos trabalhadores, torna-se inviável uma greve sem perspectiva que isolará segmentos da categoria lhes impondo desgastes. Em que pese a insatisfação geral com a proposta de acordo coletivo, o quadro geral aponta para assembléias decisivas.
Dessa forma entendemos que, se for consolidada nas assembléias a aprovação da 4ª contraproposta, por parte dos 11 sindicatos da base da FUP, o SINDIPETROALSE deverá convocar assembléia geral até o dia 10/12/09 para aprovar ou rejeitar a proposta final com vista a assinatura do ACT dia 11/12/09, mediante apresentação de carta à PETROBRAS repudiando a punição aos trabalhadores nos dias 15 e 16 de outubro.
Laranjeiras 7 de dezembro de 2009
Trabalhadores da base da FAFEN
Apesar da rejeição da 4ª contraproposta apresentada pela PETROBRAS, em assembléia realizada no dia 30/11/09, inclusive com indicativo de “GREVE NACIONAL” para o dia 03, condicionada à unificação (todos os 17 sindicatos). Ficou definida uma nova assembléia para o dia 03/12/09, sem faixas nos portões impedindo o acesso. Na oportunidade se esperava o sindicato fazer um balanço da situação nacional e dessa forma, deliberarmos se haveria greve ou não.
No dia 03/12/09, houve a assembléia sem registro das assinaturas no livro de ata. Inicialmente o sindicato admitiu não ter como fazer uma greve nacional só com seis sindicatos e apresentou a proposta da FNP, indicando uma paralisação de 24 horas como repúdio, o que não foi aceito pela maioria da base dos trabalhadores da FAFEN-SE.
E em seu boletim on-line “Editorial” (enviado na parte da tarde do dia 03/12/09), o Sindipetro não apresentou um resumo dos resultados das assembléias realizadas em Sergipe e Alagoas, mas omite as deliberações e resultados de cada base. Porém, informa: “Como nas outras áreas a proposta do Sindicato foi aceita, vamos disputar as assembléias das bases da FUP em busca da rejeição e depois vamos realizar as assembléias em todas as áreas novamente”. Ou seja, o único ponto colocado em apreciação e votado no dia 03/12/09 foi à paralisação de 24 horas, não se votou sobre a contraposta.
Considerando o descontentamento da base da FAFEN na condução da campanha que sinalizava ser unificada, e não está sendo; e que, não havendo avanço em face de desorganização e desunião geral dos trabalhadores, torna-se inviável uma greve sem perspectiva que isolará segmentos da categoria lhes impondo desgastes. Em que pese a insatisfação geral com a proposta de acordo coletivo, o quadro geral aponta para assembléias decisivas.
Dessa forma entendemos que, se for consolidada nas assembléias a aprovação da 4ª contraproposta, por parte dos 11 sindicatos da base da FUP, o SINDIPETROALSE deverá convocar assembléia geral até o dia 10/12/09 para aprovar ou rejeitar a proposta final com vista a assinatura do ACT dia 11/12/09, mediante apresentação de carta à PETROBRAS repudiando a punição aos trabalhadores nos dias 15 e 16 de outubro.
Laranjeiras 7 de dezembro de 2009
Trabalhadores da base da FAFEN
RJ, 09/12/09
Aos Companheiros, Clarkson, Adelino, Epaminondas, P. Brandão e João Carlos.
Companheiros, acho que este ACT está nos deixando desnorteados, talvez por ser o 14º ano de discriminações imposto pela Petrobrás aos Aposentados e não encontramos ainda a saída para acabar com isso.
Não estou entendendo grande parte deste e-mail, ou talvez os companheiros também não tenham entendido o que eu escrevi. Pois, logo no 1º parágrafo do meu correio, eu SOLICITEI a participação nas Assembléias e principalmente nas dos Aposentados, não disse que ouve deliberação por parte da Plenária para participarem de Assembléias......
Propus fazermos o Ato que foi deliberação da Plenária, logo após a Assembléia dos Aposentados do RJ, dia 10/12, por estarmos ainda discutindo o ACT e por achar que poderá ser a última proposta e ainda, aproveitar a possibilidade de termos um bom número de aposentados, mas, também não disse que foi ouve deliberação para este dia.
Como também, não foi deliberado o Ato para o dia 03/12 - 5ª feira (Greve ?), se a Plenária foi nos dias 27 e 28/11 em Natal-RN, na sexta e sábado, portanto não daria tempo para programarmos qualquer Ato e Caravanas de vários Estados dos Sindipetros -PA/SE/RS/SP(LP e SJC) e das Associações para o RJ em três dias ?
Espero que tenho esclarecido aos Companheiros as minhas intenções, e reafirmo que não não entendi também o penúltimo e o último parágrafo, acho que está havendo contradições, mas deixa para lá....
Sds.
Roberto C. Ribeiro
Diretor-Coordenador da Sec. de Aposentados do Sindipetro-RJ.
Membro da Direção da FNP.
Conselheiro Deliberativo da Petros-Eleito.
Aos Companheiros, Clarkson, Adelino, Epaminondas, P. Brandão e João Carlos.
Companheiros, acho que este ACT está nos deixando desnorteados, talvez por ser o 14º ano de discriminações imposto pela Petrobrás aos Aposentados e não encontramos ainda a saída para acabar com isso.
Não estou entendendo grande parte deste e-mail, ou talvez os companheiros também não tenham entendido o que eu escrevi. Pois, logo no 1º parágrafo do meu correio, eu SOLICITEI a participação nas Assembléias e principalmente nas dos Aposentados, não disse que ouve deliberação por parte da Plenária para participarem de Assembléias......
Propus fazermos o Ato que foi deliberação da Plenária, logo após a Assembléia dos Aposentados do RJ, dia 10/12, por estarmos ainda discutindo o ACT e por achar que poderá ser a última proposta e ainda, aproveitar a possibilidade de termos um bom número de aposentados, mas, também não disse que foi ouve deliberação para este dia.
Como também, não foi deliberado o Ato para o dia 03/12 - 5ª feira (Greve ?), se a Plenária foi nos dias 27 e 28/11 em Natal-RN, na sexta e sábado, portanto não daria tempo para programarmos qualquer Ato e Caravanas de vários Estados dos Sindipetros -PA/SE/RS/SP(LP e SJC) e das Associações para o RJ em três dias ?
Espero que tenho esclarecido aos Companheiros as minhas intenções, e reafirmo que não não entendi também o penúltimo e o último parágrafo, acho que está havendo contradições, mas deixa para lá....
Sds.
Roberto C. Ribeiro
Diretor-Coordenador da Sec. de Aposentados do Sindipetro-RJ.
Membro da Direção da FNP.
Conselheiro Deliberativo da Petros-Eleito.
Atos de Solidariedade a Leninha, demitida por Justa Causa pela Petrobrás
Há oito dias uma trabalhadora da Petrobrás vem lutando contra sua demissão ilegal por justa causa. O protesto que Edilene Farias vem realizando na passarela em frente à Petrobrás representa a angustia de milhares de trabalhadores e trabalhadoras que sofrem junto às empresas e a Previdência Social quando são injustiçadas ao serem acometidas por alguma doença ocupacional. Representa também a luta contra a criminalização dos movimentos sociais, uma vez que se trata de uma ex-dirigente sindical e atual Diretora de Saúde da AEPETRO.
A saúde é dever do Estado e compete aos movimentos sociais fazerem a luta por este direito. Neste sentido a AEPETRO - Associação dos Trabalhadores da Indústria de Petróleo e Gás junto com o Sindicato dos Trabalhadores em Postos de Combustíveis (SINPOSBA) e com o apoio da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil e da Força Sindical, convida todos os sindicatos e movimentos sociais que fazem a defesa da vida e da dignidade humana a comparecerem neste grande ATO PÚBLICO.
LOCAL: ITAIGARA (PASSARELA PETROBRÁS - PITUBA PARQUE CENTER)
07:00h - Movimento em Defesa da Vida e da Dignidade Humana
08:30h - Enterro simbólico da criminalização dos movimentos sociais
DATA: 10 de Dezembro de 2009
A saúde é dever do Estado e compete aos movimentos sociais fazerem a luta por este direito. Neste sentido a AEPETRO - Associação dos Trabalhadores da Indústria de Petróleo e Gás junto com o Sindicato dos Trabalhadores em Postos de Combustíveis (SINPOSBA) e com o apoio da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil e da Força Sindical, convida todos os sindicatos e movimentos sociais que fazem a defesa da vida e da dignidade humana a comparecerem neste grande ATO PÚBLICO.
LOCAL: ITAIGARA (PASSARELA PETROBRÁS - PITUBA PARQUE CENTER)
07:00h - Movimento em Defesa da Vida e da Dignidade Humana
08:30h - Enterro simbólico da criminalização dos movimentos sociais
DATA: 10 de Dezembro de 2009
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
Pedido aos aposentados para visitarem Leninha na passarela
Solicito aos companheiros aposentados que continuem visitando Leninha na passarela do protesto, é isso que a tem fortalecido para não deixá-la sucumbir diante da grave situação que ela se encontra, com toda a fortaleza personalística que lhe é peculiar, ela não deixa de ter um coração humano que bate como o de qualquer um de nós e sente na pele o que é ser execrada e marginalizada por àquelles que outrora se disseram, companheiros e amigos e hoje, são os mesmo que a impedem de usar o sanitário da vigilância da empresa, 03:00h, para fazer a necessidade física que todos nós precisamos e não podemos passar sem. Fazer xixi. É no mínimo desumano, monstruoso e cruel.
Volto a solicitar o apoio financeiro também, Leninha ontem comprou mais medicamentos, aproximadamente R$1.700,00 e irá apresentar às notas das compras aqui no fundo, fazendo a prestação de contas. A sua conta bancária já está praticamente zerada e sabemos que ela precisará logo, logo ser internada em um hospital para avaliação e cuidados emergênciais, pois a cada dia está mais debilitada e me preocupa suas dores musculares (sintoma da doença, miopatia e fibromialgia) e seu corpo inchado.
Como faremos o internamento dela? Gostaria de sugestão das entidades, pois é impossível pagar o ônus de um internamento particular. O Hospital Getúlio Vargas, hospital público do estado, Pronto Socorro, não tem estrutura para cuidar da sua doença e sabemos que o atendimento é em maca pelo corredores do hospital. Será que uma empregada da Petrobrás, vítima de contaminação por sulfetos metálicos em seu meio ambiente de trabalho, deverá ser exposta a esta situação?
Espero sugestão dos companheiros, urgente, antes que seja tarde.
Eloísa/Salvador-Ba
Volto a solicitar o apoio financeiro também, Leninha ontem comprou mais medicamentos, aproximadamente R$1.700,00 e irá apresentar às notas das compras aqui no fundo, fazendo a prestação de contas. A sua conta bancária já está praticamente zerada e sabemos que ela precisará logo, logo ser internada em um hospital para avaliação e cuidados emergênciais, pois a cada dia está mais debilitada e me preocupa suas dores musculares (sintoma da doença, miopatia e fibromialgia) e seu corpo inchado.
Como faremos o internamento dela? Gostaria de sugestão das entidades, pois é impossível pagar o ônus de um internamento particular. O Hospital Getúlio Vargas, hospital público do estado, Pronto Socorro, não tem estrutura para cuidar da sua doença e sabemos que o atendimento é em maca pelo corredores do hospital. Será que uma empregada da Petrobrás, vítima de contaminação por sulfetos metálicos em seu meio ambiente de trabalho, deverá ser exposta a esta situação?
Espero sugestão dos companheiros, urgente, antes que seja tarde.
Eloísa/Salvador-Ba
Esclarecimento sobre decisão tomada pela Assembléia da Fenaspe
Ao companheiro Roberto Ribeiro e demais companheiros dirigentes das afiliadas da FENASPE e sindicatos componentes da FNP.
A proposta da direção da FENASPE debatida na Assembléia realizada em Natal nos dias 27 e 28 de novembro de 2009 foi a seguinte:
As Associadas da FENASPE, com apoio dos Sindipetros ligados a FNP, organizarão caravanas de ônibus partindo dos estados, visando concentrar no Rio de Janeiro, em frente ao Edise, um grande número de aposentados e pensionistas em apoio ao movimento de greve que está programado para o dia 03 de dezembro, visto que é certa a recusa da proposta apresentada pela Petrobras à FNP e, assim, provocar uma comoção nacional.
As Associações com sede no Rio de Janeiro farão mobilização intensa visando colocar no mínimo 2000 aposentados e pensionistas no evento que se juntarão aos que vierem dos demais estados.
Durante os debates, foram apresentadas outras alternativas como invasão em dependências da Petrobras nos estados e acampamento na frente do Edise com a permanência em vigília de no mínimo cem participantes que se reavisariam. Na ocasião foi lembrado que para tal o Departamento de Aposentados do Sindipetro RJ teria número suficiente para dar a partida e revezar com os que viessem de outros estados.
A proposta de mobilização com deslocamento de participantes dos estados e do Rio de Janeiro foi aprovada, ficando as Associações aguardando o apoio dos sindicatos aliados para divulgação e financeiro, bem como a própria coordenação do movimento, visto que os sindicatos estavam a frente da mobilização para a greve programada.
As Associações deram total apoio aos sindicatos aliados, participando das assembléias, não aprovando a proposta da Petrobras e aprovando o indicativo de greve para o dia 03 de dezembro.
Desta forma, não foi aprovada mobilização nacional nenhuma para apoiar a realização de mais uma assembléia convocada pelos sindicatos componentes da FNP.
Diretoria Executiva da FENASPE.
Adelino Chaves, Epaminondas de Souza Mendes, Paulo Brandão Fernando Siqueira e João Carlos de Araújo Santos.
A proposta da direção da FENASPE debatida na Assembléia realizada em Natal nos dias 27 e 28 de novembro de 2009 foi a seguinte:
As Associadas da FENASPE, com apoio dos Sindipetros ligados a FNP, organizarão caravanas de ônibus partindo dos estados, visando concentrar no Rio de Janeiro, em frente ao Edise, um grande número de aposentados e pensionistas em apoio ao movimento de greve que está programado para o dia 03 de dezembro, visto que é certa a recusa da proposta apresentada pela Petrobras à FNP e, assim, provocar uma comoção nacional.
As Associações com sede no Rio de Janeiro farão mobilização intensa visando colocar no mínimo 2000 aposentados e pensionistas no evento que se juntarão aos que vierem dos demais estados.
Durante os debates, foram apresentadas outras alternativas como invasão em dependências da Petrobras nos estados e acampamento na frente do Edise com a permanência em vigília de no mínimo cem participantes que se reavisariam. Na ocasião foi lembrado que para tal o Departamento de Aposentados do Sindipetro RJ teria número suficiente para dar a partida e revezar com os que viessem de outros estados.
A proposta de mobilização com deslocamento de participantes dos estados e do Rio de Janeiro foi aprovada, ficando as Associações aguardando o apoio dos sindicatos aliados para divulgação e financeiro, bem como a própria coordenação do movimento, visto que os sindicatos estavam a frente da mobilização para a greve programada.
As Associações deram total apoio aos sindicatos aliados, participando das assembléias, não aprovando a proposta da Petrobras e aprovando o indicativo de greve para o dia 03 de dezembro.
Desta forma, não foi aprovada mobilização nacional nenhuma para apoiar a realização de mais uma assembléia convocada pelos sindicatos componentes da FNP.
Diretoria Executiva da FENASPE.
Adelino Chaves, Epaminondas de Souza Mendes, Paulo Brandão Fernando Siqueira e João Carlos de Araújo Santos.
A imensa maioria do povo brasileiro está sendo roubada!
Um barril (159 litros) de petróleo que é vendido no mercado internacional por preço acima de 70 dólares (120,96 reais), corresponde a 44% (70 litros) de gasolina (182,35 reais), 35% (56 litros) de Diesel (111,048 reais), e 21% (33 litros) de GNV (60,456 reais). Na bomba o preço de um barril de petróleo é 353,854 reais.
Na bomba brasileira, o preço de um barril de petróleo é transformado em 194% acima do preço internacional fixado em 70 dólares.
O custo médio mundial de extração de um barril de petróleo (159 litros) é 5,0 dólares (8,64 reais). Fixando, agora, como referência o custo médio mundial de extração do barril de petróleo, nós pagamos 3.833% a mais.
O custo de extração do barril saudita é 1,5 dólares (2,592 reais). Referenciando, agora, o custo de extração do barril saudita nós pagamos 23.500% além do custo de extração saudita.
Desde 2005 que o preço médio do barril de petróleo internacional fica entre 70 e 80 dólares (120,96 e 138,24 reais). O preço do barril de petróleo em 4 de dezembro de 2009 foi 75,47 dólares (130,412 reais).
O Dieese pesquisou e confirmou que o preço médio do litro da gasolina praticado nos postos sergipanos foi de 2,605 reais (1,507 dólar, valor de hoje). Significa que entre 3 e 4 litros de gasolina cobrem o custo de extração de um barril de petróleo.
Roubalheira ainda maior é o botijão de gás vendido a 35,05 reais para um povo miserável.
O mais impressionante é a categoria do pré sal se contenta com o reajuste real de salário ZERO%.
Dalton F. Santos – Geólogo e Diretor do Sindipetro ALSE.
Aracaju, 7 de dezembro de 2009
Na bomba brasileira, o preço de um barril de petróleo é transformado em 194% acima do preço internacional fixado em 70 dólares.
O custo médio mundial de extração de um barril de petróleo (159 litros) é 5,0 dólares (8,64 reais). Fixando, agora, como referência o custo médio mundial de extração do barril de petróleo, nós pagamos 3.833% a mais.
O custo de extração do barril saudita é 1,5 dólares (2,592 reais). Referenciando, agora, o custo de extração do barril saudita nós pagamos 23.500% além do custo de extração saudita.
Desde 2005 que o preço médio do barril de petróleo internacional fica entre 70 e 80 dólares (120,96 e 138,24 reais). O preço do barril de petróleo em 4 de dezembro de 2009 foi 75,47 dólares (130,412 reais).
O Dieese pesquisou e confirmou que o preço médio do litro da gasolina praticado nos postos sergipanos foi de 2,605 reais (1,507 dólar, valor de hoje). Significa que entre 3 e 4 litros de gasolina cobrem o custo de extração de um barril de petróleo.
Roubalheira ainda maior é o botijão de gás vendido a 35,05 reais para um povo miserável.
O mais impressionante é a categoria do pré sal se contenta com o reajuste real de salário ZERO%.
Dalton F. Santos – Geólogo e Diretor do Sindipetro ALSE.
Aracaju, 7 de dezembro de 2009
Sobre a Clausula de Carência de 10 anos Permanencia na A.M.S.
Poís é pessoal... se alguém puder ajudar...
quando a gente se deu conta deste item já tinham ido 4 assembléias na REGAP, agora só falta a do G4. Recebemos esta discussão somente neste fim de semana também.
Este é um dos itens que a FNP está levantando nos seus sindicatos para indicar rejeição da proposta. Este acordo ao invés de avanços, tem ataques.
É isso mesmo, vendemos um direito de quem ainda nem entrou na empresa. O sindicato daqui nem comentou nada disso pra base. Falou apenas que o Lula tirou as punições (não falaram que foram só punições da Bacia de Campos, na Replan e bases da FNP continuam as punições e em todas houve desconto dos dias parados). Na página da FUP não fala nada disso, somente algo sobre quem tem carteira de sindicato ter desconto para o filme do presidente filho do Brasil.
Estas perguntas que voce fez (como fica a AMS pra quem morre antes dos 10 anos, etc...) o Clarckson e demais fizeram para a empresa e ela não respondeu nada. Pra mim é o mesmo que esperar a pior possibilidade já que a empresa se calou.
Agora já se foram 4 assembléias na REGAP, se você e demais tiverem mais dados e lembrarem de mais coisa deste ano mandem pra gente que a gente vai fazer um balanço com os movimentos e acontecimentos do ano na REGAP pra distribuir pro pessoal como forma de denúncia.
Fora denúncia, dá pra fazer algo diferente? Dá pra chamar algo como novas assembléias ou algo do tipo, para tentar tirar pelo menos este item? Quem sabe rejeitar o ACT por inteiro novamente?
Já teve algum caso anterior de convocar REGAP novas assembléias já que o sindicato não divulgou tal item ardiloso?
Ou ficamos só na denúncia?
A assembléia do G4 deve ser amanha na entrada do horario 3. Tem de confirmar.
Parece que nós fomos induzidos pela FUP a ferrar quem vai entrar por, no mínimo 2 anos...
ACT com cláusula social pra (tentar) resolver isso... só daqui a dois anos.
Sds,
André
Conversando com o Ademir, de São José do Campos, fui alertado sobre um tema que acho de suma importância levantarmos aqui.
"Permanencia na AMS
Aos admitidos a partir de 01-01- 2010, para que seja garantido o direito a AMS após aposentadoria, o empregado devera contar com no mínimo de 10 (dez) anos após vinculaçao ao programa de Assistencia Multidiciplinar de Saude - AMS e requerer sua aposentadoria através do convenio Petrobras-INSS. "
Entendo que entregamos um direito futuro sem sermos informados pelo sindicato.
Na minha visão temos que fazer uma pressão para que o sindicato se manifeste sobre este tema.
Este fato me lembra o direito a estabilidade após os 10 anos de serviço, que existia antes do famigerado FGTS. Muitos empregadores demitiam seus empregados antes que estes atingissem 10 anos de serviço para não terem direito à estabilidade.
Os questionamentos abaixo foram muito bem formulados pelo Ademir:
-Como fica o empregado que tenha que se aposentar por invalidez antes de completar 10 anos de AMS?
-Como ficam os dependentes do empregado que faleceu antes de completar 10 anos de AMS?
-Como fica o empregado que tenha sido admitido faltando menos de 10 para se aposentar e, consequentemente, antes de completar 10 anos de AMS?
O mais desagradável é que estamos dispondo sobre direitos de quem sequer foi admitido na empresa. Criamos mais uma subcategoria de empregados na Petrobras.
Considero isto uma grande traição do sindicato e da FUP. Temos que procurar uma forma de forçá-los a se manifestarem sobre este tema e exigirmos a retificação destem ítem.
Infelizmente só tive contato com o Ademir após o témino de nossas assembléias, mas não podemos deixar como está.
Pense a melhor forma de denunciar estes fatos.
Sds,
Eugênio Macedo
quando a gente se deu conta deste item já tinham ido 4 assembléias na REGAP, agora só falta a do G4. Recebemos esta discussão somente neste fim de semana também.
Este é um dos itens que a FNP está levantando nos seus sindicatos para indicar rejeição da proposta. Este acordo ao invés de avanços, tem ataques.
É isso mesmo, vendemos um direito de quem ainda nem entrou na empresa. O sindicato daqui nem comentou nada disso pra base. Falou apenas que o Lula tirou as punições (não falaram que foram só punições da Bacia de Campos, na Replan e bases da FNP continuam as punições e em todas houve desconto dos dias parados). Na página da FUP não fala nada disso, somente algo sobre quem tem carteira de sindicato ter desconto para o filme do presidente filho do Brasil.
Estas perguntas que voce fez (como fica a AMS pra quem morre antes dos 10 anos, etc...) o Clarckson e demais fizeram para a empresa e ela não respondeu nada. Pra mim é o mesmo que esperar a pior possibilidade já que a empresa se calou.
Agora já se foram 4 assembléias na REGAP, se você e demais tiverem mais dados e lembrarem de mais coisa deste ano mandem pra gente que a gente vai fazer um balanço com os movimentos e acontecimentos do ano na REGAP pra distribuir pro pessoal como forma de denúncia.
Fora denúncia, dá pra fazer algo diferente? Dá pra chamar algo como novas assembléias ou algo do tipo, para tentar tirar pelo menos este item? Quem sabe rejeitar o ACT por inteiro novamente?
Já teve algum caso anterior de convocar REGAP novas assembléias já que o sindicato não divulgou tal item ardiloso?
Ou ficamos só na denúncia?
A assembléia do G4 deve ser amanha na entrada do horario 3. Tem de confirmar.
Parece que nós fomos induzidos pela FUP a ferrar quem vai entrar por, no mínimo 2 anos...
ACT com cláusula social pra (tentar) resolver isso... só daqui a dois anos.
Sds,
André
Conversando com o Ademir, de São José do Campos, fui alertado sobre um tema que acho de suma importância levantarmos aqui.
"Permanencia na AMS
Aos admitidos a partir de 01-01- 2010, para que seja garantido o direito a AMS após aposentadoria, o empregado devera contar com no mínimo de 10 (dez) anos após vinculaçao ao programa de Assistencia Multidiciplinar de Saude - AMS e requerer sua aposentadoria através do convenio Petrobras-INSS. "
Entendo que entregamos um direito futuro sem sermos informados pelo sindicato.
Na minha visão temos que fazer uma pressão para que o sindicato se manifeste sobre este tema.
Este fato me lembra o direito a estabilidade após os 10 anos de serviço, que existia antes do famigerado FGTS. Muitos empregadores demitiam seus empregados antes que estes atingissem 10 anos de serviço para não terem direito à estabilidade.
Os questionamentos abaixo foram muito bem formulados pelo Ademir:
-Como fica o empregado que tenha que se aposentar por invalidez antes de completar 10 anos de AMS?
-Como ficam os dependentes do empregado que faleceu antes de completar 10 anos de AMS?
-Como fica o empregado que tenha sido admitido faltando menos de 10 para se aposentar e, consequentemente, antes de completar 10 anos de AMS?
O mais desagradável é que estamos dispondo sobre direitos de quem sequer foi admitido na empresa. Criamos mais uma subcategoria de empregados na Petrobras.
Considero isto uma grande traição do sindicato e da FUP. Temos que procurar uma forma de forçá-los a se manifestarem sobre este tema e exigirmos a retificação destem ítem.
Infelizmente só tive contato com o Ademir após o témino de nossas assembléias, mas não podemos deixar como está.
Pense a melhor forma de denunciar estes fatos.
Sds,
Eugênio Macedo
INFORMES PARCIAL DE ACIDENTES.
CATs SOTEP,PREST, EMPERCOM.
Sotep, Acidentado Aderaldo Mangueira dos santos 29 anos, Plantaformista.
parte machucada Dedo.
Data 07/12/09 SPT 03 Pilar - AL
Rammel de Camargo Tavares 34 anos, Torrista parta atingida, Cabeça
local SPT 62 Riachuelo-se as 21;05 min
Data 07/12/09.
Prest perfurações; HAREDTLEY RODRIGUES SANTOS JUNIOR 32 anos, Plantaformista.
Local SPT 53 município de Carmopolis-se, parte atingida corte no dedo
Data 02/11/2009.
Jose Damião Bispo 45 anos, Plantaformista.
Local SPT 35, Município de carmopolis-se, parte atingida braço co fratura no punho da mão.
Data;28/09/2009. as 00 hs.
Sandro Rodrigues Silva Gomes 34 anos,Torrista.
Local; SPT 59 Município de Camopolis-se,parte atingida fratura do holux.
Data;22/09/2009 as 00hs.
Adenilson Constantino Santos,37 anos, Plantaformista.
Local;SPT 54 Município de Camopolis-se,parte atingida fratura no punho e da mão.
Data;10/09/2009 as 14;00 h.
Empercom;OTAVIO DE SOUZA ROQUE, SONDADOR
LOCAL;sonda (SC).
Data;05/09/2007 as 6;00hs.
Paulo Wagner pessoa de Araujo,Plantaformista
Data;27/01/2007
Local sonda filial AL.
Obs.; O Sindipetro está fazendo um levantamento das CAT's - acidentes com os trabalhadores petroleiros diretos e terceirizados dentro da Petrobrás.
Sabemos que muitas empresas Não abre cat e nem entregam ao Sindipetro,a exemplo da ITAI, VARCO BCH, E POR VAI.............
CATs SOTEP,PREST, EMPERCOM.
Sotep, Acidentado Aderaldo Mangueira dos santos 29 anos, Plantaformista.
parte machucada Dedo.
Data 07/12/09 SPT 03 Pilar - AL
Rammel de Camargo Tavares 34 anos, Torrista parta atingida, Cabeça
local SPT 62 Riachuelo-se as 21;05 min
Data 07/12/09.
Prest perfurações; HAREDTLEY RODRIGUES SANTOS JUNIOR 32 anos, Plantaformista.
Local SPT 53 município de Carmopolis-se, parte atingida corte no dedo
Data 02/11/2009.
Jose Damião Bispo 45 anos, Plantaformista.
Local SPT 35, Município de carmopolis-se, parte atingida braço co fratura no punho da mão.
Data;28/09/2009. as 00 hs.
Sandro Rodrigues Silva Gomes 34 anos,Torrista.
Local; SPT 59 Município de Camopolis-se,parte atingida fratura do holux.
Data;22/09/2009 as 00hs.
Adenilson Constantino Santos,37 anos, Plantaformista.
Local;SPT 54 Município de Camopolis-se,parte atingida fratura no punho e da mão.
Data;10/09/2009 as 14;00 h.
Empercom;OTAVIO DE SOUZA ROQUE, SONDADOR
LOCAL;sonda (SC).
Data;05/09/2007 as 6;00hs.
Paulo Wagner pessoa de Araujo,Plantaformista
Data;27/01/2007
Local sonda filial AL.
Obs.; O Sindipetro está fazendo um levantamento das CAT's - acidentes com os trabalhadores petroleiros diretos e terceirizados dentro da Petrobrás.
Sabemos que muitas empresas Não abre cat e nem entregam ao Sindipetro,a exemplo da ITAI, VARCO BCH, E POR VAI.............
VENDAS DE COMBUSTÍVEIS EM SERGIPE
INFORMES DO DIEESE-SE, em 09.12.09
Segundo levantamento feito pelo DIEESE, as vendas totais de Combustíveis (Álcool, Gasolina Comum, GLP, e Óleo Diesel) em Sergipe tiveram um aumento de 9,32% em Outubro de 2009 comparados com Setembro de 2009, com vendas totais de 62,95 mil metros cúbicos no mês, em relação ao mesmo mês do ano passado as vendas tiveram crescimento de 11,32%, no acumulado de Janeiro a Outubro de 2009 comparado com o mesmo período do ano passado o crescimento das vendas foi de 4,32%.
VENDAS DE COMBUSTÍVEIS EM SERGIPE POR TIPO DE COMBUSTÍVEIS
As vendas de Álcool Hidratado tiveram uma queda de -1.90% em Outubro de 2009 comparados com Setembro de 2009, com vendas totais de 5,2 mil metros cúbicos no mês, em relação ao mesmo mês do ano passado as vendas tiveram crescimento de 85,56%, no acumulado de Janeiro a Outubro de 2009 comparado com o mesmo período do ano passado o crescimento das vendas foi de 86,82%.
As vendas de Gasolina Comum tiveram um aumento de 11,31% em Outubro de 2009 comparados com Setembro de 2009, com vendas totais de 19,3 mil metros cúbicos no mês, em relação ao mesmo mês do ano passado as vendas tiveram aumento de 6,39%, no acumulado de Janeiro a Outubro de 2009 comparado com o mesmo período do ano passado o crescimento das vendas foi de 5,28%.
As vendas de GLP tiveram um aumento de 2,47% em Outubro de 2009 comparados com Setembro de 2009, com vendas totais de 10,7 mil metros cúbicos no mês, em relação ao mesmo mês do ano passado as vendas tiveram aumento de 13,87%, no acumulado de Janeiro a Outubro de 2009 comparado com o mesmo período do ano passado o crescimento das vendas foi de 13,07%.
As vendas de Óleo Diesel tiveram aumento de 13,21% em Outubro de 2009 comparados com Setembro de 2009, com vendas totais de 27,9 mil metros cúbicos no mês, em relação ao mesmo mês do ano passado as vendas tiveram um aumento de 5,99%, no acumulado de Janeiro a Outubro de 2009 comparado com o mesmo período do ano passado a queda nas vendas foi de -6,83%.
Segundo levantamento feito pelo DIEESE, as vendas totais de Combustíveis (Álcool, Gasolina Comum, GLP, e Óleo Diesel) em Sergipe tiveram um aumento de 9,32% em Outubro de 2009 comparados com Setembro de 2009, com vendas totais de 62,95 mil metros cúbicos no mês, em relação ao mesmo mês do ano passado as vendas tiveram crescimento de 11,32%, no acumulado de Janeiro a Outubro de 2009 comparado com o mesmo período do ano passado o crescimento das vendas foi de 4,32%.
VENDAS DE COMBUSTÍVEIS EM SERGIPE POR TIPO DE COMBUSTÍVEIS
As vendas de Álcool Hidratado tiveram uma queda de -1.90% em Outubro de 2009 comparados com Setembro de 2009, com vendas totais de 5,2 mil metros cúbicos no mês, em relação ao mesmo mês do ano passado as vendas tiveram crescimento de 85,56%, no acumulado de Janeiro a Outubro de 2009 comparado com o mesmo período do ano passado o crescimento das vendas foi de 86,82%.
As vendas de Gasolina Comum tiveram um aumento de 11,31% em Outubro de 2009 comparados com Setembro de 2009, com vendas totais de 19,3 mil metros cúbicos no mês, em relação ao mesmo mês do ano passado as vendas tiveram aumento de 6,39%, no acumulado de Janeiro a Outubro de 2009 comparado com o mesmo período do ano passado o crescimento das vendas foi de 5,28%.
As vendas de GLP tiveram um aumento de 2,47% em Outubro de 2009 comparados com Setembro de 2009, com vendas totais de 10,7 mil metros cúbicos no mês, em relação ao mesmo mês do ano passado as vendas tiveram aumento de 13,87%, no acumulado de Janeiro a Outubro de 2009 comparado com o mesmo período do ano passado o crescimento das vendas foi de 13,07%.
As vendas de Óleo Diesel tiveram aumento de 13,21% em Outubro de 2009 comparados com Setembro de 2009, com vendas totais de 27,9 mil metros cúbicos no mês, em relação ao mesmo mês do ano passado as vendas tiveram um aumento de 5,99%, no acumulado de Janeiro a Outubro de 2009 comparado com o mesmo período do ano passado a queda nas vendas foi de -6,83%.
Prática anti sindical pela Gerência do EDISA
Litoral Paulista, 08 de dezembro de 2009
No último dia 3 quando o Sindipetro LP juntamento com os sindicatos ligados à FNP orquestrou uma greve de 24 horas pela melhorias das propostas do ACT, uma gerência da UNBS deu um show de prática anti sindical e de autoritarismo perante trabalhadores do Edisa II que aderiram ao movimento.
A gerência de Mexilhão solicitou a identificação nominal dos grevistas num ato de intimidação e arbitrariedade.
Não aceitamos essa postura ou qualquer tipo de perseguição, injustiça ou punição aos companheiros. Entenderemos como retaliação ao fato de terem aderido à greve, que é direito garantido pela Constituição Federal.
Exigimos uma reposta da UNBS diante de tamanho absurdo!!
No último dia 3 quando o Sindipetro LP juntamento com os sindicatos ligados à FNP orquestrou uma greve de 24 horas pela melhorias das propostas do ACT, uma gerência da UNBS deu um show de prática anti sindical e de autoritarismo perante trabalhadores do Edisa II que aderiram ao movimento.
A gerência de Mexilhão solicitou a identificação nominal dos grevistas num ato de intimidação e arbitrariedade.
Não aceitamos essa postura ou qualquer tipo de perseguição, injustiça ou punição aos companheiros. Entenderemos como retaliação ao fato de terem aderido à greve, que é direito garantido pela Constituição Federal.
Exigimos uma reposta da UNBS diante de tamanho absurdo!!
Opinião de Everaldo encaminhado ao Sindipetro AL/SE
É fato que nós atuais empregados do Holding Petrobras S/A, carregamos o estereotipo da empresa no tempo de Monteiro Lobato, onde não foi mostrado para a sociedade o empregado que entrava na lama, que morria na sonda, que era perseguido. O que a sociedade viu era o empregado que tinha o melhor salário do país, que dava festas todo final de semana, que o filho passeava nos Estados Unidos, e é isso que as pessoas continuam vendo em quem tem um crachá verde. Semana passada conversando com a filha de uma vizinha que não sabe que trabalho na Petrobras, sobre um rapaz que estava a fim dela, a resposta foi incrível: "ele é feio demais, se trabalhasse na Petrobras valia a pena".
A publicação em jornais, manifestos na porta das sedes estaduais e nacionais, não abalam a sociedade, pois para eles a empresa é aquele prédio bonito com carros caros, muitos dos quais com longas prestações.
Para minha vergonha, esta proposta vai passar, simplesmente porque a empresa deu um abono. Eu estou longe de aceitar, mas tem muita gente na empresa que vai receber mais de abono do que de PLR, e isso é contagiante, poder quitar a prestação do carro, ou diminuir as parcelas da prestação da casa, ou simplesmente ajudar um filho que casou e está desempregado, o discurso que as pessoas se contentam com pouco, não é verdade, porque o abono é bem generoso, mas ele não deveria existir, eu troco meu abono por mais 5% de aumento real no meu salário. Os jornais publicam proposta de 7% mas isso é sobre RMNR, não é sobre o salário base. Eu não quero ajuda para pagar a escola dos meus filhos, eu quero é poder pagar, chegar lá e pagar.
Todos os empregados culpam o sindicato, mas a categoria não é o sindicato, eu comentei com alguns amigos em fazer uma greve local, ninguém me apoiou porque o sindicato não falou em nada. Quem tem que cruzar os braços somos nós, eu vejo todo mundo, mas é todo mundo mesmo, reclamando desse acordo, mas ninguém tem coragem de ir lutar, as mesmas pessoas que reclamam, foram as que fizeram acertos com a chefia para ir para casa de carro e vim trabalhar no outro dia, caso houvesse greve.
Isso é vergonhoso, um bando de gente sem moral, sem caráter, que faz isso pensando no avanço de nível do ano que vem, porque a lógica da empresa é clara, se você é contra, dou a letra para quem é a favor, "Cumprir metas ou supera-las não é garantia de avanço de nível" - palavras de um gerente local do RH por correio, quando questionei meu GDP em mais de 105% por anos seguidos, sem conseguir avanço de nível.
Então pessoal esse meu discurso não vai dar em nada. Porque a FNP culpa a FUP, e a FUP a FNP, mas em resumo as duas não fizeram nada.
A publicação em jornais, manifestos na porta das sedes estaduais e nacionais, não abalam a sociedade, pois para eles a empresa é aquele prédio bonito com carros caros, muitos dos quais com longas prestações.
Para minha vergonha, esta proposta vai passar, simplesmente porque a empresa deu um abono. Eu estou longe de aceitar, mas tem muita gente na empresa que vai receber mais de abono do que de PLR, e isso é contagiante, poder quitar a prestação do carro, ou diminuir as parcelas da prestação da casa, ou simplesmente ajudar um filho que casou e está desempregado, o discurso que as pessoas se contentam com pouco, não é verdade, porque o abono é bem generoso, mas ele não deveria existir, eu troco meu abono por mais 5% de aumento real no meu salário. Os jornais publicam proposta de 7% mas isso é sobre RMNR, não é sobre o salário base. Eu não quero ajuda para pagar a escola dos meus filhos, eu quero é poder pagar, chegar lá e pagar.
Todos os empregados culpam o sindicato, mas a categoria não é o sindicato, eu comentei com alguns amigos em fazer uma greve local, ninguém me apoiou porque o sindicato não falou em nada. Quem tem que cruzar os braços somos nós, eu vejo todo mundo, mas é todo mundo mesmo, reclamando desse acordo, mas ninguém tem coragem de ir lutar, as mesmas pessoas que reclamam, foram as que fizeram acertos com a chefia para ir para casa de carro e vim trabalhar no outro dia, caso houvesse greve.
Isso é vergonhoso, um bando de gente sem moral, sem caráter, que faz isso pensando no avanço de nível do ano que vem, porque a lógica da empresa é clara, se você é contra, dou a letra para quem é a favor, "Cumprir metas ou supera-las não é garantia de avanço de nível" - palavras de um gerente local do RH por correio, quando questionei meu GDP em mais de 105% por anos seguidos, sem conseguir avanço de nível.
Então pessoal esse meu discurso não vai dar em nada. Porque a FNP culpa a FUP, e a FUP a FNP, mas em resumo as duas não fizeram nada.
Restabelecendo a verdade
A oposição do Sindipetro-RJ, MUP, ninguém vê, nem percebe, mas tem cheiro, são conhecidos como o PUM da FUP. Só aparecem no fechamento do acordo se aliando ao RH e a FUP indicando a assinatura do acordo. Apesar de ausentes o ano inteiro da base, seus participantes têm direito a liberação integral e parciais. Possuem todo tipo de facilidade, também pudera são correia de transmissão do governo, do RH e da FUP.
Arvoram-se em ser petista e da CUT, mas abandonaram a condição fundamental de ser sindicalista, que é ser independente do governo e do patrão. Agora aparecem com informativo na base defendendo a assinatura do acordo. FUP, RH e MUP numa relação promíscua defendem um acordo rebaixado com validade de dois anos nas cláusulas sociais, além da reabertura da repactuação. Não defendem o cancelamento de todas as punições, deixando de fora os companheiros da Replan que fizeram greve de uma semana e os petroleiros da base da FNP que fizeram greve nos dias 15 e 16 de outubro. Chegam ao descaramento de afirmar que desconto não é punição. Mas vale lembrar que esses descontos têm reflexo nas férias, no 13º, nas promoções e no salário, maculando a ficha do empregado. E a FUP ainda diz que isso não é punição? Esqueceram dos aposentados que mais uma vez são discriminados pelo RH e a FUP e indicam a aceitação da proposta mesmo assim. Essa turma já foi colocada para fora aos tapas e com chuva de moedas da assembléia dos aposentado no RJ em 2007 tal o grau de descrédito. Não defendemos esses métodos violentos, mas os fupistas tem que ser denunciados e afastados dos sindicatos. A FUP nunca mais apareceu em assembléia de aposentados no RJ. Recentemente foram fragorosamente derrotados na eleição da Petros, onde defendiam como bandeira principal a abertura da repactuação. Respeitamos a impaciência da base, mas de nossa parte temos a consciência tranqüila, pois protocolamos a pauta no dia 7/8. Diferente do que diz o MUP, sempre defendemos a unidade dos sindicatos petroleiros em uma mesa única de negociação com a empresa. Foi a FUP quem recusou que negociássemos juntos.
FNP e Sindipetro-RJ indicam a rejeicão da proposta e voltamos a mesa de negociação exigindo uma nova versão que contenha: (1) não os míseros 4,36%, queremos os 7,81% incorporados aos salários básicos; (2) o fim da imposição aos companheiros oriundos da Interbrás e Petromisa, que para terem direito a AMS na aposentadoria, têm que se desligar da companhia até 30/05/2010; (3) a AMS para os aposentados da TRANSPETRO; (4) a colocação dos pais na AMS; (5) a periculosidade para valer; (6) o índice de produtividade; (7) o pagamentos das perdas salariais; (8) a extensão do programa jovem universitário para a categoria; (9) o cancelamento de todas as punições; e o fim das discriminações com os aposentados. Para isso, precisamos rejeitar a 4ª proposta da companhia e voltar à mesa de negociação.
Rio, 08/12/2008.
Sindipetro-RJ
Arvoram-se em ser petista e da CUT, mas abandonaram a condição fundamental de ser sindicalista, que é ser independente do governo e do patrão. Agora aparecem com informativo na base defendendo a assinatura do acordo. FUP, RH e MUP numa relação promíscua defendem um acordo rebaixado com validade de dois anos nas cláusulas sociais, além da reabertura da repactuação. Não defendem o cancelamento de todas as punições, deixando de fora os companheiros da Replan que fizeram greve de uma semana e os petroleiros da base da FNP que fizeram greve nos dias 15 e 16 de outubro. Chegam ao descaramento de afirmar que desconto não é punição. Mas vale lembrar que esses descontos têm reflexo nas férias, no 13º, nas promoções e no salário, maculando a ficha do empregado. E a FUP ainda diz que isso não é punição? Esqueceram dos aposentados que mais uma vez são discriminados pelo RH e a FUP e indicam a aceitação da proposta mesmo assim. Essa turma já foi colocada para fora aos tapas e com chuva de moedas da assembléia dos aposentado no RJ em 2007 tal o grau de descrédito. Não defendemos esses métodos violentos, mas os fupistas tem que ser denunciados e afastados dos sindicatos. A FUP nunca mais apareceu em assembléia de aposentados no RJ. Recentemente foram fragorosamente derrotados na eleição da Petros, onde defendiam como bandeira principal a abertura da repactuação. Respeitamos a impaciência da base, mas de nossa parte temos a consciência tranqüila, pois protocolamos a pauta no dia 7/8. Diferente do que diz o MUP, sempre defendemos a unidade dos sindicatos petroleiros em uma mesa única de negociação com a empresa. Foi a FUP quem recusou que negociássemos juntos.
FNP e Sindipetro-RJ indicam a rejeicão da proposta e voltamos a mesa de negociação exigindo uma nova versão que contenha: (1) não os míseros 4,36%, queremos os 7,81% incorporados aos salários básicos; (2) o fim da imposição aos companheiros oriundos da Interbrás e Petromisa, que para terem direito a AMS na aposentadoria, têm que se desligar da companhia até 30/05/2010; (3) a AMS para os aposentados da TRANSPETRO; (4) a colocação dos pais na AMS; (5) a periculosidade para valer; (6) o índice de produtividade; (7) o pagamentos das perdas salariais; (8) a extensão do programa jovem universitário para a categoria; (9) o cancelamento de todas as punições; e o fim das discriminações com os aposentados. Para isso, precisamos rejeitar a 4ª proposta da companhia e voltar à mesa de negociação.
Rio, 08/12/2008.
Sindipetro-RJ
Pedido de Solidariedade de Leninha
Camaradas,
O Emanuel Cancella me informou sobre a deliberação do colegiado da FNP sobre o empréstimo de meu salário enquanto demitida política. Já verifiquei o depósito do RJ e vi outro de mais de quinhentos reais que acredito ser de alguma entidade. Solicito encarecidamente de informes sobre qual a importancia que caberá a cada sindicato e quando será depositado. Tenho investido para meu sindicato assumir, talvez avance, mas até lá estou angustiada com a incerteza.
Meu protesto completou hoje 7 dias dormindo em um caixão no relento, mas o sacrifício tem sido muito recompensado com a coragem crescente dos colegas ativos enfrentarem o psicoterror dos gerentes e virem até a passarela sob forte vigilancia me visitar e dar força.
Leninha
41 99709971
99121879
O Emanuel Cancella me informou sobre a deliberação do colegiado da FNP sobre o empréstimo de meu salário enquanto demitida política. Já verifiquei o depósito do RJ e vi outro de mais de quinhentos reais que acredito ser de alguma entidade. Solicito encarecidamente de informes sobre qual a importancia que caberá a cada sindicato e quando será depositado. Tenho investido para meu sindicato assumir, talvez avance, mas até lá estou angustiada com a incerteza.
Meu protesto completou hoje 7 dias dormindo em um caixão no relento, mas o sacrifício tem sido muito recompensado com a coragem crescente dos colegas ativos enfrentarem o psicoterror dos gerentes e virem até a passarela sob forte vigilancia me visitar e dar força.
Leninha
41 99709971
99121879
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Aos Diretores da Entidades e Associações de Aposentados e Pensionistas.
RJ, 07/12/09
Companheiros, me dirijo aos Senhores com o propósito de solicitar que divulguem e convoquem seus Associados a participarem das Assembléias de Bases dos Sindipetros da FNP, principalmente dos Aposentados e Pensionistas.
E conforme Plenária da Fenaspe em Natal-RN dias 27 e 28 de Novembro, foi deliberado que iremos fazer um Grande Ato em frente ao Edise-RJ, com expectativa de colocarmos de 2 à 4 mil pessoas, com a participação de Todas Associações e Sindipetros da FNP.
Como estamos em discussão do nosso ACT/2009 e a Assembléia dos Aposentados do RJ, será na 5ª feira dia 10/12 às 14hs,( poderá ser a última neste acordo), proponho aos Senhores Diretores das Associações e Secretarias ou Departamentos de Aposentados dos Sindipetros que realizemos este Ato logo após a nossa Assembléia na ACM-Associação Cristã de Moços, Rua da Lapa, 86 - Centro-RJ.
Lembramos aos companheiros que precisamos Rejeitar esta proposta, principalmente porque consta a Reabertura da Repactuação a separação de massa de repactuados e não repactuado, além da continuidade das Discriminações com relação a Política da Remuneração Variável, através das Gratificações de Contigentes, RMNR e Bolsas.
Sds.
Roberto C. Ribeiro
Diretor-Coordenador da Secretaria de Aposentados e Pensionistas do Sindipetro-RJ.
Companheiros, me dirijo aos Senhores com o propósito de solicitar que divulguem e convoquem seus Associados a participarem das Assembléias de Bases dos Sindipetros da FNP, principalmente dos Aposentados e Pensionistas.
E conforme Plenária da Fenaspe em Natal-RN dias 27 e 28 de Novembro, foi deliberado que iremos fazer um Grande Ato em frente ao Edise-RJ, com expectativa de colocarmos de 2 à 4 mil pessoas, com a participação de Todas Associações e Sindipetros da FNP.
Como estamos em discussão do nosso ACT/2009 e a Assembléia dos Aposentados do RJ, será na 5ª feira dia 10/12 às 14hs,( poderá ser a última neste acordo), proponho aos Senhores Diretores das Associações e Secretarias ou Departamentos de Aposentados dos Sindipetros que realizemos este Ato logo após a nossa Assembléia na ACM-Associação Cristã de Moços, Rua da Lapa, 86 - Centro-RJ.
Lembramos aos companheiros que precisamos Rejeitar esta proposta, principalmente porque consta a Reabertura da Repactuação a separação de massa de repactuados e não repactuado, além da continuidade das Discriminações com relação a Política da Remuneração Variável, através das Gratificações de Contigentes, RMNR e Bolsas.
Sds.
Roberto C. Ribeiro
Diretor-Coordenador da Secretaria de Aposentados e Pensionistas do Sindipetro-RJ.
REAJUSTES DAS CATEGORIAS SEGUNDO SEMESTRE DE 2009
Metalúrgicos:
Toyota (Indaiatuba, SP) e da Honda (Sumaré, SP) :Os 10% de reajuste salarial representam variação de 4,44% do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), além de 5,32% de aumento real. Os funcionários que recebem acima do teto de R$ 7.833,00 terão reajuste de 50% do INPC. O piso salarial será de R$ 1.275,00.
ABC, Taubaté e São Carlos – correção de 6,53% e bônus de R$ 1.500
Toyota (Campinas) 10% R$ 1.275
Honda (Campinas) 10% R$1.275
GM (S. J. Campos) 8,3% R$1.305 R$ 1.950
Renault (Paraná) 7,57% R$1.381 R$ 2.000
Volvo (Paraná) 7,57% R$1.381 R$ 2.000
Bancários:
SETOR PRIVADO: 6%
BANESE - Banco do Estado de Sergipe - 6% no SB, 15% no anuênio, 15% na gratificação de caixa, não desconto dos dias da greve e nenhuma punição
Bando do Brasil: 6% no SB, 3% na base do PCAC (só no salário e não entra nas outras verbas)
CEF - Caixa Economica Federal : 6% no SB
Eletricitários:
Eletronorte: 7% no SB
Toyota (Indaiatuba, SP) e da Honda (Sumaré, SP) :Os 10% de reajuste salarial representam variação de 4,44% do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), além de 5,32% de aumento real. Os funcionários que recebem acima do teto de R$ 7.833,00 terão reajuste de 50% do INPC. O piso salarial será de R$ 1.275,00.
ABC, Taubaté e São Carlos – correção de 6,53% e bônus de R$ 1.500
Toyota (Campinas) 10% R$ 1.275
Honda (Campinas) 10% R$1.275
GM (S. J. Campos) 8,3% R$1.305 R$ 1.950
Renault (Paraná) 7,57% R$1.381 R$ 2.000
Volvo (Paraná) 7,57% R$1.381 R$ 2.000
Bancários:
SETOR PRIVADO: 6%
BANESE - Banco do Estado de Sergipe - 6% no SB, 15% no anuênio, 15% na gratificação de caixa, não desconto dos dias da greve e nenhuma punição
Bando do Brasil: 6% no SB, 3% na base do PCAC (só no salário e não entra nas outras verbas)
CEF - Caixa Economica Federal : 6% no SB
Eletricitários:
Eletronorte: 7% no SB
Sobre Leninha, domingo, 6/12 às 9:27 AM
Companheiros e colegas, bom dia,
Desde este e fiquei sem conexão com a internet. Muito estranho, mas estou fazendo o contato com vcs agora para agradecer, a Sérgio Salgado, a informação e apoio de Sheila que nos deixou esta madrugada, voltando para Santos, deixando um enorme vazio conosco. Quero agradecer a todos que atenderam o apelo de Sérgio Salgado, colaborando financeiramente, dando-nos um alívio e uma sensação de tranquilidade e felicidade, sabendo que não estamos sós. Vocês restabeleceram a expectativa de vida de Leninha, sem medicamentos, hoje, não sei como estaria a evolução da sua doença. Quero agradecer a todos que atenderam o apelo de Sérgio, indo visitá-la no local do protesto, levando todo tipo de ajuda que puderam, inclusive o apoio moral, o tempo que lá permaneceram conversando com ela. Queridos, todos tiveram uma importância fundamental para mudar o rumo da situação que estávamos vivendo naquele momento, quando a empresa resolveu mais uma vez volta a agredir Leninha covardemente, impedindo-a de usar o banheiro da portaria. A partir daí a situação mudou e vocês foram peças fundamentais para essa mudança. Peço que continuem visitando-a, àqueles que puderem fazê-lo, dividindo comigo a responsabilidade de vigiá-la e preservar a sua integridade física, inclusive, pois o local depois de 02:00 é super deserto. Emocionalmente estou um farrapo humano.
Leninha está se alimentando o suficiente para não falecer, pois a sua doença, destruição de músculos, até respirar, os destrói e se a mesma permanecesse como estava, inclusive eu também, não poderia alimentar-me, tendo ao lado uma pessoa em greve de fome, seria no mínimo uma covardia, mas o seu protesto continua focado com o mesmo objetivo desde o início, afirmando que ela não é suícida e se não assim o fosse, hoje a mesma poderia está com comprometimento dos sinais vitais devido a sua debilidade física.
Obrigada a todos pelo apoio, espero ver todos que puderem visitá-la para aliviar a carga emocional. A ajuda financeira continua sendo necessária, pois a mesma fará exames para avaliar a evolução da miopatia em função da acomodação em um caixão, há vários dias e a necessidade que ela terá de hospitalização após o protesto, embora esteja aguentando, mas a sua fisionomia demonstra o desgaste da saúe e o abatimento está visível.
Vamos pedir a Deus que tudo se resolva em tempo hábil para a nossa companheira continuar sua luta entre nós como o Senhor determinou. Viva.
Que Deus os abençoe.
Eloísa Alves Oliveira
Eloísa/Salvador-Ba
Desde este e fiquei sem conexão com a internet. Muito estranho, mas estou fazendo o contato com vcs agora para agradecer, a Sérgio Salgado, a informação e apoio de Sheila que nos deixou esta madrugada, voltando para Santos, deixando um enorme vazio conosco. Quero agradecer a todos que atenderam o apelo de Sérgio Salgado, colaborando financeiramente, dando-nos um alívio e uma sensação de tranquilidade e felicidade, sabendo que não estamos sós. Vocês restabeleceram a expectativa de vida de Leninha, sem medicamentos, hoje, não sei como estaria a evolução da sua doença. Quero agradecer a todos que atenderam o apelo de Sérgio, indo visitá-la no local do protesto, levando todo tipo de ajuda que puderam, inclusive o apoio moral, o tempo que lá permaneceram conversando com ela. Queridos, todos tiveram uma importância fundamental para mudar o rumo da situação que estávamos vivendo naquele momento, quando a empresa resolveu mais uma vez volta a agredir Leninha covardemente, impedindo-a de usar o banheiro da portaria. A partir daí a situação mudou e vocês foram peças fundamentais para essa mudança. Peço que continuem visitando-a, àqueles que puderem fazê-lo, dividindo comigo a responsabilidade de vigiá-la e preservar a sua integridade física, inclusive, pois o local depois de 02:00 é super deserto. Emocionalmente estou um farrapo humano.
Leninha está se alimentando o suficiente para não falecer, pois a sua doença, destruição de músculos, até respirar, os destrói e se a mesma permanecesse como estava, inclusive eu também, não poderia alimentar-me, tendo ao lado uma pessoa em greve de fome, seria no mínimo uma covardia, mas o seu protesto continua focado com o mesmo objetivo desde o início, afirmando que ela não é suícida e se não assim o fosse, hoje a mesma poderia está com comprometimento dos sinais vitais devido a sua debilidade física.
Obrigada a todos pelo apoio, espero ver todos que puderem visitá-la para aliviar a carga emocional. A ajuda financeira continua sendo necessária, pois a mesma fará exames para avaliar a evolução da miopatia em função da acomodação em um caixão, há vários dias e a necessidade que ela terá de hospitalização após o protesto, embora esteja aguentando, mas a sua fisionomia demonstra o desgaste da saúe e o abatimento está visível.
Vamos pedir a Deus que tudo se resolva em tempo hábil para a nossa companheira continuar sua luta entre nós como o Senhor determinou. Viva.
Que Deus os abençoe.
Eloísa Alves Oliveira
Eloísa/Salvador-Ba
Resultado da Assembleia no RN
Se o seminário no Rio Grade do Norte ocorrer como informe da assembléia, poderíamos a partir do exemplo pensar em fazer uma agitação dessa bandeira aqui no NF como solução aos impasses no próximo ACT!
Mesmo esvaziada, parabéns aos companheiros do RN que lá estiveram defendendo a FNP!
Vamos divulgar essa notícia.
Dessa confusa campanha temos de tirar algumas lições: Aprofundar as organizações de base nas bases com oposição organizada na FNP e principalmente nos sindicatos liderados pela FNP, para com a base atropelarmos a burocracia e não sermos atropelados junto com o burocratismo em nenhum lugar do país!
Sds,
Leo Mosquito
FNP-NF
INTERSINDICAL
"Rumo a Nova Central!"
Prezados Camaradas, nesta sexta-feira, dia 05/12/2009, 8:00 horas local, ocorreu a assembléia para votação da 4º proposta da Petrobras. Como sempre por falta interesse na mobilização e divulgação, a ssembleia foi muito esvaziada com a presença de máximo 40 trabalhadores.
A diretoria do SINDIPETRO-RN, apesar de leves críticas e ressalvas indicou a aprovação da proposta, alegando falta de condições organizaivas e politicas para lutar. Ainda destacando os maleficios da divisão querendo inputar a FNP a culpa das faltas de condições, sendo veementemente rechaçados em nossa inetrvenção, que também abordou os seguintes pontos:
1) A necessidade de consciência, paciência e luta para avançar nas conquistas;
2) Denunciamos a sequencia de traições e descompromiso da FUP e seus coligados com a categoria;
3) Apontamos os itens nefastos aos empregados ativos e aposentados contidos na proposta;
4) Enfatizamos o cenario politico e economico altamente propricio para avanços na conquistas da pauta historica da categoria;
5) Destacamos a vontade e compromisso de luta da FNP, e por ultimo, as vitorias obtidas no ano por outras categorias que ousaram lutar.
Pedimos a rejeição da proposta e o urgente desligamento do sindicato da FUP.
A proposta da empresa foi aprovada com 14 votos contrários, porém foi firmado compromisso da realização de seminário de discussão para desfiliação do sindipetro-rn da FUP.
Nossas Saudações
Atenciosamente,
Marcos Antonio
Mesmo esvaziada, parabéns aos companheiros do RN que lá estiveram defendendo a FNP!
Vamos divulgar essa notícia.
Dessa confusa campanha temos de tirar algumas lições: Aprofundar as organizações de base nas bases com oposição organizada na FNP e principalmente nos sindicatos liderados pela FNP, para com a base atropelarmos a burocracia e não sermos atropelados junto com o burocratismo em nenhum lugar do país!
Sds,
Leo Mosquito
FNP-NF
INTERSINDICAL
"Rumo a Nova Central!"
Prezados Camaradas, nesta sexta-feira, dia 05/12/2009, 8:00 horas local, ocorreu a assembléia para votação da 4º proposta da Petrobras. Como sempre por falta interesse na mobilização e divulgação, a ssembleia foi muito esvaziada com a presença de máximo 40 trabalhadores.
A diretoria do SINDIPETRO-RN, apesar de leves críticas e ressalvas indicou a aprovação da proposta, alegando falta de condições organizaivas e politicas para lutar. Ainda destacando os maleficios da divisão querendo inputar a FNP a culpa das faltas de condições, sendo veementemente rechaçados em nossa inetrvenção, que também abordou os seguintes pontos:
1) A necessidade de consciência, paciência e luta para avançar nas conquistas;
2) Denunciamos a sequencia de traições e descompromiso da FUP e seus coligados com a categoria;
3) Apontamos os itens nefastos aos empregados ativos e aposentados contidos na proposta;
4) Enfatizamos o cenario politico e economico altamente propricio para avanços na conquistas da pauta historica da categoria;
5) Destacamos a vontade e compromisso de luta da FNP, e por ultimo, as vitorias obtidas no ano por outras categorias que ousaram lutar.
Pedimos a rejeição da proposta e o urgente desligamento do sindicato da FUP.
A proposta da empresa foi aprovada com 14 votos contrários, porém foi firmado compromisso da realização de seminário de discussão para desfiliação do sindipetro-rn da FUP.
Nossas Saudações
Atenciosamente,
Marcos Antonio
Carta Aberta da Organização do Local de Trabalho de Imbetiba aos
Caros companheiros e companheiras, no dia 02/12/2009, dezenas de
trabalhadores reunidos na sede de Imbetiba, na portaria da Praia
Campista, após sermos proibidos, assediados e ameaçados, caso
realizássemos tal reunião nas dependências da empresa, como já havíamos
feito no dia 30/11, segunda-feira dentro das instalações de Imbetiba (em
frente ao prédio Ferradaes), avaliamos a 4ª contra-proposta da empresa
para a nossa categoria bem como a conjuntura que nos levou termos uma
campanha que se arrasta até o presente mês de dezembro, quase 4 meses
após a data-base e do dissídio coletivo. Assim, decidimos por ampla
maioria elaborar esta CARTA ABERTA aos trabalhadores e trabalhadoras da
Bacia de Campos. Decidimos também por ampla maioria, que a proposta,
mesmo a despeito da retirada das punições e com pequenos avanços ainda é
INSUFICIENTE para atender aos nossos pleitos, anseios e esperanças,
acumulados nos últimos anos. Ainda mais por se tratar de um ano onde as
questões ditas: “sociais” estão em disputa! Portanto indicamos aos
demais companheiros e companheiras que rejeitem esta contra-proposta,
votando CONTRA o indicativo do Sindipetro-NF, pois entendemos que tática
da empresa é desgastar a categoria pelo aperto econômico usual de fim de
ano, mas também por que:
- Caso aceito, tal proposta trará no horizonte das próximas mobilizações
e reivindicações, ACTs e etc o método da PUNIÇÃO como estratégia da
empresa para disseminar o medo e enfraquecer nossa luta por mais e
melhores condições de trabalho, direitos e salários, levando a categoria
a aprovação de propostas rebaixadas. Precisamos denunciar e repelir esta
política nefasta de repressão do RH, para não deixar que se transforme
em moeda de barganha
- A 4ª Proposta da empresa é na realidade a terceira, simplesmente com a
retirada das punições da BACIA de CAMPOS. Entendemos que essa retirada é
fundamental e constitui um avanço, mas devemos reivindicar a retirada de
TODAS as punições praticadas pela empresa no último período. Nisso se
incluem a demissão de companheiros/ as, ocorrido em outras bases da FUP,
por ela própria anunciada, bem como o desconto dos dias parados nas
greves e paralisações ocorridos fora do período de março e em outras
bases sindicais não ligadas a FUP. Todas essas outras perseguições e
punições NÃO estão sendo removidos completamente, logo contrariando a
própria resolução da plenária da FUP ocorrida este ano no Paraná. A
questão piora quando verificamos que está sendo indicado pela nossa
direção sindical, o aceite da proposta, desconsiderando os processos de
perseguições e humilhações como, por exemplo, os cursos para “grevistas”
que vem ocorrendo toda a semana em Macaé, os quais sujeitam
trabalhadores ativistas da última greve a arcar com as despesas de
estadia na cidade, obrigando-os a assistir cursos morosos, entediantes
de “leitura de padrões” e “normas”. Novamente não há nada afirmado por
escrito sobre o compromisso da empresa em não praticar novas punições
decorrentes das mobilizações de toda a categoria até a presente data,
tal como a vigília em Cabiúnas, e nossa mobilização desta semana em
Imbetiba, bem como as operações-padrões e ações ocorridos nas
plataformas da Bacia de Campos e em outras bases sindicais petroleiras
do Brasil. Como no final da última greve, a empresa poderá esperar
oportunistamente um outro momento para praticá-las, se não houver um
acordo por escrito.
- Refutamos as afirmações direção do Sindipetro-NF de que não há
possibilidade de realizarmos ainda neste período uma greve vitoriosa que
arranque melhores propostas. Não é uma questão de “responsabilidade ou
de irresponsabilidade”, é uma questão de vontade política em superar as
dificuldades com coragem e obstinação, tão ausentes na maioria de nossas
atuais lideranças. Efetivamente o aumento da RMNR, NÃO significa que
haja GANHO REAL como propagandeia o RH da Petrobrás e a direção sindical
aceita isso sem maiores explanações! Pensamos que há um viés
economicista no aceite da proposta por parte da direção, quando esta
direção não explica as conseqüências nefastas de substituir nosso
salário base por um aumento em um adicional e não no salário base. Esse
fator não é menor nesta campanha: Ao não incidir um ganho real no
salário base a parte “volátil” de nossos salários cresce a cada ano,
fragiliza nossos direitos, discrimina os aposentados evitando que seus
rendimentos também aumentem, não entra nos cálculos para a
aposentadoria, previdência, FGTS e trará problemas no futuro, apesar de
ser taxado no Imposto de Renda! Essa tem sido a tática da empresa para
economizar com os custos da mão de obra: tratar de forma desigual e
combinada os salários, não repassando os aumentos aos aposentados e
evitando que os adicionais calculados sobre o salário base se elevem
igualmente. Lembremos que um dia esperamos também nos aposentarmos
dignamente, não debater isso é imediatismo. Não expor isso claramente a
categoria é sonegar informações e orientações preciosas, quando da
avaliação da proposta. Logo, achamos inaceitável essa postura omissa
neste momento, no debate de nosso ACT;
- A licença maternidade não é de 180 dias como propagandeado! As
companheiras gestantes deverão no primeiro mês solicitar a prorrogação
da licença! Isso revela toda a mesquinharia da empresa e a total
ignorância da direção do Sindipetro e da FUP para a questão das mulheres
trabalhadoras: Caso a gravidez apresente complicações como a mulher irá
solicitar até o primeiro mês a prorrogação deste direito, tal como está
escrito na proposta? Isso fará com que as companheiras sofram assédios
da gerência para serem “solidárias” e rejeitarem os dois meses de
prorrogação. Caso contrário o GD irá pesar! Não sejamos ingênuos;
- Não somos mercadoria! Logo nossa vida é preciosa e não tem preço. Nada
avança concretamente nas questões de segurança nos locais de trabalho, a
empresa não revela nenhum plano de investimentos nesta área e pior,
ataca as CIPAs e os Cipistas eleitos pelos trabalhadores;
- A direção sindical atual tem tido nos últimos debates, uma enorme
habilidade em dizer que a crítica que nós da organização do local de
trabalho de Imbetiba fazemos é a organização e a crítica da oposição, a
crítica do partido político A ou B, sem jamais impulsionarem e / ou
construírem as organizações por locais de trabalho, outro item
repetidamente aprovado nos seminários de greve. Isso não é um erro. Isso
é um método: Centralizar ao máximo o poder de decisão nas mãos da
direção sindical, sob a desculpa de terem sido eleitos, sob a desculpa
de serem atacados pela empresa, defendendo cada vez mais uma concepção
atrasada de movimento ligada a concepção da democracia representativa,
ao invés da democracia direta ou democracia operária.
- Por fim, e com a maior “cara de pau” atribuem ao Lula, a
responsabilidade da retirada das punições. Precisam disso para disfarçar
que foi exatamente neste governo que as punições foram praticadas.
Quando o governo opta por governar e não transformar profundamente a
realidade objetiva, transforma a Petrobrás num balcão de negócios da
política escusa brasileira, acomodando os diversos “aliados” e antigos
“inimigos” com o objetivo de se perpetuar no poder, o que difere de
“transformar o poder”. Ao fazer isso, os setores mais truculentos
sentem-se à vontade para atacar as lideranças emergentes. E se essa
liberdade se transformar em bode-expiatório para rebaixar um ACT, melhor
ainda, para elles. A Dilma Roussef e o Lula são também os nossos
patrões. Punições e perseguições aos moldes da ditadura, e do nefasto
governo FHC, nada tem a ver com a transformação da empresa em direção
aos anseios dos trabalhadores.
Um convite à ousadia: Organize em seu local de trabalho comissões ou
organizações dos locais de trabalho. Somente assim as demandas
específicas serão atacadas de frente, como a nossa reivindicação por
transporte gratuito para a base Imbetiba e contra os desvios de funções,
reforçando a direção sindical para quando necessário for a luta por
nossos direitos. Não somos inimigos da direção sindical, pois nossas
críticas aqui presente são sinceras. Não somos ex-sindicalistas que
viraram gerentes! Estes sim cumprem agora mais claramente o papel de
nossos inimigos.
Organização do Local de Trabalho de Imbetiba,
dezembro de 2009
trabalhadores reunidos na sede de Imbetiba, na portaria da Praia
Campista, após sermos proibidos, assediados e ameaçados, caso
realizássemos tal reunião nas dependências da empresa, como já havíamos
feito no dia 30/11, segunda-feira dentro das instalações de Imbetiba (em
frente ao prédio Ferradaes), avaliamos a 4ª contra-proposta da empresa
para a nossa categoria bem como a conjuntura que nos levou termos uma
campanha que se arrasta até o presente mês de dezembro, quase 4 meses
após a data-base e do dissídio coletivo. Assim, decidimos por ampla
maioria elaborar esta CARTA ABERTA aos trabalhadores e trabalhadoras da
Bacia de Campos. Decidimos também por ampla maioria, que a proposta,
mesmo a despeito da retirada das punições e com pequenos avanços ainda é
INSUFICIENTE para atender aos nossos pleitos, anseios e esperanças,
acumulados nos últimos anos. Ainda mais por se tratar de um ano onde as
questões ditas: “sociais” estão em disputa! Portanto indicamos aos
demais companheiros e companheiras que rejeitem esta contra-proposta,
votando CONTRA o indicativo do Sindipetro-NF, pois entendemos que tática
da empresa é desgastar a categoria pelo aperto econômico usual de fim de
ano, mas também por que:
- Caso aceito, tal proposta trará no horizonte das próximas mobilizações
e reivindicações, ACTs e etc o método da PUNIÇÃO como estratégia da
empresa para disseminar o medo e enfraquecer nossa luta por mais e
melhores condições de trabalho, direitos e salários, levando a categoria
a aprovação de propostas rebaixadas. Precisamos denunciar e repelir esta
política nefasta de repressão do RH, para não deixar que se transforme
em moeda de barganha
- A 4ª Proposta da empresa é na realidade a terceira, simplesmente com a
retirada das punições da BACIA de CAMPOS. Entendemos que essa retirada é
fundamental e constitui um avanço, mas devemos reivindicar a retirada de
TODAS as punições praticadas pela empresa no último período. Nisso se
incluem a demissão de companheiros/ as, ocorrido em outras bases da FUP,
por ela própria anunciada, bem como o desconto dos dias parados nas
greves e paralisações ocorridos fora do período de março e em outras
bases sindicais não ligadas a FUP. Todas essas outras perseguições e
punições NÃO estão sendo removidos completamente, logo contrariando a
própria resolução da plenária da FUP ocorrida este ano no Paraná. A
questão piora quando verificamos que está sendo indicado pela nossa
direção sindical, o aceite da proposta, desconsiderando os processos de
perseguições e humilhações como, por exemplo, os cursos para “grevistas”
que vem ocorrendo toda a semana em Macaé, os quais sujeitam
trabalhadores ativistas da última greve a arcar com as despesas de
estadia na cidade, obrigando-os a assistir cursos morosos, entediantes
de “leitura de padrões” e “normas”. Novamente não há nada afirmado por
escrito sobre o compromisso da empresa em não praticar novas punições
decorrentes das mobilizações de toda a categoria até a presente data,
tal como a vigília em Cabiúnas, e nossa mobilização desta semana em
Imbetiba, bem como as operações-padrões e ações ocorridos nas
plataformas da Bacia de Campos e em outras bases sindicais petroleiras
do Brasil. Como no final da última greve, a empresa poderá esperar
oportunistamente um outro momento para praticá-las, se não houver um
acordo por escrito.
- Refutamos as afirmações direção do Sindipetro-NF de que não há
possibilidade de realizarmos ainda neste período uma greve vitoriosa que
arranque melhores propostas. Não é uma questão de “responsabilidade ou
de irresponsabilidade”, é uma questão de vontade política em superar as
dificuldades com coragem e obstinação, tão ausentes na maioria de nossas
atuais lideranças. Efetivamente o aumento da RMNR, NÃO significa que
haja GANHO REAL como propagandeia o RH da Petrobrás e a direção sindical
aceita isso sem maiores explanações! Pensamos que há um viés
economicista no aceite da proposta por parte da direção, quando esta
direção não explica as conseqüências nefastas de substituir nosso
salário base por um aumento em um adicional e não no salário base. Esse
fator não é menor nesta campanha: Ao não incidir um ganho real no
salário base a parte “volátil” de nossos salários cresce a cada ano,
fragiliza nossos direitos, discrimina os aposentados evitando que seus
rendimentos também aumentem, não entra nos cálculos para a
aposentadoria, previdência, FGTS e trará problemas no futuro, apesar de
ser taxado no Imposto de Renda! Essa tem sido a tática da empresa para
economizar com os custos da mão de obra: tratar de forma desigual e
combinada os salários, não repassando os aumentos aos aposentados e
evitando que os adicionais calculados sobre o salário base se elevem
igualmente. Lembremos que um dia esperamos também nos aposentarmos
dignamente, não debater isso é imediatismo. Não expor isso claramente a
categoria é sonegar informações e orientações preciosas, quando da
avaliação da proposta. Logo, achamos inaceitável essa postura omissa
neste momento, no debate de nosso ACT;
- A licença maternidade não é de 180 dias como propagandeado! As
companheiras gestantes deverão no primeiro mês solicitar a prorrogação
da licença! Isso revela toda a mesquinharia da empresa e a total
ignorância da direção do Sindipetro e da FUP para a questão das mulheres
trabalhadoras: Caso a gravidez apresente complicações como a mulher irá
solicitar até o primeiro mês a prorrogação deste direito, tal como está
escrito na proposta? Isso fará com que as companheiras sofram assédios
da gerência para serem “solidárias” e rejeitarem os dois meses de
prorrogação. Caso contrário o GD irá pesar! Não sejamos ingênuos;
- Não somos mercadoria! Logo nossa vida é preciosa e não tem preço. Nada
avança concretamente nas questões de segurança nos locais de trabalho, a
empresa não revela nenhum plano de investimentos nesta área e pior,
ataca as CIPAs e os Cipistas eleitos pelos trabalhadores;
- A direção sindical atual tem tido nos últimos debates, uma enorme
habilidade em dizer que a crítica que nós da organização do local de
trabalho de Imbetiba fazemos é a organização e a crítica da oposição, a
crítica do partido político A ou B, sem jamais impulsionarem e / ou
construírem as organizações por locais de trabalho, outro item
repetidamente aprovado nos seminários de greve. Isso não é um erro. Isso
é um método: Centralizar ao máximo o poder de decisão nas mãos da
direção sindical, sob a desculpa de terem sido eleitos, sob a desculpa
de serem atacados pela empresa, defendendo cada vez mais uma concepção
atrasada de movimento ligada a concepção da democracia representativa,
ao invés da democracia direta ou democracia operária.
- Por fim, e com a maior “cara de pau” atribuem ao Lula, a
responsabilidade da retirada das punições. Precisam disso para disfarçar
que foi exatamente neste governo que as punições foram praticadas.
Quando o governo opta por governar e não transformar profundamente a
realidade objetiva, transforma a Petrobrás num balcão de negócios da
política escusa brasileira, acomodando os diversos “aliados” e antigos
“inimigos” com o objetivo de se perpetuar no poder, o que difere de
“transformar o poder”. Ao fazer isso, os setores mais truculentos
sentem-se à vontade para atacar as lideranças emergentes. E se essa
liberdade se transformar em bode-expiatório para rebaixar um ACT, melhor
ainda, para elles. A Dilma Roussef e o Lula são também os nossos
patrões. Punições e perseguições aos moldes da ditadura, e do nefasto
governo FHC, nada tem a ver com a transformação da empresa em direção
aos anseios dos trabalhadores.
Um convite à ousadia: Organize em seu local de trabalho comissões ou
organizações dos locais de trabalho. Somente assim as demandas
específicas serão atacadas de frente, como a nossa reivindicação por
transporte gratuito para a base Imbetiba e contra os desvios de funções,
reforçando a direção sindical para quando necessário for a luta por
nossos direitos. Não somos inimigos da direção sindical, pois nossas
críticas aqui presente são sinceras. Não somos ex-sindicalistas que
viraram gerentes! Estes sim cumprem agora mais claramente o papel de
nossos inimigos.
Organização do Local de Trabalho de Imbetiba,
dezembro de 2009
Caros colegas,
Um ponto muito importante com relação à proposta de reajuste salarial apresentada pela Petrobrás e a qual já mencionei em outras mensagens, diz respeito ao famigerado recurso do RMNR (Remuneração Mínima Regional), tão defendido pela FUP, mas que traz no bojo danos irreparáveis e progressivos a todos os empregados da Petrobrás, sejam eles da ativa ou aposentados, repactuantes ou não-repactuantes.
O RMNR foi um artifício criado pelos "estrategistas" da Área de RH da Companhia visando duas coisas:
1) Desvincular o reajuste total de remuneração do pessoal da ativa dos aposentados e, assim, inibir a aplicação do Art. 41 do Regulamento PETROS.
2) De forma progressiva, lesar o valor da aposentadoria do pessoal em atividade, sejam da ativa ou aposentados, pois sobre o valor dessa remuneração RMNR não incide desconto da PETROS e, portanto, esse valor não será considerado por ocasião de sua aposentadoria.
É um golpe torpe e digno dessa turma que está nos comandos da Petrobrás, Petros e FUP e cujos reflexos sobre a qualidade de mão-de-obra da Companhia serão desastrosos, em razão da desestruturação das carreiras técnicas e perda de incentivos para permanência no emprego.
Outra manobra imoral em andamento trata-se da desestruturação da AMS, que a todos também irá atingir.
O que pretendem a PETROBRÁS e FUP com tudo isso?
Enquanto isso, vendem um falso discurso de o "Petróleo é Nosso" e defendem que a Petrobrás deve ser a responsável pela exploração do Pré-Sal.
Essas medidas e atitudes caminham nesse sentido, ou no da destruição da competência técnica da Petrobrás?
Wagner Paulino
Um ponto muito importante com relação à proposta de reajuste salarial apresentada pela Petrobrás e a qual já mencionei em outras mensagens, diz respeito ao famigerado recurso do RMNR (Remuneração Mínima Regional), tão defendido pela FUP, mas que traz no bojo danos irreparáveis e progressivos a todos os empregados da Petrobrás, sejam eles da ativa ou aposentados, repactuantes ou não-repactuantes.
O RMNR foi um artifício criado pelos "estrategistas" da Área de RH da Companhia visando duas coisas:
1) Desvincular o reajuste total de remuneração do pessoal da ativa dos aposentados e, assim, inibir a aplicação do Art. 41 do Regulamento PETROS.
2) De forma progressiva, lesar o valor da aposentadoria do pessoal em atividade, sejam da ativa ou aposentados, pois sobre o valor dessa remuneração RMNR não incide desconto da PETROS e, portanto, esse valor não será considerado por ocasião de sua aposentadoria.
É um golpe torpe e digno dessa turma que está nos comandos da Petrobrás, Petros e FUP e cujos reflexos sobre a qualidade de mão-de-obra da Companhia serão desastrosos, em razão da desestruturação das carreiras técnicas e perda de incentivos para permanência no emprego.
Outra manobra imoral em andamento trata-se da desestruturação da AMS, que a todos também irá atingir.
O que pretendem a PETROBRÁS e FUP com tudo isso?
Enquanto isso, vendem um falso discurso de o "Petróleo é Nosso" e defendem que a Petrobrás deve ser a responsável pela exploração do Pré-Sal.
Essas medidas e atitudes caminham nesse sentido, ou no da destruição da competência técnica da Petrobrás?
Wagner Paulino
Preços dos Combustíveis em Sergipe
DIEESE-SE
07.12.09
PREÇOS DA GASOLINA
Levantamento feito pelo DIEESE mostra que o preço médio da Gasolina vendida em Sergipe teve um aumento de 0,54% em Novembro comparado com mês de Outubro de 2009, no acumulado do ano de 2009 os preços aumentaram em 3,50% nos últimos 12 meses os preços da Gasolina nos postos sergipanos tiveram um crescimento de 2,90% em Novembro o preço médio praticados nos postos sergipanos foi de R$ 2, 605.
PREÇOS DO ÁLCOOL HIDRATADO
O preço médio do Álcool Hidratado vendido em Sergipe teve um aumento de 0,81% em Novembro comparado com mês de Outubro de 2009, no acumulado do ano de 2009 os preços aumentaram em 2,54% nos últimos 12 meses os preços do Álcool Hidratado nos postos sergipanos tiveram uma queda de -2,49% em Novembro o preço médio praticados nos postos sergipanos foi de R$ 1, 8590.
PREÇOS DO DIESEL
O preço médio do DIESEL vendido em Sergipe teve uma queda de -0,15% em Novembro comparado com mês de Outubro de 2009, no acumulado do ano de 2009 os preços caíram em -6,73% nos últimos 12 meses os preços do DIESEL nos postos sergipanos tiveram uma queda de -6,28% em Novembro o preço médio praticados nos postos sergipanos foi de R$ 1,9830.
Preços do GNV
O preço médio do GNV vendido em Sergipe teve um aumento de 2,46% em Novembro comparado com mês de Outubro de 2009, no acumulado do ano de 2009 os preços aumentaram em 2,12% nos últimos 12 meses os preços do GNV nos postos sergipanos tiveram um aumento de 2,99% em Outubro o preço médio praticados nos postos sergipanos foi de R$ 1, 8330.
PREÇOS DO GLP
O preço médio da GLP vendida em Sergipe teve uma queda de -0,65% em Novembro comparado com mês de Outubro de 2009, no acumulado do ano de 2009 os preços aumentaram em 7,85% nos últimos 12 meses os preços da GLP nos postos sergipanos tiveram um crescimento de 9,57% em Novembro o preço médio praticados nos postos sergipanos foi de R$ 35,05.
07.12.09
PREÇOS DA GASOLINA
Levantamento feito pelo DIEESE mostra que o preço médio da Gasolina vendida em Sergipe teve um aumento de 0,54% em Novembro comparado com mês de Outubro de 2009, no acumulado do ano de 2009 os preços aumentaram em 3,50% nos últimos 12 meses os preços da Gasolina nos postos sergipanos tiveram um crescimento de 2,90% em Novembro o preço médio praticados nos postos sergipanos foi de R$ 2, 605.
PREÇOS DO ÁLCOOL HIDRATADO
O preço médio do Álcool Hidratado vendido em Sergipe teve um aumento de 0,81% em Novembro comparado com mês de Outubro de 2009, no acumulado do ano de 2009 os preços aumentaram em 2,54% nos últimos 12 meses os preços do Álcool Hidratado nos postos sergipanos tiveram uma queda de -2,49% em Novembro o preço médio praticados nos postos sergipanos foi de R$ 1, 8590.
PREÇOS DO DIESEL
O preço médio do DIESEL vendido em Sergipe teve uma queda de -0,15% em Novembro comparado com mês de Outubro de 2009, no acumulado do ano de 2009 os preços caíram em -6,73% nos últimos 12 meses os preços do DIESEL nos postos sergipanos tiveram uma queda de -6,28% em Novembro o preço médio praticados nos postos sergipanos foi de R$ 1,9830.
Preços do GNV
O preço médio do GNV vendido em Sergipe teve um aumento de 2,46% em Novembro comparado com mês de Outubro de 2009, no acumulado do ano de 2009 os preços aumentaram em 2,12% nos últimos 12 meses os preços do GNV nos postos sergipanos tiveram um aumento de 2,99% em Outubro o preço médio praticados nos postos sergipanos foi de R$ 1, 8330.
PREÇOS DO GLP
O preço médio da GLP vendida em Sergipe teve uma queda de -0,65% em Novembro comparado com mês de Outubro de 2009, no acumulado do ano de 2009 os preços aumentaram em 7,85% nos últimos 12 meses os preços da GLP nos postos sergipanos tiveram um crescimento de 9,57% em Novembro o preço médio praticados nos postos sergipanos foi de R$ 35,05.
Posição da AEPET sobre Proposta de 2.12.09
AEPET DIRETO (04/12/09)
ACT 2009: AEPET E A PROPOSTA DA PETROBRÁS
A proposta apresentada pela Gerência de Recursos Humanos da Petrobrás, apresentada nesta quarta-feira (02/12), no âmbito do Acordo Coletivo de Trabalho 2009, mantem as discriminações entre ativos, aposentados e pensionistas, a exemplo dos anos anteriores.
A referida proposta da Empresa só se diferencia da anterior em razão da retirada das punições aos empregados da bacia de Campos.
O percentual de reajuste para ativos e aposentados foi mantido (4,36%, pelo IPCA) e só para os ativos, um aumento na RMNR (Remuneração Mínima por Nível e Regime), além de um abono no valor de 100% do salário.
Sabemos que o IPCA, bem como outros índices, são totalmente manipulados pelo Governo e nem sempre representam valores reais.
As parcelas da RMNR e do abono sofrem desconto para o INSS e IRPF . Entretanto, não são consideradas como salário, para cálculo do valor da futura aposentadoria. Por isso, os empregados da ativa são duplamente penalizados: sofrem descontos e não têm os valores recebidos contabilizados para a sua futura aposentadoria.
Além de tudo isso, o aumento da tabela salarial, somente pelo valor do IPCA, não traz nenhum aumento real, repondo, apenas, a inflação dos últimos 12 meses.
Com isso, o nível de remuneração dos petroleiros é mantido em nível bastante baixo, em relação a outras categorias de trabalhadores especializados.
Tal política de RH tem contribuído para a evasão de técnicos da Petrobrás para outras empresas, inclusive do setor petróleo. Assim, levam para as empresas concorrentes a experiência e os conhecimentos adquiridos na Petrobrás.
Com relação aos aposentados e pensionistas, a discriminação continua, pois a Empresa, coadjuvada pela FUP (Federação Única dos Petroleiros), vem rompendo as normas do Regulamento do Plano Petros. No artigo 41 destas normas, está estabelecido que os aumentos das aposentadorias devem ser iguais aos do pessoal da ativa. Para burlar este regulamento, a Petrobrás recorre aos aumentos indiretos, como a RMNR e abonos. Como resultado disso, há numerosas ações na Justiça. Muitas destas, já decidiram com ganhos favoráveis aos aposentados em 1ª e 2ª instâncias.
Outras categorias de trabalhadores têm conseguido aumentos reais entre 8 e 10%, graças a uma atitude firme dos sindicatos que defendem os seus interesses.
Pedimos a todos que reflitam bastante sobre as consequências de aceitarem propostas como a que agora está sendo apresentada pela Petrobrás.
Por todas essas razões, a AEPET rejeita qualquer proposta que traga perdas futuras para o pessoal da ativa e promova a discriminação entre estes e os aposentados e pensionistas, como é o caso da proposta atual.
Diretoria da AEPET
ACT 2009: AEPET E A PROPOSTA DA PETROBRÁS
A proposta apresentada pela Gerência de Recursos Humanos da Petrobrás, apresentada nesta quarta-feira (02/12), no âmbito do Acordo Coletivo de Trabalho 2009, mantem as discriminações entre ativos, aposentados e pensionistas, a exemplo dos anos anteriores.
A referida proposta da Empresa só se diferencia da anterior em razão da retirada das punições aos empregados da bacia de Campos.
O percentual de reajuste para ativos e aposentados foi mantido (4,36%, pelo IPCA) e só para os ativos, um aumento na RMNR (Remuneração Mínima por Nível e Regime), além de um abono no valor de 100% do salário.
Sabemos que o IPCA, bem como outros índices, são totalmente manipulados pelo Governo e nem sempre representam valores reais.
As parcelas da RMNR e do abono sofrem desconto para o INSS e IRPF . Entretanto, não são consideradas como salário, para cálculo do valor da futura aposentadoria. Por isso, os empregados da ativa são duplamente penalizados: sofrem descontos e não têm os valores recebidos contabilizados para a sua futura aposentadoria.
Além de tudo isso, o aumento da tabela salarial, somente pelo valor do IPCA, não traz nenhum aumento real, repondo, apenas, a inflação dos últimos 12 meses.
Com isso, o nível de remuneração dos petroleiros é mantido em nível bastante baixo, em relação a outras categorias de trabalhadores especializados.
Tal política de RH tem contribuído para a evasão de técnicos da Petrobrás para outras empresas, inclusive do setor petróleo. Assim, levam para as empresas concorrentes a experiência e os conhecimentos adquiridos na Petrobrás.
Com relação aos aposentados e pensionistas, a discriminação continua, pois a Empresa, coadjuvada pela FUP (Federação Única dos Petroleiros), vem rompendo as normas do Regulamento do Plano Petros. No artigo 41 destas normas, está estabelecido que os aumentos das aposentadorias devem ser iguais aos do pessoal da ativa. Para burlar este regulamento, a Petrobrás recorre aos aumentos indiretos, como a RMNR e abonos. Como resultado disso, há numerosas ações na Justiça. Muitas destas, já decidiram com ganhos favoráveis aos aposentados em 1ª e 2ª instâncias.
Outras categorias de trabalhadores têm conseguido aumentos reais entre 8 e 10%, graças a uma atitude firme dos sindicatos que defendem os seus interesses.
Pedimos a todos que reflitam bastante sobre as consequências de aceitarem propostas como a que agora está sendo apresentada pela Petrobrás.
Por todas essas razões, a AEPET rejeita qualquer proposta que traga perdas futuras para o pessoal da ativa e promova a discriminação entre estes e os aposentados e pensionistas, como é o caso da proposta atual.
Diretoria da AEPET
Situação da Leninha, 04/12 às 22h25min
Boa noite a todos !!!!
Informo que durante todo o dia a Leninha recebeu muito apoio de colegas de trabalho, aposentados e pessoas que passavam por aqui e se sensibilizavam com a sua luta.
Foi avaliada pela equipe do SAMU e no momento não esta apresentando qq queixa clinica. Ela esta hidratada , tranquila e muito otimista em virtude de todo o apoio recebido.
A equipe da rede Record esteve aqui fez uma reportagem que devera sair amanhã e domingo.
A ASTAPE\BA comprou alguns medicamentos que estavam faltando e o sr Melo provavelmente vai passar a noite aqui conosco.
Antecipadamente Leninha esta agradecendo muito a todos que direta ou indiretamente estão solidários com a sua situação que certamente trará um grande avanço para todos os trabalhadores.
Fiquem tranquilos que amanhã logo cedo ela fará um exame ( ensimas musculares) para reavaliar seu estado geral de saúde.
Um abraço,
Sheila
Informo que durante todo o dia a Leninha recebeu muito apoio de colegas de trabalho, aposentados e pessoas que passavam por aqui e se sensibilizavam com a sua luta.
Foi avaliada pela equipe do SAMU e no momento não esta apresentando qq queixa clinica. Ela esta hidratada , tranquila e muito otimista em virtude de todo o apoio recebido.
A equipe da rede Record esteve aqui fez uma reportagem que devera sair amanhã e domingo.
A ASTAPE\BA comprou alguns medicamentos que estavam faltando e o sr Melo provavelmente vai passar a noite aqui conosco.
Antecipadamente Leninha esta agradecendo muito a todos que direta ou indiretamente estão solidários com a sua situação que certamente trará um grande avanço para todos os trabalhadores.
Fiquem tranquilos que amanhã logo cedo ela fará um exame ( ensimas musculares) para reavaliar seu estado geral de saúde.
Um abraço,
Sheila
Do Leonardo Vereza para o Carlos Magno
Companheiro Carlos Magno,
Não há razões para pedir desculpas. O importante é nesses momentos defender a posição mais avançada. Muitas vezes isso inclusive passa por confrontar interesses imediatos da categoria, mas gera ao mesmo tempo reflexões para os trabalhadores. Estes inevitavelmente aprovam o acordo, mas cientes de que há cláusulas injustas e discriminatórias, que no entanto segundo seus pontos de vista são secundárias ou não podem ser superadas.
Saudações classistas e força na luta!
Leonardo Vereza
Não há razões para pedir desculpas. O importante é nesses momentos defender a posição mais avançada. Muitas vezes isso inclusive passa por confrontar interesses imediatos da categoria, mas gera ao mesmo tempo reflexões para os trabalhadores. Estes inevitavelmente aprovam o acordo, mas cientes de que há cláusulas injustas e discriminatórias, que no entanto segundo seus pontos de vista são secundárias ou não podem ser superadas.
Saudações classistas e força na luta!
Leonardo Vereza
Resultado da Assembléia em P-37, 04/11/2009
Olá, bom dia!
Infelizmente, durante a assembléia deste dia 4 de dezembro que ocorreu às 20 horas na sala da Recepção em P-37, não consegui convencer os demais trabalhadores a rejeitarem a 4ª proposta da Petrobrás.
Votaram a favor do indicativo de aceitação do Sindipetro-NF 22 trabalhadores, contrários 9, e uma abstenção.
Peço desculpas a todos os camaradas por não ter alcançado nosso objetivo durante o ato sucedido.
Até breve!
Saudações!
Infelizmente, durante a assembléia deste dia 4 de dezembro que ocorreu às 20 horas na sala da Recepção em P-37, não consegui convencer os demais trabalhadores a rejeitarem a 4ª proposta da Petrobrás.
Votaram a favor do indicativo de aceitação do Sindipetro-NF 22 trabalhadores, contrários 9, e uma abstenção.
Peço desculpas a todos os camaradas por não ter alcançado nosso objetivo durante o ato sucedido.
Até breve!
Saudações!
Resposta do Roberto Ribeiro ao Clarckson
RJ, 04/12/09
Companheiro, Clarkson Nascimento.
Não estou entendendo este seu e-mail, mas já que ele é público, então vou responde-lo. Qual é a mal forma que você diz que está sendo tratado por nós, Roberto Ribeiro, Agnelson Camilo e Sérgio Salgado ?
Eu, nunca falei para você e para ninguém que você só defende o Cancelamento dos Interditos Proibitórios, como também nunca lhe ofendi e lhe chamei de pelego, gostaria que você vosse mais claro e aonde quer chegar.
E quais são as outras insinuações e intervenções que faço a seu respeito e publicasse alguma mensagem eletrônica minha de creticando.
O que eu tenho lhe cobrado neste ACT/2009, é a defesa como você faz sobre a Greve unificada da categoria, não só você, como quase todos da Fnp, ou seja, com os 11 Sindipetros da Fup. Inclusive existe mensagens eletrônicas públicas, em nome da Direção do Sindipetro-AL/SE para Fup, para participar das Reuniões dos Conselhos Deliberativos.
No meu entender é um equivoco da sua parte e de outros que também defendem esta proposta, porém são deliberações de Diretoria ou da Base vamos levando....
Entendo que saímos da fup em 2006 para formarmos uma nova ferramenta, à FNP e sermos diferentes, por isso eu discorto deste procedimento do mesmo modo que você e outros companheiros na FNP discortam de alguns posicionamentos meus, mas nem por isso acho que vocês me desrespeitam.
Sobre o resultado desde ACT, todos nós Aposentados e Pensionistas já sabíamos, não será diferente dos outros TREZE ANOS, FARINHA POUCA MEU PIRÃO PRIMEIRO !
Sds.
Roberto Ribeiro
Direção da FNP
Diretor do Sindipetro-RJ
Conselheiro Deliberativo da Petros-Eleito
Companheiro, Clarkson Nascimento.
Não estou entendendo este seu e-mail, mas já que ele é público, então vou responde-lo. Qual é a mal forma que você diz que está sendo tratado por nós, Roberto Ribeiro, Agnelson Camilo e Sérgio Salgado ?
Eu, nunca falei para você e para ninguém que você só defende o Cancelamento dos Interditos Proibitórios, como também nunca lhe ofendi e lhe chamei de pelego, gostaria que você vosse mais claro e aonde quer chegar.
E quais são as outras insinuações e intervenções que faço a seu respeito e publicasse alguma mensagem eletrônica minha de creticando.
O que eu tenho lhe cobrado neste ACT/2009, é a defesa como você faz sobre a Greve unificada da categoria, não só você, como quase todos da Fnp, ou seja, com os 11 Sindipetros da Fup. Inclusive existe mensagens eletrônicas públicas, em nome da Direção do Sindipetro-AL/SE para Fup, para participar das Reuniões dos Conselhos Deliberativos.
No meu entender é um equivoco da sua parte e de outros que também defendem esta proposta, porém são deliberações de Diretoria ou da Base vamos levando....
Entendo que saímos da fup em 2006 para formarmos uma nova ferramenta, à FNP e sermos diferentes, por isso eu discorto deste procedimento do mesmo modo que você e outros companheiros na FNP discortam de alguns posicionamentos meus, mas nem por isso acho que vocês me desrespeitam.
Sobre o resultado desde ACT, todos nós Aposentados e Pensionistas já sabíamos, não será diferente dos outros TREZE ANOS, FARINHA POUCA MEU PIRÃO PRIMEIRO !
Sds.
Roberto Ribeiro
Direção da FNP
Diretor do Sindipetro-RJ
Conselheiro Deliberativo da Petros-Eleito
Entendimento do Companheiro da UNSEAL
Meu prezado Clarkson,
Tenho um verdadeiro respeito a você como colega, e uma grande admiração como amigo e sindicalista atuante e coerente, coisa rara em nossas representações sindicais do passado e do presente.
Aproveito o seu manifesto contra os tais camaradas citados no seu correio, porque é exatamente embasado na sua indignação que gostaria que os demais "representantes" tivessem a sensibilidade de entender o porquê da minha. Quando você diz que "Não devem ser tratados da como estão sendo pelos companheiros Agnelson, Sérgio Salgados e Roberto Ribeiro.", é exatamente assim que a categoria que atendeu ao chamado do sindicado e foi à assembléia exercer o seu direito de democraticamente escolher se aceitava ou não a proposta.
O que você está sentindo na pele pelo destrato dos ditos camaradas, é exatamente assim que estão se sentindo os que votaram a favor. E respeito não é apenas bom por um lado, mas por todos. É bom que alguém como você mostre às pessoas que compõem a tal direção colegiada, que respeito e consideração são uma via de mão dupla. E que pra se fazer respeitar é preciso exercer e praticar o respeito a todos.
E ao contrário do que você diz em seu comunicado, "que os que votaram a favor nem chegou a ser uma votação expressiva", sua colocação foi infeliz, até porque você mesmo sabe que em muitas outras ocasiões votamos propostas com menos pessoas envolvidas, e os resultados, por serem contra as propostas da empresa e compatíveis com os ideais do sindicato, foram aceitos.
Na verdade companheiro, o grande problema não está exatamente no sim ou no não de quem vota. Afinal esse é um direito universal e ninguém pode tirar de ninguém, mas a forma como a categoria vem sendo tratada pelos ditos representantes, que são tratados como inimigos. São, me permita a definição, uns verdadeiros destrambelhados. Existe um elo perdido entre siglas e suas tendências, todas correndo em busca de interesses, muitas vezes fora do contexto e alheios aos anseios da categoria que, como anteriormente falei, também está perdida e desinteressada em seu comodismo, talvez explicado pelo histórico decepcionante das más condutas de boa parte dos nossos representantes.
O resultado disso é que há anos, recebemos os mesmos reajustes ofertados pela empresa, mas muito depois das outras unidades operacionais já terem assinado e recebido os seus. Tudo por conta da truculência, arrogância e desequilíbrio das siglas que se dizem nos representar.
Atenciosamente,
Walbert Soares
Tenho um verdadeiro respeito a você como colega, e uma grande admiração como amigo e sindicalista atuante e coerente, coisa rara em nossas representações sindicais do passado e do presente.
Aproveito o seu manifesto contra os tais camaradas citados no seu correio, porque é exatamente embasado na sua indignação que gostaria que os demais "representantes" tivessem a sensibilidade de entender o porquê da minha. Quando você diz que "Não devem ser tratados da como estão sendo pelos companheiros Agnelson, Sérgio Salgados e Roberto Ribeiro.", é exatamente assim que a categoria que atendeu ao chamado do sindicado e foi à assembléia exercer o seu direito de democraticamente escolher se aceitava ou não a proposta.
O que você está sentindo na pele pelo destrato dos ditos camaradas, é exatamente assim que estão se sentindo os que votaram a favor. E respeito não é apenas bom por um lado, mas por todos. É bom que alguém como você mostre às pessoas que compõem a tal direção colegiada, que respeito e consideração são uma via de mão dupla. E que pra se fazer respeitar é preciso exercer e praticar o respeito a todos.
E ao contrário do que você diz em seu comunicado, "que os que votaram a favor nem chegou a ser uma votação expressiva", sua colocação foi infeliz, até porque você mesmo sabe que em muitas outras ocasiões votamos propostas com menos pessoas envolvidas, e os resultados, por serem contra as propostas da empresa e compatíveis com os ideais do sindicato, foram aceitos.
Na verdade companheiro, o grande problema não está exatamente no sim ou no não de quem vota. Afinal esse é um direito universal e ninguém pode tirar de ninguém, mas a forma como a categoria vem sendo tratada pelos ditos representantes, que são tratados como inimigos. São, me permita a definição, uns verdadeiros destrambelhados. Existe um elo perdido entre siglas e suas tendências, todas correndo em busca de interesses, muitas vezes fora do contexto e alheios aos anseios da categoria que, como anteriormente falei, também está perdida e desinteressada em seu comodismo, talvez explicado pelo histórico decepcionante das más condutas de boa parte dos nossos representantes.
O resultado disso é que há anos, recebemos os mesmos reajustes ofertados pela empresa, mas muito depois das outras unidades operacionais já terem assinado e recebido os seus. Tudo por conta da truculência, arrogância e desequilíbrio das siglas que se dizem nos representar.
Atenciosamente,
Walbert Soares
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
FORA DIEGO!
Editorial do Sindipetro RJ
04.12.2009
O Sindipetro- RJ, em 25/10/07 fez o enterro do Gerente de Recursos Humanos da Petrobrás, Sr Diego Hernandez, em frente à sede da empresa. A categoria sepultava simbolicamente a política de recursos humanos da companhia que nos coloca como “mendigos da indústria do petróleo” destinando à folha de pagamento míseros 3% do faturamento, menos da metade do que gasta as concorrentes.
Diego ataca dois pilares fundamentais de sustentação da relação entre a empresa e os petroleiros: o Plano Petros (previdência complementar) e a AMS (assistência médica). Em conluio explícito e numa relação promíscua com a Federação Única dos Petroleiros (FUP), o RH caminha em passos largos para sua empreitada. Nós que pensávamos enterrá-lo, fomos levados para o buraco.
Os aposentados, apostavam que com a chegada de Lula à presidência em 2003 acabaria a discriminação iniciada por FHC, mas se enganaram. Já amargam o 14º ano de desrespeito ao seu contrato, que lhes garantem receber até 90% do que ganhariam se estivessem na ativa. O RH apresentou mais uma vez proposta que discrimina os aposentados e ainda assim a FUP já indicou para as assembléias a aceitação.
Diego e a FUP, propõem a reabertura da repactuação para novas adesões no ACT, desrespeitando a lei que garante nesse tipo de relação o direito de os mantenedores também desrepactuarem. Coagir a categoria a aprovar no acordo coletivo a abertura da repactuação, coisas distintas, é um absurdo. Diego e a FUP tentaram reabrir a repactuação na eleição da Petros e foram fragorosamente derrotados pela categoria.
E na AMS, o RH propõe aumentar o valor pago aos profissionais de medicina. O aumento desse desconto aliado aos 4,36% merreca que vai indexar ao nosso salário básico, leva a categoria a pensar em abandonar a AMS, como sonha o RH. "O primeiro" a pedir para desembarcar da AMS e buscar um outro Plano do mercado serão os aposentados que vão receber só 4,36% de reajuste e mais nada e ainda vão pagar mais pela AMS.
E nada de colocar nossos pais na AMS e permitir o plano para os aposentados da Transpetro. Diego ainda propõe carência de 10 anos para os petroleiros pós 2010 terem direito a AMS na aposentadoria.
O RH, num gesto de “bondade”, propôs a abertura para 2010 do plano Petros 2 para os companheiros da Transpetro. Esse Plano, o Petros 2, não garante a aposentadoria de ninguém. Diferente do Plano Petros cujo garantidor é a Petrobrás e na adesão sabemos quanto pagamos e quanto vamos receber. No Petros 2, além de o mantenedor ser o próprio garantidor, sabemos quanto vamos pagar. O quanto vamos receber vai depender da valorização das aplicações. Defendemos que os companheiros entrem no Plano Petros 2 para estabelecerem ligação a um plano, sem ter que no futuro pagar jóias caríssimas impostos pela Petros.
Mesmo sendo um acordo rebaixado, a FUP propõe validade nas cláusulas sociais por 2 (dois) anos. Será que está tudo resolvido nas cláusulas sociais?
A FNP luta na justiça para acabar com a repactuação e abrirmos o Plano Petros para que a categoria tenha a oportunidade de, pelo menos, optar pelo Plano Petros, o de melhor concepção previdenciária do planeta, e por isso tem que ser fechado como fizeram com a da Enrom, a maior empresa americana de energia e outras da Europa que gerou perdas irreparáveis para os trabalhadores, principalmente aposentados e pensionistas. Diego cumpre a orientação da bolsa de Nova York, onde estão cerca de 40% das ações da Petrobrás. No passado derrotamos o Plano Petrobrás Vida, similar a Repactuação e a FUP estava do nosso lado. Foram cooptados, só não sabemos a troco de quê?
Mais do que nunca temos que exigir o “Fora Diego”. Não pelas inúmeras denúncias veiculadas pela grande imprensa, que julga e condena pessoas sem dar direito à defesa. Diego tem que sair do RH porque não reúne qualidades morais para ser gerente da Petrobrás. Escreveu em documentos oficiais e falou em vários auditórios da empresa que só implementaria a repactuação com 95% de adesão. Só conseguiu 52,8% e,a pedido da FUP, mudou as regras do jogo unilateralmente. Não devolveu as adesões daqueles que acreditaram na implementação somente com alcance da meta de 95%, o que faria qualquer gestor honesto. E validou o processo. Estamos falando de mudanças nas regras de aposentadoria de trabalhadores da maior empresa do Brasil. Diego agiu de forma leviana, iludindo os petroleiros em conluio com a FUP e, por isso, tem que sair. Até porque Diego com apoio da FUP não desiste de seu plano nefasto de destruir o Plano Petros e a AMS como querem os acionistas.
Fora Diego!
04.12.2009
O Sindipetro- RJ, em 25/10/07 fez o enterro do Gerente de Recursos Humanos da Petrobrás, Sr Diego Hernandez, em frente à sede da empresa. A categoria sepultava simbolicamente a política de recursos humanos da companhia que nos coloca como “mendigos da indústria do petróleo” destinando à folha de pagamento míseros 3% do faturamento, menos da metade do que gasta as concorrentes.
Diego ataca dois pilares fundamentais de sustentação da relação entre a empresa e os petroleiros: o Plano Petros (previdência complementar) e a AMS (assistência médica). Em conluio explícito e numa relação promíscua com a Federação Única dos Petroleiros (FUP), o RH caminha em passos largos para sua empreitada. Nós que pensávamos enterrá-lo, fomos levados para o buraco.
Os aposentados, apostavam que com a chegada de Lula à presidência em 2003 acabaria a discriminação iniciada por FHC, mas se enganaram. Já amargam o 14º ano de desrespeito ao seu contrato, que lhes garantem receber até 90% do que ganhariam se estivessem na ativa. O RH apresentou mais uma vez proposta que discrimina os aposentados e ainda assim a FUP já indicou para as assembléias a aceitação.
Diego e a FUP, propõem a reabertura da repactuação para novas adesões no ACT, desrespeitando a lei que garante nesse tipo de relação o direito de os mantenedores também desrepactuarem. Coagir a categoria a aprovar no acordo coletivo a abertura da repactuação, coisas distintas, é um absurdo. Diego e a FUP tentaram reabrir a repactuação na eleição da Petros e foram fragorosamente derrotados pela categoria.
E na AMS, o RH propõe aumentar o valor pago aos profissionais de medicina. O aumento desse desconto aliado aos 4,36% merreca que vai indexar ao nosso salário básico, leva a categoria a pensar em abandonar a AMS, como sonha o RH. "O primeiro" a pedir para desembarcar da AMS e buscar um outro Plano do mercado serão os aposentados que vão receber só 4,36% de reajuste e mais nada e ainda vão pagar mais pela AMS.
E nada de colocar nossos pais na AMS e permitir o plano para os aposentados da Transpetro. Diego ainda propõe carência de 10 anos para os petroleiros pós 2010 terem direito a AMS na aposentadoria.
O RH, num gesto de “bondade”, propôs a abertura para 2010 do plano Petros 2 para os companheiros da Transpetro. Esse Plano, o Petros 2, não garante a aposentadoria de ninguém. Diferente do Plano Petros cujo garantidor é a Petrobrás e na adesão sabemos quanto pagamos e quanto vamos receber. No Petros 2, além de o mantenedor ser o próprio garantidor, sabemos quanto vamos pagar. O quanto vamos receber vai depender da valorização das aplicações. Defendemos que os companheiros entrem no Plano Petros 2 para estabelecerem ligação a um plano, sem ter que no futuro pagar jóias caríssimas impostos pela Petros.
Mesmo sendo um acordo rebaixado, a FUP propõe validade nas cláusulas sociais por 2 (dois) anos. Será que está tudo resolvido nas cláusulas sociais?
A FNP luta na justiça para acabar com a repactuação e abrirmos o Plano Petros para que a categoria tenha a oportunidade de, pelo menos, optar pelo Plano Petros, o de melhor concepção previdenciária do planeta, e por isso tem que ser fechado como fizeram com a da Enrom, a maior empresa americana de energia e outras da Europa que gerou perdas irreparáveis para os trabalhadores, principalmente aposentados e pensionistas. Diego cumpre a orientação da bolsa de Nova York, onde estão cerca de 40% das ações da Petrobrás. No passado derrotamos o Plano Petrobrás Vida, similar a Repactuação e a FUP estava do nosso lado. Foram cooptados, só não sabemos a troco de quê?
Mais do que nunca temos que exigir o “Fora Diego”. Não pelas inúmeras denúncias veiculadas pela grande imprensa, que julga e condena pessoas sem dar direito à defesa. Diego tem que sair do RH porque não reúne qualidades morais para ser gerente da Petrobrás. Escreveu em documentos oficiais e falou em vários auditórios da empresa que só implementaria a repactuação com 95% de adesão. Só conseguiu 52,8% e,a pedido da FUP, mudou as regras do jogo unilateralmente. Não devolveu as adesões daqueles que acreditaram na implementação somente com alcance da meta de 95%, o que faria qualquer gestor honesto. E validou o processo. Estamos falando de mudanças nas regras de aposentadoria de trabalhadores da maior empresa do Brasil. Diego agiu de forma leviana, iludindo os petroleiros em conluio com a FUP e, por isso, tem que sair. Até porque Diego com apoio da FUP não desiste de seu plano nefasto de destruir o Plano Petros e a AMS como querem os acionistas.
Fora Diego!
Opinião de Sergio Salgado sobre a Leninha
Companheiros, boa tarde !!!
Em 17/7/2007 ocorreu uma tragédia com a queda do vôo 3054 da TAM, vindo do RS e desabando sobre SP matando 200 pessoas. Nele perdeu a vida um petroleiro de nome Fábio.
Estávamos em plena guerra da repactuação com a questão da assinatura dos novos no Plano Petros 2. Fábio foi um deles.
Colei o Primeira Mão 812, para que todos recordem, a canalhice, a cafajestice de gente totalmente insensível e insensata que tripudiando sobre a tragédia, ainda assim usou-a como propaganda para assinatura do Plano Petros.
O ato em si foi tão degradante, tão revoltante que a PUF em seguida foi obrigada a se desculpar. Se todos recordarem nossas entidades anti-PUF caíram de pau pelo absurdo da situação.
A companheira Leninha, em outra insensatez (a origem dos atos é a mesma) das gerências de RH da Petrobrás foi demitida, teve salários suspensos e por conta disso está em uma situação absolutamente terrível e assumindo um risco pessoal do tudo ou nada.
De imediato nosso fórum de debates, fundopetros, lançou campanha nacional pedindo a contribuição para que se ajude financeiramente a companheira, depositando o que se puder na conta dela ou na minha própria conta (repassado a ela quase imediatamente). Mas isso não basta e apoiando proposta do companheiro Eduardo aqui no Litoral Paulista em assembléia, votou-se pelo encaminhamento de se propor à FNP que bancasse ao menos a questão dos remédios (em torno de R$ 4.000,00 mensais). ISSO ATÉ AGORA NÃO FOI FEITO.
Temos todos bem claro em nossas consciências que a tragédia da companheira Leninha até há pouco era de total e só e somente da responsabilidade dos órgãos de RH da Petrobrás.
Como eu disse: ATÉ HÁ POUCO. Entendo claramente que a partir de agora se a tragédia chegar ao seu final a divisão dela será de TODOS OS SENHORES DIRIGENTES DA FRENTE NACIONAL DE PETROLEIROS QUE NÃO TOMARAM QUALQUER PROVIDÊNCIA.
Uma coisa é não termos como fazer a outra coisa é não querermos fazer. Espero que os companheiros não queiram fabricar um cadáver em suas lutas para usá-lo, da mesma forma que a PUF usou a tragédia do Fábio no acidente da TAM para vender uma imundície de plano de aposentadoria à classe trabalhadora.
Corram companheiros pois o tempo está se esvaindo.
Sérgio Salgado
Em 17/7/2007 ocorreu uma tragédia com a queda do vôo 3054 da TAM, vindo do RS e desabando sobre SP matando 200 pessoas. Nele perdeu a vida um petroleiro de nome Fábio.
Estávamos em plena guerra da repactuação com a questão da assinatura dos novos no Plano Petros 2. Fábio foi um deles.
Colei o Primeira Mão 812, para que todos recordem, a canalhice, a cafajestice de gente totalmente insensível e insensata que tripudiando sobre a tragédia, ainda assim usou-a como propaganda para assinatura do Plano Petros.
O ato em si foi tão degradante, tão revoltante que a PUF em seguida foi obrigada a se desculpar. Se todos recordarem nossas entidades anti-PUF caíram de pau pelo absurdo da situação.
A companheira Leninha, em outra insensatez (a origem dos atos é a mesma) das gerências de RH da Petrobrás foi demitida, teve salários suspensos e por conta disso está em uma situação absolutamente terrível e assumindo um risco pessoal do tudo ou nada.
De imediato nosso fórum de debates, fundopetros, lançou campanha nacional pedindo a contribuição para que se ajude financeiramente a companheira, depositando o que se puder na conta dela ou na minha própria conta (repassado a ela quase imediatamente). Mas isso não basta e apoiando proposta do companheiro Eduardo aqui no Litoral Paulista em assembléia, votou-se pelo encaminhamento de se propor à FNP que bancasse ao menos a questão dos remédios (em torno de R$ 4.000,00 mensais). ISSO ATÉ AGORA NÃO FOI FEITO.
Temos todos bem claro em nossas consciências que a tragédia da companheira Leninha até há pouco era de total e só e somente da responsabilidade dos órgãos de RH da Petrobrás.
Como eu disse: ATÉ HÁ POUCO. Entendo claramente que a partir de agora se a tragédia chegar ao seu final a divisão dela será de TODOS OS SENHORES DIRIGENTES DA FRENTE NACIONAL DE PETROLEIROS QUE NÃO TOMARAM QUALQUER PROVIDÊNCIA.
Uma coisa é não termos como fazer a outra coisa é não querermos fazer. Espero que os companheiros não queiram fabricar um cadáver em suas lutas para usá-lo, da mesma forma que a PUF usou a tragédia do Fábio no acidente da TAM para vender uma imundície de plano de aposentadoria à classe trabalhadora.
Corram companheiros pois o tempo está se esvaindo.
Sérgio Salgado
Resposta do Sérgio Salgado ao Clarckson
Companheiro Clárkson, boa tarde !!!
Favor reler minhas mensagens. Em nenhum momento disse que você ou o Sindipetro SE/AL ou qualquer outro da FNP eram ou estavam pelegando.
Estou cobrando sim, postura. Vamos brigar nas bases da PUF, vamos. Porém VAMOS PARAR DE QUERER QUE ESSES TRAIDORES sentem conosco. Me reportei a você, por considerá-lo uma das mais experientes lideranças da FNP, mas é lógico que isso atinge os 6 sindipetros e, inclusive as lideranças das oposições da Frente enquistadas nos sindipetros da PUF.
Foi inaceitável o comportamento da frente naquela reunião onde o dragão deitou e rolou e simplesmente vetou participantes na mesa de negociações. Lembro bem que escutei de vocês em determinada reunião que fizemos, que os companheiros não trabalhavam com veto. Pois é, nesse caso aceitaram. A reunão deveria ter sido suspensa por vocês. Nosso grupo da FNP está sendo tratada que nem gado pelo RH e os companheiros permitem ou permitiram.
Nesta última reunião da FNP com o RH a questão foi pior. A FNP foi lá e recebeu a proposta negociada pela PUF. Já sabia disso e foi. Para quê ?
Houve alguma inverdade nos informes que passei sobre a mobilização ? Foram informes que recebi das várias bases citando possíveis falhas e faltas de complementação mas verdadeiros.
Estou criticando e vou criticar sim tudo aquilo que me lembrar a PUF e sua forma de agir. Nós não fomos avalistas da Frente Nacional para substituir 6 por meia dúzia.
Queremos um sindicalismo que defenda a categoria e ainda que não podendo avançar, conte a verdade. Cansamos das mentiras da PUF, cansamos de ser tratados como idiotas, cansamos de ser vaquinhas de presépio.
Quanto ao que teriam dito o Roberto e o Agnélson, não posso me manifestar pois não tomei conhecimento nem sou do que se tratava.
Gosto de escrever e assinar embaixo do que falo e sustento. Se houver algum erro, aponte que eu terei o cuidado de rever e pedir desculpas.
Quanto ao meu posicionamento como conselheiro suplente na Petros, apesar de não poder dar meu voto, faço manifestações sempre e todas em defesa dos nossos participantes, assim como fazia o companheiro Guilherme, assim como faz o companheiro Fernando Siqueira, assim como faz o companheiro Sílvio Sinedino, assim como faz o companheiro Oscar Ângelo Scottá e também como devem fazer todos os nossos conselheiros titulares e suplentes do conselho deliberativo. Fomos eleitos para isso e não estamos fazendo nada mais que a nossa obrigação.
Sérgio Salgado
Favor reler minhas mensagens. Em nenhum momento disse que você ou o Sindipetro SE/AL ou qualquer outro da FNP eram ou estavam pelegando.
Estou cobrando sim, postura. Vamos brigar nas bases da PUF, vamos. Porém VAMOS PARAR DE QUERER QUE ESSES TRAIDORES sentem conosco. Me reportei a você, por considerá-lo uma das mais experientes lideranças da FNP, mas é lógico que isso atinge os 6 sindipetros e, inclusive as lideranças das oposições da Frente enquistadas nos sindipetros da PUF.
Foi inaceitável o comportamento da frente naquela reunião onde o dragão deitou e rolou e simplesmente vetou participantes na mesa de negociações. Lembro bem que escutei de vocês em determinada reunião que fizemos, que os companheiros não trabalhavam com veto. Pois é, nesse caso aceitaram. A reunão deveria ter sido suspensa por vocês. Nosso grupo da FNP está sendo tratada que nem gado pelo RH e os companheiros permitem ou permitiram.
Nesta última reunião da FNP com o RH a questão foi pior. A FNP foi lá e recebeu a proposta negociada pela PUF. Já sabia disso e foi. Para quê ?
Houve alguma inverdade nos informes que passei sobre a mobilização ? Foram informes que recebi das várias bases citando possíveis falhas e faltas de complementação mas verdadeiros.
Estou criticando e vou criticar sim tudo aquilo que me lembrar a PUF e sua forma de agir. Nós não fomos avalistas da Frente Nacional para substituir 6 por meia dúzia.
Queremos um sindicalismo que defenda a categoria e ainda que não podendo avançar, conte a verdade. Cansamos das mentiras da PUF, cansamos de ser tratados como idiotas, cansamos de ser vaquinhas de presépio.
Quanto ao que teriam dito o Roberto e o Agnélson, não posso me manifestar pois não tomei conhecimento nem sou do que se tratava.
Gosto de escrever e assinar embaixo do que falo e sustento. Se houver algum erro, aponte que eu terei o cuidado de rever e pedir desculpas.
Quanto ao meu posicionamento como conselheiro suplente na Petros, apesar de não poder dar meu voto, faço manifestações sempre e todas em defesa dos nossos participantes, assim como fazia o companheiro Guilherme, assim como faz o companheiro Fernando Siqueira, assim como faz o companheiro Sílvio Sinedino, assim como faz o companheiro Oscar Ângelo Scottá e também como devem fazer todos os nossos conselheiros titulares e suplentes do conselho deliberativo. Fomos eleitos para isso e não estamos fazendo nada mais que a nossa obrigação.
Sérgio Salgado
Trabalhador doente não perde plano empresarial e AMS
Isso vale para AMS
Trabalhador que teve contrato de trabalho suspenso por motivo de doença não pode ficar sem o plano de saúde empresarial. Com base nesse entendimento, a 6ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho negou recurso da WMS Supermercados do Brasil Ltda.
“O direito do trabalho considera que, na hipótese de suspensão de contrato de trabalho (por motivo alheio à vontade do trabalhador), o fator suspensão é de tal natureza que seus efeitos contrários ao trabalhador devem ser minorados”, afirmou o ministro Maurício Godinho Delgado.
O ministro disse que o “ônus da suspensão” também teria de ser distribuído para o empregador. “Havendo plano médico normalmente suportado pela empresa, deve ser mantido exatamente nos momentos em que é mais necessário, ou seja, nos períodos de afastamento previdenciário por razões de saúde do trabalhador”, afirmou.
O trabalhador teve seu contrato suspenso, com a interrupção do plano de saúde da empresa, quando estava recebendo auxílio-doença pelo INSS. Inconformado, entrou com uma ação trabalhista solicitando indenização pelas despesas médicas que teve que arcar individualmente.
O Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (RS), por onde o caso tramitou, entendeu que o plano de saúde não se confunde com salário. Por isso não poderia ser sustado com a suspensão do contrato. “A obrigação previdenciária do Estado não exclui a da empresa, que é contratual, e a cobertura do INSS é bem inferior àquela garantida pelo plano de saúde que a empresa obrigou-se a manter”, afirmaram os desembargadores.
A empresa recorreu ao TST, que manteve a decisão de segunda instância. Com informações da Assessoria de Imprensa do TST.
AIRR-968/2004-028-04-40.6
Trabalhador que teve contrato de trabalho suspenso por motivo de doença não pode ficar sem o plano de saúde empresarial. Com base nesse entendimento, a 6ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho negou recurso da WMS Supermercados do Brasil Ltda.
“O direito do trabalho considera que, na hipótese de suspensão de contrato de trabalho (por motivo alheio à vontade do trabalhador), o fator suspensão é de tal natureza que seus efeitos contrários ao trabalhador devem ser minorados”, afirmou o ministro Maurício Godinho Delgado.
O ministro disse que o “ônus da suspensão” também teria de ser distribuído para o empregador. “Havendo plano médico normalmente suportado pela empresa, deve ser mantido exatamente nos momentos em que é mais necessário, ou seja, nos períodos de afastamento previdenciário por razões de saúde do trabalhador”, afirmou.
O trabalhador teve seu contrato suspenso, com a interrupção do plano de saúde da empresa, quando estava recebendo auxílio-doença pelo INSS. Inconformado, entrou com uma ação trabalhista solicitando indenização pelas despesas médicas que teve que arcar individualmente.
O Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (RS), por onde o caso tramitou, entendeu que o plano de saúde não se confunde com salário. Por isso não poderia ser sustado com a suspensão do contrato. “A obrigação previdenciária do Estado não exclui a da empresa, que é contratual, e a cobertura do INSS é bem inferior àquela garantida pelo plano de saúde que a empresa obrigou-se a manter”, afirmaram os desembargadores.
A empresa recorreu ao TST, que manteve a decisão de segunda instância. Com informações da Assessoria de Imprensa do TST.
AIRR-968/2004-028-04-40.6
Pedido à Leninha para suspender a Greve de Fome
Companheira Leninha, boa tarde !!!
Recebi de um dos nossos colaboradores pedido para que fosse o portador de um apelo e o faço com respeito e de todo o coração.
Companheira Leninha sua luta, nossa luta, não pode se encerrar dessa forma. Eles, nossos inimigos, não valem sua vida. Sua vida é de fundamental importância para os seus.
Peço em meu nome, em nome do Gérson e creio em nome também de todos quantos estão acompanhando essa luta, faça a mobilização, mas SUSPENDA A GREVE DE FOME. Na sua atual situação de saúde, é o mesmo que um suicídio.
Nesta república de sindicalistas carreiristas onde prevalece o cargo conquistado eles estão torcendo para que você morra. Você os incomoda viva. A morte levará tudo para o esquecimento e eles irão sentar no amarelinho para tomar um chopinho comemorando. Eles não valem isso, sequer têm consciência da sua grandeza como pessoa.
Lembre-se: "Somos responsáveis por aqueles que cativamos!"
Sérgio Salgado
Moderador do Fundopetros
Recebi de um dos nossos colaboradores pedido para que fosse o portador de um apelo e o faço com respeito e de todo o coração.
Companheira Leninha sua luta, nossa luta, não pode se encerrar dessa forma. Eles, nossos inimigos, não valem sua vida. Sua vida é de fundamental importância para os seus.
Peço em meu nome, em nome do Gérson e creio em nome também de todos quantos estão acompanhando essa luta, faça a mobilização, mas SUSPENDA A GREVE DE FOME. Na sua atual situação de saúde, é o mesmo que um suicídio.
Nesta república de sindicalistas carreiristas onde prevalece o cargo conquistado eles estão torcendo para que você morra. Você os incomoda viva. A morte levará tudo para o esquecimento e eles irão sentar no amarelinho para tomar um chopinho comemorando. Eles não valem isso, sequer têm consciência da sua grandeza como pessoa.
Lembre-se: "Somos responsáveis por aqueles que cativamos!"
Sérgio Salgado
Moderador do Fundopetros
CONVOCAÇÃO REUNIÃO DO CF DA OAB, 08/12
O Presidente deste Conselho Federal da OAB, Dr. Cezar Britto, convoca as entidades que participaram da MARCHA em Defesa da Cidadania e do Poder Judiciário, contra o Calote - contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 12/06 - para realizarem reunião na data de 08/12/2009, às 11h00, no edifício Sede Conselho Federal da OAB-7º andar – Salão Nobre, Brasília-DF, com o objetivo de detalhar a Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) que a OAB deverá ajuizar contra a citada emenda aprovada e que altera por completo as regras para o pagamento de precatórios no Brasil.
Gabinete da Presidência
(61) 2193.9607
(61) 2193.9653
Gabinete da Presidência
(61) 2193.9607
(61) 2193.9653
Opinião de Pedro Carvalho da AEPET
Companheiros de Macaé
O que se previa aconteceu. A Petrobrás e a FUP se reuniram e "tiraram o bode da sala", isto é retiraram as punições!
Entretanto a proposta econômica continua a mesma com aumento pelo IPCA e com aumentos indiretos para os ativos.
Lembro que RMNR e abonos têm desconto de IR e INSS mas não contam para a aposentadoria pois não são incorporados ao salário.
Assim, esta 4a proposta tambem não serve quer para ativos quer para aposentados.
Não podemos aceitar um aumento simples pelo IPCA sem ganho real.
Precisamos rejeitar tambem esta proposta.
Ela ainda trás discriminações, inclusive com carência para os ativos quanto à AMS!
Estamos todos juntos nesta luta.
Sds
Pedro Carvalho - Vice-Presidente da AEPET
O que se previa aconteceu. A Petrobrás e a FUP se reuniram e "tiraram o bode da sala", isto é retiraram as punições!
Entretanto a proposta econômica continua a mesma com aumento pelo IPCA e com aumentos indiretos para os ativos.
Lembro que RMNR e abonos têm desconto de IR e INSS mas não contam para a aposentadoria pois não são incorporados ao salário.
Assim, esta 4a proposta tambem não serve quer para ativos quer para aposentados.
Não podemos aceitar um aumento simples pelo IPCA sem ganho real.
Precisamos rejeitar tambem esta proposta.
Ela ainda trás discriminações, inclusive com carência para os ativos quanto à AMS!
Estamos todos juntos nesta luta.
Sds
Pedro Carvalho - Vice-Presidente da AEPET
O calculo da RMNR está errado! É uma demanda de muitos
Clarckson,
uma das questões que mobiliza os trabalhadores de Pilar, nos diversos encontros e debates, é a questão da forma como a RMNR vem sendo paga pela Petrobras (vários correios sobre esse tema inundou os blogs, as comunidades da campanha). No informe FUP datado de 01/12/2009, onde ela aponta para a aceitação da terceira proposta alegando que a empresa revogará as punições de março (esquecendo até as demais punções pos março), ele também cita, no primeiro paágrafo, que a proposta é igual a anterior, somente haverá algumas correções redacionais. Ai é onde mora o problema: com certeza a Petrobras vai modificar a redação da cláusula 35 e 30, do ACT Petrobras e transpetro, respectivamente.
Sendo assim, acho que devemos utilizar dessa permicividade fupista para denunciá-los nas bases. Como também potencializar essa discursão nas nossas bases e nas oposições à FUP, no sentido de não assinar tal acordo com tais mudança na redação.
Lógico...Também garantir as demais bandeiras já aprovada nas assembléias da categoria.
Mário Rato
uma das questões que mobiliza os trabalhadores de Pilar, nos diversos encontros e debates, é a questão da forma como a RMNR vem sendo paga pela Petrobras (vários correios sobre esse tema inundou os blogs, as comunidades da campanha). No informe FUP datado de 01/12/2009, onde ela aponta para a aceitação da terceira proposta alegando que a empresa revogará as punições de março (esquecendo até as demais punções pos março), ele também cita, no primeiro paágrafo, que a proposta é igual a anterior, somente haverá algumas correções redacionais. Ai é onde mora o problema: com certeza a Petrobras vai modificar a redação da cláusula 35 e 30, do ACT Petrobras e transpetro, respectivamente.
Sendo assim, acho que devemos utilizar dessa permicividade fupista para denunciá-los nas bases. Como também potencializar essa discursão nas nossas bases e nas oposições à FUP, no sentido de não assinar tal acordo com tais mudança na redação.
Lógico...Também garantir as demais bandeiras já aprovada nas assembléias da categoria.
Mário Rato
Opinião de Sérgio Salgado / Conselheiro da Petros, 2/12
Sugiro aos companheiros que façam agora novo expediente à "nossa" Federação (PUF) e conclamem o pastor moraes (aquele que se abraça ao lula e ao gabrielli, ou seja está bem encaminhado na vida) a virem ajudar a construir a nossa greve em defesa dos nossos punidos
O que os companheiros estavam querendo? Fazer o verdadeiro sindicalismo ou o seu arremedo ? Preferiram este último ao servirem de escada para os traidores da categoria. Durante todo este processo fingiram que nos defendiam. Trataram-nos e a toda a categoria como idiotas. Só servimos para levantar as mãos nas horas que eles nos pedem.
Reafirmo a todos ESTOU ENOJADO. Conversei durante todo este processo e avisei diversos companheiros o que estava acontecendo e que a coisa iria piorar, mas também avisei que ficaria calado para não dizerem que eu era um maluco que atirava para tudo que era lado.
Considero este ACT encerrado, portanto, me sinto livre para ir para a guerra novamente. Foi um pouco difícil derrotar a PUF, hoje temos mais experiência e não podemos aceitar que a construção de uma nova entidade siga a passos claudicantes, enterrando nosso sonho porque estão mais preocupados com vaidades e poder.
Tentamos montar uma Frente que fosse à luta e mostrasse a todos o quanto o petroleiro é importante, parece que não deu certo. Não tem problema, vamos tentar montar um ajuntamento. Um dia acertamos, o que não pode é ficar como está. CHEGA !!!
Nunca estivemos em tão boa situação para avançar sobre as bases inimigas, mas preferimos guerrear entre nós. O processo é o mesmo montado pela Articulação Sindical de triste lembrança
É o terceiro ACT (não estou contando o de 2006, pois pegamos o bonde andando) que estamos levando chumbo. Até quando meu Deus ?????
Sérgio Salgado
PS - enquanto isso nossa companheira LENINHA está morrendo !!!!!
O que os companheiros estavam querendo? Fazer o verdadeiro sindicalismo ou o seu arremedo ? Preferiram este último ao servirem de escada para os traidores da categoria. Durante todo este processo fingiram que nos defendiam. Trataram-nos e a toda a categoria como idiotas. Só servimos para levantar as mãos nas horas que eles nos pedem.
Reafirmo a todos ESTOU ENOJADO. Conversei durante todo este processo e avisei diversos companheiros o que estava acontecendo e que a coisa iria piorar, mas também avisei que ficaria calado para não dizerem que eu era um maluco que atirava para tudo que era lado.
Considero este ACT encerrado, portanto, me sinto livre para ir para a guerra novamente. Foi um pouco difícil derrotar a PUF, hoje temos mais experiência e não podemos aceitar que a construção de uma nova entidade siga a passos claudicantes, enterrando nosso sonho porque estão mais preocupados com vaidades e poder.
Tentamos montar uma Frente que fosse à luta e mostrasse a todos o quanto o petroleiro é importante, parece que não deu certo. Não tem problema, vamos tentar montar um ajuntamento. Um dia acertamos, o que não pode é ficar como está. CHEGA !!!
Nunca estivemos em tão boa situação para avançar sobre as bases inimigas, mas preferimos guerrear entre nós. O processo é o mesmo montado pela Articulação Sindical de triste lembrança
É o terceiro ACT (não estou contando o de 2006, pois pegamos o bonde andando) que estamos levando chumbo. Até quando meu Deus ?????
Sérgio Salgado
PS - enquanto isso nossa companheira LENINHA está morrendo !!!!!
Porque a dívida externa não acabou
02/12/2009
Coordenação da Auditoria Cidadã da Dívida
A dívida externa apresentou crescimento agressivo na década de 70, quando os bancos privados se encontravam abarrotados de petrodólares gerados pela alta do preço do petróleo no mercado internacional e também devido aos reflexos monetários decorrentes da decisão dos EUA de desvincular o dólar do ouro.
O Brasil se encontrava submetido à ditadura militar e não havia qualquer transparência sobre o endividamento galopante da época, tendo a dívida externa saltado de cerca de US$ 5 bilhões em 1970 para US$ 85 bi em 1982, apesar de termos pago US$ 99 bilhões a título de juros e amortizações no período. Em meio a tremenda crise financeira mundial provocada principalmente pela elevação unilateral das taxas de juros internacionais pelos EUA, em 1983 o Brasil ingressou em sucessivas renegociações desfavoráveis e onerosas com os bancos privados internacionais, permeadas por forte interferência do FMI, tanto no processo de endividamento como na economia nacional, por meio dos programas de ajuste fiscal. Em 1995 houve a transformação de grande parte da dívida em títulos – bônus Brady – operação que exigiu que o Brasil comprasse garantias no valor de US$3, 8 bilhões somente para dar segurança ao mercado. A partir de 1995, acelerou-se a emissão de vários outros títulos da dívida externa.
Em 2005, quando a dívida externa ultrapassava o patamar de US$ 200 bilhões, a dívida externa teve outra relevante redução explicada principalmente pelo pagamento antecipado ao FMI no valor de US$ 15,5 bilhões, cujos juros eram de cerca de 4% ao ano. Simultaneamente a esse pagamento da dívida com o FMI, verificou-se que o Brasil acelerou a emissão de títulos da dívida externa a taxas de juros muito mais elevadas, variando de 7,5 a 12% ao ano, e aumentou o endividamento “interno” a juros de 19% ao ano na época (sendo que os investidores externos ganharam 35% devido à variação cambial). Desta forma, a dívida simplesmente mudou de mãos. Deixamos de dever ao FMI para dever àqueles que adquiriram os títulos da dívida externa e “interna”, que renderiam muito mais aos seus detentores. Além de trocar dívida mais barata por dívida mais cara, não ficamos livres das imposições do FMI, tais como a realização de elevado superávit primário, reforma da previdência, privatizações, liberdade de capitais, dentre outras.
Desta forma, continuamos pagando a dívida externa, que alcançou o patamar de US$ 267 bilhões em 2008, apesar da propaganda de que somos credores, inclusive perante o FMI. Há um grande equívoco em deduzir que “a dívida externa acabou” ante a simples comparação entre o atual montante da dívida externa e o imenso volume de reservas internacionais acumuladas pelo Brasil, em torno de US$ 230 bilhões atualmente. Em primeiro lugar, tal simplificação leva a uma distorção de nossas reais obrigações e compromissos com o exterior, pois a dívida externa não é o único componente do passivo externo brasileiro1. Em segundo lugar, a dívida externa nos obriga ao pagamento de juros e demais comissões e taxas que representam um custo anual de cerca de 10%, em média, ao passo que as reservas internacionais encontram-se, em sua grande maioria, aplicadas em títulos da dívida norte-americana que não rendem quase nada. O mais grave é que para acumular esse enorme “colchão” de reservas, desde 2006 o Brasil tem emitido grande quantidade de títulos da dívida interna para atender ao apetite dos investidores internacionais que buscam aqui as maiores taxas de juros reais do mundo, além de moeda que se valoriza frente ao dólar e total liberdade de capitais. Só recentemente o ingresso de capitais passou a ser tributado em 2% a título de IOF, o que é desprezível se considerarmos que o ganho real dos estrangeiros que investiram em títulos da dívida interna em 2009 já alcança 50%. Esse fabuloso ganho decorre da desvalorização cambial de 36% e da taxa de juros praticada de 10% em média (1,36 x 1,1 = 1,5).
Portanto, apenas mudamos de credor, pois continuamos pagando não ao FMI, mas a esses novos credores, a juros altíssimos, muito mais onerosos do que o que pagávamos ao FMI.
Em 2008 o pagamento de juros e amortizações da dívida brasileira (interna e externa) consumiu R$ 282 bilhões, equivalentes a 30,57% do Orçamento Geral da União executado. Observe-se que nesse montante não esta incluída a “rolagem”, ou seja, o pagamento de principal (amortizações) por meio da emissão de novos títulos. Essa sangria de recursos para pagar dívida tem impedido a realização de investimentos. Os recursos dos tributos pagos pela sociedade estão sendo drenados para a dívida e não para a melhoria dos serviços de saúde, educação, segurança, infra-estrutura, etc.
Há um jogo financeiro. A propaganda de que não devemos encobre a verdade. Os números mostram a barbaridade a que chegamos: Dívida Interna já ultrapassou o patamar de R$1, 8 trilhão; Dívida Externa de US$ 267 bilhões e o “mercado” colocando o Brasil de joelhos para cumprir os compromissos de juros que vencem todos os dias, ou seja, embora a SELIC esteja em 8,75% o Tesouro Nacional só conseguiu vender os títulos da dívida interna nos últimos leilões a 13%. É o “mercado” exercendo a pressão pré-eleitoral, pois sabe que todo governante fará tudo para evitar uma moratória no final de seu mandato. FHC chegou a pagar juros de 20% em 2002 e teve que recorrer ao FMI. Até quanto vão exigir de Lula?
Como enfrentar essa situação? O primeiro passo é conhecer a realidade dessa dívida: como ela surgiu e como chegou a essa situação exorbitante, apesar de décadas de pagamentos excessivos a título de juros e amortizações, além da entrega de quase todo o patrimônio nacional por meio das privatizações. O instrumento para o conhecimento da dívida é a AUDITORIA, procedimento previsto na Constituição Federal de 1988 (nunca cumprido), mas já aplicado no passado, no governo Getúlio Vargas, quando se obteve redução de cerca de 40% tanto do estoque da dívida como do fluxo de pagamentos.
A atual CPI da Dívida Pública em funcionamento na Câmara dos Deputados constitui um importante passo no sentido da investigação da dívida pública brasileira; uma oportunidade para que a sociedade conheça o caráter dessa dívida. Para que possa investigar, a CPI precisa de tempo e não pode ser engavetada apenas 4 meses após sua instalação, principalmente porque grande parte dos requerimentos de informações dirigidos às autoridades monetárias foram respondidos de forma insuficiente ou ainda encontram-se pendentes.
É preciso estimular o debate sobre a questão da dívida pública, para que a sociedade compreenda a verdadeira razão pela qual não há recursos para atender às necessidades prementes do povo em serviços de saúde, educação, moradia, emprego, e nem recursos para investimentos produtivos, avolumando-se as injustiças que fazem crescer a violência em nosso país.
Coordenação da Auditoria Cidadã da Dívida.
Coordenação da Auditoria Cidadã da Dívida
A dívida externa apresentou crescimento agressivo na década de 70, quando os bancos privados se encontravam abarrotados de petrodólares gerados pela alta do preço do petróleo no mercado internacional e também devido aos reflexos monetários decorrentes da decisão dos EUA de desvincular o dólar do ouro.
O Brasil se encontrava submetido à ditadura militar e não havia qualquer transparência sobre o endividamento galopante da época, tendo a dívida externa saltado de cerca de US$ 5 bilhões em 1970 para US$ 85 bi em 1982, apesar de termos pago US$ 99 bilhões a título de juros e amortizações no período. Em meio a tremenda crise financeira mundial provocada principalmente pela elevação unilateral das taxas de juros internacionais pelos EUA, em 1983 o Brasil ingressou em sucessivas renegociações desfavoráveis e onerosas com os bancos privados internacionais, permeadas por forte interferência do FMI, tanto no processo de endividamento como na economia nacional, por meio dos programas de ajuste fiscal. Em 1995 houve a transformação de grande parte da dívida em títulos – bônus Brady – operação que exigiu que o Brasil comprasse garantias no valor de US$3, 8 bilhões somente para dar segurança ao mercado. A partir de 1995, acelerou-se a emissão de vários outros títulos da dívida externa.
Em 2005, quando a dívida externa ultrapassava o patamar de US$ 200 bilhões, a dívida externa teve outra relevante redução explicada principalmente pelo pagamento antecipado ao FMI no valor de US$ 15,5 bilhões, cujos juros eram de cerca de 4% ao ano. Simultaneamente a esse pagamento da dívida com o FMI, verificou-se que o Brasil acelerou a emissão de títulos da dívida externa a taxas de juros muito mais elevadas, variando de 7,5 a 12% ao ano, e aumentou o endividamento “interno” a juros de 19% ao ano na época (sendo que os investidores externos ganharam 35% devido à variação cambial). Desta forma, a dívida simplesmente mudou de mãos. Deixamos de dever ao FMI para dever àqueles que adquiriram os títulos da dívida externa e “interna”, que renderiam muito mais aos seus detentores. Além de trocar dívida mais barata por dívida mais cara, não ficamos livres das imposições do FMI, tais como a realização de elevado superávit primário, reforma da previdência, privatizações, liberdade de capitais, dentre outras.
Desta forma, continuamos pagando a dívida externa, que alcançou o patamar de US$ 267 bilhões em 2008, apesar da propaganda de que somos credores, inclusive perante o FMI. Há um grande equívoco em deduzir que “a dívida externa acabou” ante a simples comparação entre o atual montante da dívida externa e o imenso volume de reservas internacionais acumuladas pelo Brasil, em torno de US$ 230 bilhões atualmente. Em primeiro lugar, tal simplificação leva a uma distorção de nossas reais obrigações e compromissos com o exterior, pois a dívida externa não é o único componente do passivo externo brasileiro1. Em segundo lugar, a dívida externa nos obriga ao pagamento de juros e demais comissões e taxas que representam um custo anual de cerca de 10%, em média, ao passo que as reservas internacionais encontram-se, em sua grande maioria, aplicadas em títulos da dívida norte-americana que não rendem quase nada. O mais grave é que para acumular esse enorme “colchão” de reservas, desde 2006 o Brasil tem emitido grande quantidade de títulos da dívida interna para atender ao apetite dos investidores internacionais que buscam aqui as maiores taxas de juros reais do mundo, além de moeda que se valoriza frente ao dólar e total liberdade de capitais. Só recentemente o ingresso de capitais passou a ser tributado em 2% a título de IOF, o que é desprezível se considerarmos que o ganho real dos estrangeiros que investiram em títulos da dívida interna em 2009 já alcança 50%. Esse fabuloso ganho decorre da desvalorização cambial de 36% e da taxa de juros praticada de 10% em média (1,36 x 1,1 = 1,5).
Portanto, apenas mudamos de credor, pois continuamos pagando não ao FMI, mas a esses novos credores, a juros altíssimos, muito mais onerosos do que o que pagávamos ao FMI.
Em 2008 o pagamento de juros e amortizações da dívida brasileira (interna e externa) consumiu R$ 282 bilhões, equivalentes a 30,57% do Orçamento Geral da União executado. Observe-se que nesse montante não esta incluída a “rolagem”, ou seja, o pagamento de principal (amortizações) por meio da emissão de novos títulos. Essa sangria de recursos para pagar dívida tem impedido a realização de investimentos. Os recursos dos tributos pagos pela sociedade estão sendo drenados para a dívida e não para a melhoria dos serviços de saúde, educação, segurança, infra-estrutura, etc.
Há um jogo financeiro. A propaganda de que não devemos encobre a verdade. Os números mostram a barbaridade a que chegamos: Dívida Interna já ultrapassou o patamar de R$1, 8 trilhão; Dívida Externa de US$ 267 bilhões e o “mercado” colocando o Brasil de joelhos para cumprir os compromissos de juros que vencem todos os dias, ou seja, embora a SELIC esteja em 8,75% o Tesouro Nacional só conseguiu vender os títulos da dívida interna nos últimos leilões a 13%. É o “mercado” exercendo a pressão pré-eleitoral, pois sabe que todo governante fará tudo para evitar uma moratória no final de seu mandato. FHC chegou a pagar juros de 20% em 2002 e teve que recorrer ao FMI. Até quanto vão exigir de Lula?
Como enfrentar essa situação? O primeiro passo é conhecer a realidade dessa dívida: como ela surgiu e como chegou a essa situação exorbitante, apesar de décadas de pagamentos excessivos a título de juros e amortizações, além da entrega de quase todo o patrimônio nacional por meio das privatizações. O instrumento para o conhecimento da dívida é a AUDITORIA, procedimento previsto na Constituição Federal de 1988 (nunca cumprido), mas já aplicado no passado, no governo Getúlio Vargas, quando se obteve redução de cerca de 40% tanto do estoque da dívida como do fluxo de pagamentos.
A atual CPI da Dívida Pública em funcionamento na Câmara dos Deputados constitui um importante passo no sentido da investigação da dívida pública brasileira; uma oportunidade para que a sociedade conheça o caráter dessa dívida. Para que possa investigar, a CPI precisa de tempo e não pode ser engavetada apenas 4 meses após sua instalação, principalmente porque grande parte dos requerimentos de informações dirigidos às autoridades monetárias foram respondidos de forma insuficiente ou ainda encontram-se pendentes.
É preciso estimular o debate sobre a questão da dívida pública, para que a sociedade compreenda a verdadeira razão pela qual não há recursos para atender às necessidades prementes do povo em serviços de saúde, educação, moradia, emprego, e nem recursos para investimentos produtivos, avolumando-se as injustiças que fazem crescer a violência em nosso país.
Coordenação da Auditoria Cidadã da Dívida.
Leninha está Acorrentada e em Greve de Fome!!
Companheiros,
Desde as 07:00h da manhã que estamos, eu, Leninha e Sheila do Litoral, na passarela, em frente à Petrobras, protestando pelos motivos que vocês já sabem. Cheguei em casa agora para ver as filhas dela e levar o lap top estarei voltando para preservá-la, porque o seu foco é sair de lá depois de a Petrobrás resolver a sua situação trabalhista ilegal. Ela está em um caixão de defunto que fui buscar no Instituto Legal. A minha preocupação é com sua debilidade fiísica, já que a mesma está apresentando reações, mãos frias e tonturas. Ela está apenas bebendo água e precisou ir ao banheiro por uma questão de higiene já que não tem previsão para sair de lá e eu fiquei deitada no caixão, em seu lugar. Se Leninha precisar de atendimento de urgência, ela será atendida com a camisa laranja da Petrobrás no Pronto Socorro, unidade de saúde pública, pois está sem assistência médica.
Agora a situação ficou complicada porque como todos sabem, a vida dela está por um fio.
Obrigada pelo apio a todos vocês.
A Imprensa está dando muito apoio e cobertura, a Globo esteve duas vezes no local, e em rede nacional ela falou ao vivo à Band. É através da opinião pública que esperamos quebrantar corações de pedras, mas sabemos que acima de tudo existe um Deus que não nos desamparará.
Eloísa/Salvador-Ba
Desde as 07:00h da manhã que estamos, eu, Leninha e Sheila do Litoral, na passarela, em frente à Petrobras, protestando pelos motivos que vocês já sabem. Cheguei em casa agora para ver as filhas dela e levar o lap top estarei voltando para preservá-la, porque o seu foco é sair de lá depois de a Petrobrás resolver a sua situação trabalhista ilegal. Ela está em um caixão de defunto que fui buscar no Instituto Legal. A minha preocupação é com sua debilidade fiísica, já que a mesma está apresentando reações, mãos frias e tonturas. Ela está apenas bebendo água e precisou ir ao banheiro por uma questão de higiene já que não tem previsão para sair de lá e eu fiquei deitada no caixão, em seu lugar. Se Leninha precisar de atendimento de urgência, ela será atendida com a camisa laranja da Petrobrás no Pronto Socorro, unidade de saúde pública, pois está sem assistência médica.
Agora a situação ficou complicada porque como todos sabem, a vida dela está por um fio.
Obrigada pelo apio a todos vocês.
A Imprensa está dando muito apoio e cobertura, a Globo esteve duas vezes no local, e em rede nacional ela falou ao vivo à Band. É através da opinião pública que esperamos quebrantar corações de pedras, mas sabemos que acima de tudo existe um Deus que não nos desamparará.
Eloísa/Salvador-Ba
Esclarecimentos sobre a Demissão de Leinha
Leninha não abandonou o emprego, como está dizendo a Petrobrás.
Vejam o esclarecimento da Companheira e participe da Solidariedade e divulguem esta mensagem nos sites das entidades e enviando para a categoria.
Informada pela FNP e pelo meu sindicato sobre a argumentação da empresa estar sustentada em um suposto abandono de emprego, fui orientada a escrever para ilustrar cronologicamente as ocorrências depois da alta médica ilegal praticada pelo INSS a revelia dos meus médicos assistentes.
Alta programada para 30.08.09
Passei por perícia e junta médica em 01 e 03.09.09 ambos indeferiram a continuidade do benefício.
Dia 4 uma sexta, faltei sem condições emocionais de comparecer, segunda foi feriado (07.09), me apresentei dia 08.09 fui a uma junta médica composta por tres médicas da empresa que mesmo diante de relatórios atestando incapacidade por doenças graves, me consideraram apta para retorno.
Me apresentei ao Gerente imediato que me orientou a folgar de terça a sexta (08 a 11.09) pois iria providenciar me acomodar e definir atividades. Também tinha encaminhamento para exames médicos de retorno que somente realizei a parte laboratorial, pois meu médico reumatologista contra indicou o teste ergonômico por causa da destruição de músculos (miopatia) era um só pacote e não realizei para remarcar.
Me apresentei após o final de semana conforme o combinado e trabalhei de 14 a 18.09.09 recorrendo a repouso no leito do serviço médico nos momentos de dor muscular insuportável e fadiga extrema. Dormia e retornava ao posto de serviço. Dia 17.09.09 me impedriam de ser atendida para o repouso em momento de grave crise pela ausência de assinatura do gerente na Requisição ao serviço Médico (RSM), me deitei a revelia pois não tinha condições de andar. Me assediaram para levantar do leito, recusei e somente quando liguei para o celular do gerente para indicar que ele fizesse uma RSM eletrônica me deixaram repousar, na saída me assustei com 4 vigilantes com roupa de combate e fortemente armados na porta do setor de saúde, ainda voltei para a estação de trabalho e trabalhei mais um pouco. Dia 18 para evitar novo constrangimento trabalhei direto sem repouso com dores intensas, nesse dia tive autorizado meu acesso a rede corporativa com reativação da minha chave.
Durante esse período de trabalho fui encarregada de analisar os contratos de 11 sondas contratadas para verificação e parecer sobre requisitos de SMS, também foi solicitado meu parecer sobre o cardápio que estava sendo alvo de muitas críticas dos operários. Sobre os dois temas dei parecer parcial com sugestões criticas e proposição de encaminhamentos. Tenho comprovação.
Durante o final de semana piorei sensivelmente e ao telefonar para meus médicos fui orientada a me afastar pois já exibia inúmeras manchas rôxas nos dois membros inferiores.
Na segunda dia 21 estive com uma das me dicas assistentes e dia 24 com outro que realizou um exame e solicitou que eu retornasse no dia 29, quando ele teria o resultado e um relatório. Ambos me proibiram de trabalhar pois havia riscos na minha integridade física. Estive no CESAT (Centro de estudos da saúde do trabalhador - estadual) e o Médico que estava investigando uma das doenças emitiu CAT com afastamento por 90 dias desde o ultimo dia trabalhado (18.09).
Dia 29.09.09 me apresentei para homologar os atestados, relatórios e CAT com afastamento. fui atendida por dois médicos do trabalho na empresa (gravei toda a conversa) e os dois diante da gravidade dos relatórios que incluia indicação de repouso em leito, atestaram o recebimento para encaminhamento de pedido de benefício ao INSS (acidente de trabalho).
Passados 15 dias de espera não fui contactada para informação de data de perícia, fui a empresa e constatei que o encaminhamento do documento previdenciário havia sido sonegado. Escrevi para meu gerente pedindo que verificasse o que estava ocorrendo com minha frequência. Para minha surpresa ele me respondeu convocando para trabalhar pois o Serviço Médico havia informado que não me considerava incacapacitada.
Dia 18.10.09 ingressei com um pedido de benefício através da internet e comuniquei ao meu gerente que a perícia estava agendada para 24.10.09, primeiro dia disponível.
Durante todo o período enviei correspondência para meu gerente justificando a ausência e afirmado meu desejo de retornar após o tratamento.
Estive na empresa ainda dias 06 e 20.10 para as providencias da compra dos medicamentos pois estava havendo mudança no fornecedor, sendo que em 20.10 permaneci durante várias horas com autorização do meu gerente (RSM) atendida em acompanhamento no serviço médico da empresa. Foi aproximadamente um turno inteiro existe o registro de entrada e saída no sistema da empresa. Sobre o atendimento do dia 06.10, tenho um relatório de médica do trabalho descrevendo meu estado de saúde com o registro das manchas roxas e lesões de pele.
Dia 20.10 a empresa comprou meus medicamentos, tenho a NF.
Dia 24 após ser informada que a empresa não custearia meu exame em São Paulo, apenas havendo marcado com autorização para realizar em caráter de pequeno risco, mas tudo foi marcado pela empresa, tenho email do gerente com as informações, resolvi ir para o RJ protestar para defesa da minha vida e da AMS que estava sendo usada pela empresa para custeio de doença ocupacional. protestei dias 5 e 6 acorrentada, fui demitida por email dia 9, protestei no caixão em várias bases denunciando a politica de RH referente a SMS e AMS.
DEMISSÃO ILEGAL:
Ninguém pode ser demitido doente, nem por justa causa
Não houve abandono de emprego pois informei várias vezes que estava afastada legalmente atestado por médico do trabalho da empresa e aguardando perícia previdenciária
Estive a disposição da empresa dentro das dependências pela ultima vez, em atendimento médico dia 20.09.09 nesse dia a empresa me forneceu medicamentos da doença ocupacional.
A empresa criminosamente sonegou encaminhamento de documento previdenciário emitido por médico do estado e fez juízo de valor sobre os relatórios que indicavam meu estado de deonça e afastamento.
Fui demitida sem receber nenhum telegrama de convocação e a demissão foi efetuada por email.
Todas as cláusulas da demissão são insustentáveis, o abandono de emprego é mentiroso. Tenho todos os comprovantes que derrubam essas ilegalidades.
obs.: Meu Gerente imediato não é assediador, é um profissional muito correto e justo, o gerente que me demitiu nunca sequer me viu pessoalmente.
Sds,
Edilene Farias de Oliveira
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Informada pela FNP e pelo meu sindicato sobre a argumentação da empresa estar sustentada em um suposto abandono de emprego, fui orientada a escrever para ilustrar cronologicamente as ocorrências depois da alta médica ilegal praticada pelo INSS a revelia dos meus médicos assistentes.
Alta programada para 30.08.09
Passei por perícia e junta médica em 01 e 03.09.09 ambos indeferiram a continuidade do benefício.
Dia 4 uma sexta, faltei sem condições emocionais de comparecer, segunda foi feriado (07.09), me apresentei dia 08.09 fui a uma junta médica composta por tres médicas da empresa que mesmo diante de relatórios atestando incapacidade por doenças graves, me consideraram apta para retorno.
Me apresentei ao Gerente imediato que me orientou a folgar de terça a sexta (08 a 11.09) pois iria providenciar me acomodar e definir atividades. Também tinha encaminhamento para exames médicos de retorno que somente realizei a parte laboratorial, pois meu médico reumatologista contra indicou o teste ergonômico por causa da destruição de músculos (miopatia) era um só pacote e não realizei para remarcar.
Me apresentei após o final de semana conforme o combinado e trabalhei de 14 a 18.09.09 recorrendo a repouso no leito do serviço médico nos momentos de dor muscular insuportável e fadiga extrema. Dormia e retornava ao posto de serviço. Dia 17.09.09 me impedriam de ser atendida para o repouso em momento de grave crise pela ausência de assinatura do gerente na Requisição ao serviço Médico (RSM), me deitei a revelia pois não tinha condições de andar. Me assediaram para levantar do leito, recusei e somente quando liguei para o celular do gerente para indicar que ele fizesse uma RSM eletrônica me deixaram repousar, na saída me assustei com 4 vigilantes com roupa de combate e fortemente armados na porta do setor de saúde, ainda voltei para a estação de trabalho e trabalhei mais um pouco. Dia 18 para evitar novo constrangimento trabalhei direto sem repouso com dores intensas, nesse dia tive autorizado meu acesso a rede corporativa com reativação da minha chave.
Durante esse período de trabalho fui encarregada de analisar os contratos de 11 sondas contratadas para verificação e parecer sobre requisitos de SMS, também foi solicitado meu parecer sobre o cardápio que estava sendo alvo de muitas críticas dos operários. Sobre os dois temas dei parecer parcial com sugestões criticas e proposição de encaminhamentos. Tenho comprovação.
Durante o final de semana piorei sensivelmente e ao telefonar para meus médicos fui orientada a me afastar pois já exibia inúmeras manchas rôxas nos dois membros inferiores.
Na segunda dia 21 estive com uma das me dicas assistentes e dia 24 com outro que realizou um exame e solicitou que eu retornasse no dia 29, quando ele teria o resultado e um relatório. Ambos me proibiram de trabalhar pois havia riscos na minha integridade física. Estive no CESAT (Centro de estudos da saúde do trabalhador - estadual) e o Médico que estava investigando uma das doenças emitiu CAT com afastamento por 90 dias desde o ultimo dia trabalhado (18.09).
Dia 29.09.09 me apresentei para homologar os atestados, relatórios e CAT com afastamento. fui atendida por dois médicos do trabalho na empresa (gravei toda a conversa) e os dois diante da gravidade dos relatórios que incluia indicação de repouso em leito, atestaram o recebimento para encaminhamento de pedido de benefício ao INSS (acidente de trabalho).
Passados 15 dias de espera não fui contactada para informação de data de perícia, fui a empresa e constatei que o encaminhamento do documento previdenciário havia sido sonegado. Escrevi para meu gerente pedindo que verificasse o que estava ocorrendo com minha frequência. Para minha surpresa ele me respondeu convocando para trabalhar pois o Serviço Médico havia informado que não me considerava incacapacitada.
Dia 18.10.09 ingressei com um pedido de benefício através da internet e comuniquei ao meu gerente que a perícia estava agendada para 24.10.09, primeiro dia disponível.
Durante todo o período enviei correspondência para meu gerente justificando a ausência e afirmado meu desejo de retornar após o tratamento.
Estive na empresa ainda dias 06 e 20.10 para as providencias da compra dos medicamentos pois estava havendo mudança no fornecedor, sendo que em 20.10 permaneci durante várias horas com autorização do meu gerente (RSM) atendida em acompanhamento no serviço médico da empresa. Foi aproximadamente um turno inteiro existe o registro de entrada e saída no sistema da empresa. Sobre o atendimento do dia 06.10, tenho um relatório de médica do trabalho descrevendo meu estado de saúde com o registro das manchas roxas e lesões de pele.
Dia 20.10 a empresa comprou meus medicamentos, tenho a NF.
Dia 24 após ser informada que a empresa não custearia meu exame em São Paulo, apenas havendo marcado com autorização para realizar em caráter de pequeno risco, mas tudo foi marcado pela empresa, tenho email do gerente com as informações, resolvi ir para o RJ protestar para defesa da minha vida e da AMS que estava sendo usada pela empresa para custeio de doença ocupacional. protestei dias 5 e 6 acorrentada, fui demitida por email dia 9, protestei no caixão em várias bases denunciando a politica de RH referente a SMS e AMS.
DEMISSÃO ILEGAL:
Ninguém pode ser demitido doente, nem por justa causa
Não houve abandono de emprego pois informei várias vezes que estava afastada legalmente atestado por médico do trabalho da empresa e aguardando perícia previdenciária
Estive a disposição da empresa dentro das dependências pela ultima vez, em atendimento médico dia 20.09.09 nesse dia a empresa me forneceu medicamentos da doença ocupacional.
A empresa criminosamente sonegou encaminhamento de documento previdenciário emitido por médico do estado e fez juízo de valor sobre os relatórios que indicavam meu estado de deonça e afastamento.
Fui demitida sem receber nenhum telegrama de convocação e a demissão foi efetuada por email.
Todas as cláusulas da demissão são insustentáveis, o abandono de emprego é mentiroso. Tenho todos os comprovantes que derrubam essas ilegalidades.
obs.: Meu Gerente imediato não é assediador, é um profissional muito correto e justo, o gerente que me demitiu nunca sequer me viu pessoalmente.
Sds,
Edilene Farias de Oliveira
Opiniões sobre a Clausula de Liberação da FUP
Sacanagem tem limites!! Petrobrás/FUP colocaram os camaradas da FNP na seguinte situação: Uma brasa na
mão e um prego enfiado no pé, ai gera um questionamente, o que a FNP vai tirar primeiro,a brasa da mão ou prego do pé?
Saudações
Aníbal Araújo
Prezado Clarckson e Companheiros do Grupo Petros:
A proposta da PB para os Sindicatos da FNP apresenta, entre tantos desrespeito, a cláusula seguinte:
Cláusula 138ª – Liberação de Dirigente - FUP
A Companhia assegura a liberação para a Federação Única dos Petroleiros - FUP, de 13 (treze) dirigentes daquela Federação, sem prejuízo da remuneração.
Parágrafo único – Adicionalmente, fica assegurada a concessão de mais 5 (cinco) liberações de dirigentes sindicais, a serem utilizadas a critério da FUP.
POR QUE ESTA CLÁUSULA PRECISA ESTAR GRAFADA NUM CONTRATO COM OS SINDICATOS DA FNP QUE NÃO ENVOLVE A FEDERAÇÃO PELEGA?
SERÁ QUE É PARA HUMILHAR?
sds./Aridy
mão e um prego enfiado no pé, ai gera um questionamente, o que a FNP vai tirar primeiro,a brasa da mão ou prego do pé?
Saudações
Aníbal Araújo
Prezado Clarckson e Companheiros do Grupo Petros:
A proposta da PB para os Sindicatos da FNP apresenta, entre tantos desrespeito, a cláusula seguinte:
Cláusula 138ª – Liberação de Dirigente - FUP
A Companhia assegura a liberação para a Federação Única dos Petroleiros - FUP, de 13 (treze) dirigentes daquela Federação, sem prejuízo da remuneração.
Parágrafo único – Adicionalmente, fica assegurada a concessão de mais 5 (cinco) liberações de dirigentes sindicais, a serem utilizadas a critério da FUP.
POR QUE ESTA CLÁUSULA PRECISA ESTAR GRAFADA NUM CONTRATO COM OS SINDICATOS DA FNP QUE NÃO ENVOLVE A FEDERAÇÃO PELEGA?
SERÁ QUE É PARA HUMILHAR?
sds./Aridy
Apoio a Leninha na RLAM
Já existe uma frente de companheiros na RLAM, que vão defender o apoio e a proposta para que o Sindicato assuma o Salário e medicamento da companheira. Antes disso, também em Assembléia, companheiros irá resgatar o Histórico de luta, com objetivo de reflexão aos mais novos que ainda não conhecer a trajetória de luta da Companheira.
José Carlos Santos
E mail- zecharlhes@petrobras.com
Jose-carlos-chagas@hotmail.com
Cel- 71 8828-7116
Cipista - base RLAM
Ex-Diretor do antigo Sindipetro - Bahia;
Membro da Comissão de Base-Rlam.
José Carlos Santos
E mail- zecharlhes@petrobras.com
Jose-carlos-chagas@hotmail.com
Cel- 71 8828-7116
Cipista - base RLAM
Ex-Diretor do antigo Sindipetro - Bahia;
Membro da Comissão de Base-Rlam.
Proposta de Ação na Justiça em defesa dos Aposentados - Opiniões
Sérgio,
Você está absolutamente certo ! Essas eleições são, talvez, a grande chance que teremos de colocar uma "cunha" em todo esse Processo Petros / Petrobrás.
Por diversas vezes, nas eleições anteriores, temos insistido que deveria haver uma escolha prévia, CONSENSUAL , por parte das Entidades e Sindicatos que nos apoiam, de chapas EXATAMENTE no mesmo número que as vagas existentes !
Infelizmente, até hoje, ainda não conseguimos isso e, talvez pela maior incompetência dessa turma da Fup, conseguimos, na sorte, ganhar as duas últimas eleições !
Mas, para as Diretorias da Petros, essa turma não vai cometer os mesmos errros ! Vão ser candidatos ÚNICOS.
E, do mesmo modo, como você diz, os candidatos devem ter a competência, a experiência e o conhecimento das questões que dizem respeito à Petros.
Quem não se enquadrar, que seja sumariamente eliminado como "candidato apoiado por nossos foruns" .
Vamos ver se desta vez, a coisa funciona !
Márcio Dayrell Batitucci
De Sérgio Salgado
Brandão, Luiz Eduardo, demais companheiros, bom dia !!!
Como disse o companheiro Brandão, temos que ficar espertos e alertar nossos demais camaradas para essas eleições.
MAS e sempre um mas, temos que escolher nossos candidatos pela capacidade, pelo conhecimento e não porque "o companheiro perdeu a confiança do Conlutas" como foi afirmado durante o processo de queimação do nosso companheiro Guilherme.
Nosso fundo de pensão é de extrema importância, tanto para nós quanto para o próprio sistema e não podemos fazer com ele (já que está provado que temos poder de voto) o que o pt fez até agora, direcionando quadros partidários para cargos. Temos que ter em mente que os escolhidos e eleitos não o deverão ser porque tem olhos verdes ou cabelos encaracolados mas porque tem competência, ética e compromisso com os participantes.
As nossas entidades e as nossas lideranças, neste processo de escolha, deverão ter em mente que os ungidos deverão ser escolhidos primeiramente por nós participantes, para depois participarem do processo de votação. Vamos parar com o processo desgastante de siglas partidárias e ou sindicais quererem ocupar espaço com seus indicados.
COMPETÊNCIA, ÉTICA E COMPROMISSO, devem ser estes o lema dos escolhidos por todos nós para candidatos aos dois cargos de direção da Petros.
Sérgio Salgado
De Paulo Brandão / Conselheiro da Petros
Caro amigo Luiz Eduardo.
O que você está propondo acontecerá com a decisão do STF sobre a competência da Justiça do Trabalho para julgar nossas ações com efeito de "repercussão geral" sobre todos os processos em andamento.
Com a decisão favorável do STF o passo seguinte já está planejado e visará justamente tornar, por via judicial, inexorável a apuração correta da valorização das tabelas salariais das patrocinadoras para aplicação correta do Artigo 41 do RPB.
Com a possibilidade da eleição pelos participantes de dois diretores da Petros e manutenção da nossa posição nos Conselhos, vamos ter condições administrativas para obrigar que o Artigo 41 seja executado corretamente, independentemente de recurso judicial, considerando a real "valorização das tabelas salariais das patrocinadoras.
Assim sendo, todos devem estar mobilizados para ganhar todas as eleições na Petros.
Agora precisamos nos concetrar e todos, aposentados e pensionistas, procurar ajudar no que estiver ao nosso alcance para que os Sindipetros que compõem a FNP consigam reverter a situação com a mobilização já iniciada e se a greve acontecer todos devemos dar a nossa colaboração.
Paulo Brandão
presidencia@apape.org.br
Caro Sergio
Com mais essa farsa que está sendo a discussão do ACT deste ano, só nos resta, a meu ver, a luta através da Justiça , o que já vimos fazendo e, tbém ATRAVÉS DA JUSTIÇA, A REUNIÃO DAS ASSOCIAÇÕES COMO APAPE, AEPET E AMBEP PARA ENTRAREM COM AÇÃO EM NOME APENAS DOS APOSENTADOS , PARA FAZER PREVALECER A PARIDADE ENTRE ATIVOS A APÓSENTADOS , PREVISTA CONTRATUALMENTE NO ARTIGO 41. Seria um pedido antecipado de blidagem.
Essa sugestão já foi exposta aqui no nosso Grupo pelo Eronides , se não me engano, e deveria ser analisada com mais profundidade.
Seria mais ou menos como a tal Repercussão Geral que a Petros está tentando obter contra nós no STF . Ou seja, o objetivo é se obter da Justiça Máxima um PARECER CONCLUSIVO que viraria jurisprudência a nosso favor.
Como sei que o Brandão, Siqueira e tantos outros valorosos batalhadores da nossa causa lêm as mensagens do FUNDO PETROS , solicito que eles estudem tal sugestão com os seus Apoios Jurídicos, se assim julgarem cabível.
Sds
Luiz Eduardo
Você está absolutamente certo ! Essas eleições são, talvez, a grande chance que teremos de colocar uma "cunha" em todo esse Processo Petros / Petrobrás.
Por diversas vezes, nas eleições anteriores, temos insistido que deveria haver uma escolha prévia, CONSENSUAL , por parte das Entidades e Sindicatos que nos apoiam, de chapas EXATAMENTE no mesmo número que as vagas existentes !
Infelizmente, até hoje, ainda não conseguimos isso e, talvez pela maior incompetência dessa turma da Fup, conseguimos, na sorte, ganhar as duas últimas eleições !
Mas, para as Diretorias da Petros, essa turma não vai cometer os mesmos errros ! Vão ser candidatos ÚNICOS.
E, do mesmo modo, como você diz, os candidatos devem ter a competência, a experiência e o conhecimento das questões que dizem respeito à Petros.
Quem não se enquadrar, que seja sumariamente eliminado como "candidato apoiado por nossos foruns" .
Vamos ver se desta vez, a coisa funciona !
Márcio Dayrell Batitucci
De Sérgio Salgado
Brandão, Luiz Eduardo, demais companheiros, bom dia !!!
Como disse o companheiro Brandão, temos que ficar espertos e alertar nossos demais camaradas para essas eleições.
MAS e sempre um mas, temos que escolher nossos candidatos pela capacidade, pelo conhecimento e não porque "o companheiro perdeu a confiança do Conlutas" como foi afirmado durante o processo de queimação do nosso companheiro Guilherme.
Nosso fundo de pensão é de extrema importância, tanto para nós quanto para o próprio sistema e não podemos fazer com ele (já que está provado que temos poder de voto) o que o pt fez até agora, direcionando quadros partidários para cargos. Temos que ter em mente que os escolhidos e eleitos não o deverão ser porque tem olhos verdes ou cabelos encaracolados mas porque tem competência, ética e compromisso com os participantes.
As nossas entidades e as nossas lideranças, neste processo de escolha, deverão ter em mente que os ungidos deverão ser escolhidos primeiramente por nós participantes, para depois participarem do processo de votação. Vamos parar com o processo desgastante de siglas partidárias e ou sindicais quererem ocupar espaço com seus indicados.
COMPETÊNCIA, ÉTICA E COMPROMISSO, devem ser estes o lema dos escolhidos por todos nós para candidatos aos dois cargos de direção da Petros.
Sérgio Salgado
De Paulo Brandão / Conselheiro da Petros
Caro amigo Luiz Eduardo.
O que você está propondo acontecerá com a decisão do STF sobre a competência da Justiça do Trabalho para julgar nossas ações com efeito de "repercussão geral" sobre todos os processos em andamento.
Com a decisão favorável do STF o passo seguinte já está planejado e visará justamente tornar, por via judicial, inexorável a apuração correta da valorização das tabelas salariais das patrocinadoras para aplicação correta do Artigo 41 do RPB.
Com a possibilidade da eleição pelos participantes de dois diretores da Petros e manutenção da nossa posição nos Conselhos, vamos ter condições administrativas para obrigar que o Artigo 41 seja executado corretamente, independentemente de recurso judicial, considerando a real "valorização das tabelas salariais das patrocinadoras.
Assim sendo, todos devem estar mobilizados para ganhar todas as eleições na Petros.
Agora precisamos nos concetrar e todos, aposentados e pensionistas, procurar ajudar no que estiver ao nosso alcance para que os Sindipetros que compõem a FNP consigam reverter a situação com a mobilização já iniciada e se a greve acontecer todos devemos dar a nossa colaboração.
Paulo Brandão
presidencia@apape.org.br
Caro Sergio
Com mais essa farsa que está sendo a discussão do ACT deste ano, só nos resta, a meu ver, a luta através da Justiça , o que já vimos fazendo e, tbém ATRAVÉS DA JUSTIÇA, A REUNIÃO DAS ASSOCIAÇÕES COMO APAPE, AEPET E AMBEP PARA ENTRAREM COM AÇÃO EM NOME APENAS DOS APOSENTADOS , PARA FAZER PREVALECER A PARIDADE ENTRE ATIVOS A APÓSENTADOS , PREVISTA CONTRATUALMENTE NO ARTIGO 41. Seria um pedido antecipado de blidagem.
Essa sugestão já foi exposta aqui no nosso Grupo pelo Eronides , se não me engano, e deveria ser analisada com mais profundidade.
Seria mais ou menos como a tal Repercussão Geral que a Petros está tentando obter contra nós no STF . Ou seja, o objetivo é se obter da Justiça Máxima um PARECER CONCLUSIVO que viraria jurisprudência a nosso favor.
Como sei que o Brandão, Siqueira e tantos outros valorosos batalhadores da nossa causa lêm as mensagens do FUNDO PETROS , solicito que eles estudem tal sugestão com os seus Apoios Jurídicos, se assim julgarem cabível.
Sds
Luiz Eduardo
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
Situação de Leninha, às 17h24min
Companheiros,
Desde as 07:00h da manhã que estamos, eu, Leninha e Sheila do Litoral, na passarela, em frente à Petrobras, protestando pelos motivos que vocês já sabem. Cheguei em casa agora para ver as filhas dela e levar o lap top estarei voltando para preservá-la, porque o seu foco é sair de lá depois de a Petrobrás resolver a sua situação trabalhista ilegal. Ela está em um caixão de defunto que fui buscar no Instituto Legal. A minha preocupação é com sua debilidade fiísica, já que a mesma está apresentando reações, mãos frias e tonturas. Ela está apenas bebendo água e precisou ir ao banheiro por uma questão de higiene já que não tem previsão para sair de lá e eu fiquei deitada no caixão, em seu lugar. Se Leninha precisar de atendimento de urgência, ela será atendida com a camisa laranja da Petrobrás no Pronto Socorro, unidade de saúde pública, pois está sem assistência médica.
Agora a situação ficou complicada porque como todos sabem, a vida dela está por um fio.
Obrigada pelo apio a todos vocês.
A Imprensa está dando muito apoio e cobertura, a Globo esteve duas vezes no local, e em rede nacional ela falou ao vivo à Band. É através da opinião pública que esperamos quebrantar corações de pedras, mas sabemos que acima de tudo existe um Deus que não nos desamparará.
Eloísa/Salvador-Ba
Desde as 07:00h da manhã que estamos, eu, Leninha e Sheila do Litoral, na passarela, em frente à Petrobras, protestando pelos motivos que vocês já sabem. Cheguei em casa agora para ver as filhas dela e levar o lap top estarei voltando para preservá-la, porque o seu foco é sair de lá depois de a Petrobrás resolver a sua situação trabalhista ilegal. Ela está em um caixão de defunto que fui buscar no Instituto Legal. A minha preocupação é com sua debilidade fiísica, já que a mesma está apresentando reações, mãos frias e tonturas. Ela está apenas bebendo água e precisou ir ao banheiro por uma questão de higiene já que não tem previsão para sair de lá e eu fiquei deitada no caixão, em seu lugar. Se Leninha precisar de atendimento de urgência, ela será atendida com a camisa laranja da Petrobrás no Pronto Socorro, unidade de saúde pública, pois está sem assistência médica.
Agora a situação ficou complicada porque como todos sabem, a vida dela está por um fio.
Obrigada pelo apio a todos vocês.
A Imprensa está dando muito apoio e cobertura, a Globo esteve duas vezes no local, e em rede nacional ela falou ao vivo à Band. É através da opinião pública que esperamos quebrantar corações de pedras, mas sabemos que acima de tudo existe um Deus que não nos desamparará.
Eloísa/Salvador-Ba
...." a FUP e o NF fecharam acordo com a Petrobras...
...." a FUP e o NF fecharam acordo com a Petrobras, e indicaram a assinatura do acordo, numa demonstração clara de desmobilizar a categoria, conseguiram a retirada das punições da greve de marçoe, mas infelizmente, a forma pela qual eles conduzem o processo é totalmente anti - democrática, discriminatória com relação aos aposentados, afirmam em alto e bom tom que são contra a aposentado receber aumento real, fica claro que eles fecharam com a Petrobras não fazer a greve."
Abelardo
Abelardo
Leninha, Acorrentada e em Greve de Fome
Senhores,
Informo que desde as 07:00 do dia 03/12/2009, Edilene Farias de Oliveira, Leninha, funcionária concursada da Petrobrás, há 22 anos e considerada pela empresa, demitida por justa causa, logo sem o gozo dos seus direitos trabalhistas, encontra-se em greve de fome por tempo indeterminado durante as 24:00h do dia, já apresentando reações devido a sua debilidade física. Ela encontra-se fisicamente ocupando o espaço da passarela em frente ao conjunto Pituba da Petrobrás, no Itaigara, dentro de um caixão de defunto sob protesto incondicional e de lá só sairá após a regularização da sua situção trabalhista, ou se vocês quiserem, em óbito por ser uma perseguiida política e a revelia da asistência médica da Petrobrás.
Quaisquer danos que a empregada venha a sofrer, pois a mesma sem medicamentos que lhes foram negados, sem a biópsia que estava autorizada pela empresa na USP em SP, no dia 13/11/2009 e em greve de fome pode lhe ser fatal, vindo a evoluir para o óbito, inclusive Edilene encontra-se sem assistência médica, precisando de atendimento médico, de emergência como a situação requer, ela estará completamente desasistida pela demissão por justa causa, arbitrária.
Falo em nome da Aepetro-Associação do Empregados da Indístria de Petróleo e Gás.
Eloísa Alves Oliveira
Diretora da AEPETRO
Tel. (71) 8182-7063 e 8161-9277
Informo que desde as 07:00 do dia 03/12/2009, Edilene Farias de Oliveira, Leninha, funcionária concursada da Petrobrás, há 22 anos e considerada pela empresa, demitida por justa causa, logo sem o gozo dos seus direitos trabalhistas, encontra-se em greve de fome por tempo indeterminado durante as 24:00h do dia, já apresentando reações devido a sua debilidade física. Ela encontra-se fisicamente ocupando o espaço da passarela em frente ao conjunto Pituba da Petrobrás, no Itaigara, dentro de um caixão de defunto sob protesto incondicional e de lá só sairá após a regularização da sua situção trabalhista, ou se vocês quiserem, em óbito por ser uma perseguiida política e a revelia da asistência médica da Petrobrás.
Quaisquer danos que a empregada venha a sofrer, pois a mesma sem medicamentos que lhes foram negados, sem a biópsia que estava autorizada pela empresa na USP em SP, no dia 13/11/2009 e em greve de fome pode lhe ser fatal, vindo a evoluir para o óbito, inclusive Edilene encontra-se sem assistência médica, precisando de atendimento médico, de emergência como a situação requer, ela estará completamente desasistida pela demissão por justa causa, arbitrária.
Falo em nome da Aepetro-Associação do Empregados da Indístria de Petróleo e Gás.
Eloísa Alves Oliveira
Diretora da AEPETRO
Tel. (71) 8182-7063 e 8161-9277
Petrobrás mantém punições aos Ativistas da FNP
A Petrobrás confirma em mesa, de que a Quarta contraproposta atendeu ao pedido da FUP em cancelar as Punições aplicada aos trabalhadores da Bacia de Campos (Sindipetro do NF e da FUP) que participaram da Greve da PLR, 23 a 27 de março.
Afirma que os descontos dos dias das Greves de Março na REPLAN e a Nacional pela PLR, 23 a 27 de março não tem reflexos para as Férias e para o Avanço de Nível.
Porém, quanto a Greve de 15 e 16 de outubro, os descontos dos dias nos Salários dos trabalhadores, serão considerados como Falta Não Justificadas, com descontos nos salários com Reflexos nas Férias e para Avanço de Nível.
Com este posicionamento da Petrobrás, a FNP, mantém a Concentração a partir das 7 horas para Iniciar a Greve Nacional dos Petroleiros, com avaliação durante o dia.
Estamos enviando o conteúdo da Carta RH/AMB/RTS-50.181/09 e o Conteúdo da Contraproposta entregue hoje, 02.12.09 às 17h02min.
Diretoria Colegiada da FNP
Afirma que os descontos dos dias das Greves de Março na REPLAN e a Nacional pela PLR, 23 a 27 de março não tem reflexos para as Férias e para o Avanço de Nível.
Porém, quanto a Greve de 15 e 16 de outubro, os descontos dos dias nos Salários dos trabalhadores, serão considerados como Falta Não Justificadas, com descontos nos salários com Reflexos nas Férias e para Avanço de Nível.
Com este posicionamento da Petrobrás, a FNP, mantém a Concentração a partir das 7 horas para Iniciar a Greve Nacional dos Petroleiros, com avaliação durante o dia.
Estamos enviando o conteúdo da Carta RH/AMB/RTS-50.181/09 e o Conteúdo da Contraproposta entregue hoje, 02.12.09 às 17h02min.
Diretoria Colegiada da FNP
Informes da Negociação com a Petrobrás 16h50min
Camaradas,
Acompanhem as notícias da FNP pelos sitios dos Sindicatos, Correios Eletrônicos e pelo Blog da FNP - http://blogdafnp.blogspot.com/.
Segundo a posição do RH da Petrobrás em Mesa, às 16h 45min, através da Sra. Regina, a Contraproposta que será entregue ao final da reunião será igual a que foi entrgue no dia 23.11.09, rejietada pelos trabalhadores durante as assembléias que realizamos até o dia de hoje às 12 horas.
Sds
Direção Colegiada da FNP
Acompanhem as notícias da FNP pelos sitios dos Sindicatos, Correios Eletrônicos e pelo Blog da FNP - http://blogdafnp.blogspot.com/.
Segundo a posição do RH da Petrobrás em Mesa, às 16h 45min, através da Sra. Regina, a Contraproposta que será entregue ao final da reunião será igual a que foi entrgue no dia 23.11.09, rejietada pelos trabalhadores durante as assembléias que realizamos até o dia de hoje às 12 horas.
Sds
Direção Colegiada da FNP
Trabalhadores Rejeitam a Contraproposta da Petrobrás e Aprova Greve a partir de 3.12
Os Sindicatos da Frente Nacional dos Petroleiros realizaram assembléias até o dia de hoje, 2/12, com a participação de mais de três mil trabalhadores que resultaram:
2484 Rejeitaram a Contrapropsota da Petrobrás;
664 Aprovaram a Contraproposta;
87 se ABstiveram;
Quanto a Greve a partir das 7 horas de amanhã, 3/12 - quinta-feira:
1296 Aprovaram o indicativo de Greve;
546 Rejeitaram o indicativo da Greve; e
371 se abstiveram de votar Greve a partir de 3/12
Neste momento, às 16h30min a FNP encontra-se reunida com o RH da Petrobrás.
Direção Colegiada da FNP
2484 Rejeitaram a Contrapropsota da Petrobrás;
664 Aprovaram a Contraproposta;
87 se ABstiveram;
Quanto a Greve a partir das 7 horas de amanhã, 3/12 - quinta-feira:
1296 Aprovaram o indicativo de Greve;
546 Rejeitaram o indicativo da Greve; e
371 se abstiveram de votar Greve a partir de 3/12
Neste momento, às 16h30min a FNP encontra-se reunida com o RH da Petrobrás.
Direção Colegiada da FNP
Posicionamento de Paulo Brandão da APAPE
Prezados companheiros dirigentes dos Sindipetros componentes da FNP.
Os associados da APAPE, desejam que não compareçam à reunião anunciada no anexo, ou apenas o façam para dizer "de frente" de não aceitam, porque já conhecem os termos dessa nova e indecente proposta já apresentada a federação pelega.
Esperam, pelos expressivos resultados das assembléias realizadas, e desejam que a Greve Geral seja deflagrada no dia 03/12/2009, para,inclusive, ser mais um dia histórico para os petroleiros e participantes da Petros.
Os Participantes da Petros esperam que a Direção Colegiada Provisória da FNP atenda ao compromisso, adotando o que foi decidido pela maioria nas assembléias, porque nenhum fato novo foi apresentado que elimine a discriminação entre aposentados, pensionistas e os da ativa, os problemas com a AMS e os prejuízos para os da ativa, agora e quando se aposentarem.
Paulo Teixeira Brandão
presidencia@apape.org.br
Os associados da APAPE, desejam que não compareçam à reunião anunciada no anexo, ou apenas o façam para dizer "de frente" de não aceitam, porque já conhecem os termos dessa nova e indecente proposta já apresentada a federação pelega.
Esperam, pelos expressivos resultados das assembléias realizadas, e desejam que a Greve Geral seja deflagrada no dia 03/12/2009, para,inclusive, ser mais um dia histórico para os petroleiros e participantes da Petros.
Os Participantes da Petros esperam que a Direção Colegiada Provisória da FNP atenda ao compromisso, adotando o que foi decidido pela maioria nas assembléias, porque nenhum fato novo foi apresentado que elimine a discriminação entre aposentados, pensionistas e os da ativa, os problemas com a AMS e os prejuízos para os da ativa, agora e quando se aposentarem.
Paulo Teixeira Brandão
presidencia@apape.org.br
Opiniões de Sergio Salgado e Wagner Paulino
Prezado Sérgio,
Boa tarde.
A sua posição é uma posição sensata e se os Sindipetros filiados à FNP não comparecerem para essa "reunião", fica patente a sua posição de confronto e repulsa com relação a uma proposta indecente da Companhia.
Lendo o texto sobre as punições aplicadas, pareceu-me coisa de gente mal intencionada, ou seja, tanta discussão e blá-blá-blá por quase nada: um "bode russo" magrinho, pois se tratam de advertências por escrito e suspensões por uns poucos dias.
Isso é que se chama de manipulação indecente e imoral, sendo colocada essa condição como a única para não se assinar o ACT. Fica-se com aquela de que umas dezenas de colegas, impedem outros ganhos e desloca-se o foco da questão.
O foco da questão não é esse, ou não deveria ser para sindicatos sintonizados com os reais interesses da categoria que, por lei, devem e têm que defender.
O foco da questão é outro, é o esbulho e a manipulação. RMNR e abonos não se integram aos salários e, portanto, não têm reflexo sobre os valores das aposentadorias futuras dos empregados da Ativa. Quanto aos aposentados, nem se fala, mas a eles, se a iniquidade prevalecer, caberá o longo e tortuoso caminho da Justiça.
Já os Sindipetros da FNP, se caírem nessa armadilha de pegar ratos, mostram que não estão preparados para serem dissidentes e, muito menos, para, no futuro próximo, assumirem a hegemonia sindical na Petrobrás, pois se igualaram àqueles que combateram, pela sua postura em defender os ditames do capital, pela sua promiscuidade com o Poder, pela manipulação da Categoria que representam, pela indução ao erro, pela perda de direitos, pela lesão à PETROS, etc.
Assim, se saírem como avestruzes que, ao primeiro sinal de perigo enfiam a cabeça num buraco, estarão liquidados frente à FUP, que vai deitar e rolar, e frente aos seus associados, aos quais prometeram suporte diferente.
De qualquer forma:
- Não existe implantação de textos diferentes de ACT para bases diferentes: o texto, com os direitos, vantagens, etc. tem que ser o mesmo para todos (isonomia);
- A única coisa que a Petrobrás poderá, eventualmente, proceder, é a concessão de reajuste antecipado para as bases que assinarem o acordo, por ser o mínimo a se garantir e, se por qualquer motivo, houver ganho adicional (fruto de pressões de outras bases) as que já assinaram serão beneficiadas, mas com alto custo político.
- Não são a FUP, FNP e Sindicatos que aprovam a proposta do tal DH, mas os petroleiros da Ativa e aposentados reunidos em assembléias.
Assim, além de sua sugestão, que serve para marcar presença e mostrar que a FNP não é composta por "burrinhos de presépio", é importante o comparecimento em massa às Assembléias, principalmente dos aposentados que devem entender que essa Petrobrás é muito diferente daquela à qual dedicaram dezenas de anos de suas vidas, àquela Petrobrás em que muitos de nós jamais conferíamos os contra-cheques, àquela Petrobrás que não merecia nossa desconfiança.
Essa novapetrobrás é outra, infelizmente.
Wagner Paulino
Companheiros da FNP, senhores coordenadores, bom dia !!!
Acabo de receber e repassei o informativo do RH da Petrobrás que dá o tom do fechamento do act 2010 e informa que fará uma reunião hoje às 15 horas com os 6 sindipetros dissidentes.
Entendemos que essa reunião não vai levar a nada, pois o acordo, no informe deles está fechado. Portanto conclamo os companheiros a não participarem dessa reunião para evitar referendar o esbulho que está sendo feito com toda a categoria petroleira.
Sérgio Salgado
Boa tarde.
A sua posição é uma posição sensata e se os Sindipetros filiados à FNP não comparecerem para essa "reunião", fica patente a sua posição de confronto e repulsa com relação a uma proposta indecente da Companhia.
Lendo o texto sobre as punições aplicadas, pareceu-me coisa de gente mal intencionada, ou seja, tanta discussão e blá-blá-blá por quase nada: um "bode russo" magrinho, pois se tratam de advertências por escrito e suspensões por uns poucos dias.
Isso é que se chama de manipulação indecente e imoral, sendo colocada essa condição como a única para não se assinar o ACT. Fica-se com aquela de que umas dezenas de colegas, impedem outros ganhos e desloca-se o foco da questão.
O foco da questão não é esse, ou não deveria ser para sindicatos sintonizados com os reais interesses da categoria que, por lei, devem e têm que defender.
O foco da questão é outro, é o esbulho e a manipulação. RMNR e abonos não se integram aos salários e, portanto, não têm reflexo sobre os valores das aposentadorias futuras dos empregados da Ativa. Quanto aos aposentados, nem se fala, mas a eles, se a iniquidade prevalecer, caberá o longo e tortuoso caminho da Justiça.
Já os Sindipetros da FNP, se caírem nessa armadilha de pegar ratos, mostram que não estão preparados para serem dissidentes e, muito menos, para, no futuro próximo, assumirem a hegemonia sindical na Petrobrás, pois se igualaram àqueles que combateram, pela sua postura em defender os ditames do capital, pela sua promiscuidade com o Poder, pela manipulação da Categoria que representam, pela indução ao erro, pela perda de direitos, pela lesão à PETROS, etc.
Assim, se saírem como avestruzes que, ao primeiro sinal de perigo enfiam a cabeça num buraco, estarão liquidados frente à FUP, que vai deitar e rolar, e frente aos seus associados, aos quais prometeram suporte diferente.
De qualquer forma:
- Não existe implantação de textos diferentes de ACT para bases diferentes: o texto, com os direitos, vantagens, etc. tem que ser o mesmo para todos (isonomia);
- A única coisa que a Petrobrás poderá, eventualmente, proceder, é a concessão de reajuste antecipado para as bases que assinarem o acordo, por ser o mínimo a se garantir e, se por qualquer motivo, houver ganho adicional (fruto de pressões de outras bases) as que já assinaram serão beneficiadas, mas com alto custo político.
- Não são a FUP, FNP e Sindicatos que aprovam a proposta do tal DH, mas os petroleiros da Ativa e aposentados reunidos em assembléias.
Assim, além de sua sugestão, que serve para marcar presença e mostrar que a FNP não é composta por "burrinhos de presépio", é importante o comparecimento em massa às Assembléias, principalmente dos aposentados que devem entender que essa Petrobrás é muito diferente daquela à qual dedicaram dezenas de anos de suas vidas, àquela Petrobrás em que muitos de nós jamais conferíamos os contra-cheques, àquela Petrobrás que não merecia nossa desconfiança.
Essa novapetrobrás é outra, infelizmente.
Wagner Paulino
Companheiros da FNP, senhores coordenadores, bom dia !!!
Acabo de receber e repassei o informativo do RH da Petrobrás que dá o tom do fechamento do act 2010 e informa que fará uma reunião hoje às 15 horas com os 6 sindipetros dissidentes.
Entendemos que essa reunião não vai levar a nada, pois o acordo, no informe deles está fechado. Portanto conclamo os companheiros a não participarem dessa reunião para evitar referendar o esbulho que está sendo feito com toda a categoria petroleira.
Sérgio Salgado
Leninha está Acorrentada e em Greve de Fome!!
Companheiros da Bahia, bom dia !!!
POR FAVOR, A COMPANHEIRA LENINHA ESTÁ NESTE INSTANTE ACORRENTADA E EM GREVE DE FOME NA PITUBA.
COMPAREÇAM LÁ URGENTE PARA DAR TOTAL APOIO.
Sérgio Salgado
POR FAVOR, A COMPANHEIRA LENINHA ESTÁ NESTE INSTANTE ACORRENTADA E EM GREVE DE FOME NA PITUBA.
COMPAREÇAM LÁ URGENTE PARA DAR TOTAL APOIO.
Sérgio Salgado
Vejam algumas armadilhas no texto da proposta de Acordo Coletivo
Petroleiros e petroleiras,
A responsabilidade pelas cláusulas do Acordo Coletivo é de todos nós! É muito importante que todos a conheçam antes de ser tomada qualquer decisão sobre aceitação e rejeição do Acordo. É verdade que a retirada das punições, bandeira levantada por todas as bases,é um avanço, mas isso não significa que a última proposta apresentada pelo RH da Petrobrás atende as nossas principais reivindicações.
A Petrobrás insiste em não apresentar melhorias nas cláusulas para o ACT 2009-2011. A terceira e última proposta, até agora, não demonstra nenhum avanço significativo para a categoria, e ainda indica acréscimos que não foram discutidos com os sindicatos nas mesas de negociação. A companhia continua não aceitando correções das distorções no PCAC, não corrige a tabela atual de ATS e mantém o desprezível valor de reajuste no salário básico.
A Cláusula 30ª, que trata do auxílio-doença, recebeu um acréscimo no texto em relação ao ACT vigente sem consulta nas negociações já realizadas.
Cláusula 30ª – Auxílio-Doença
A Companhia assegura, a título de Complementação do Auxílio-Doença, a complementação da remuneração integral do empregado afastado, em decorrência de acidente de trabalho ou doença profissional, durante os 4 (quatro) primeiros anos de afastamento e durante os 3 (três) primeiros anos, para os demais casos de Auxílio-Doença, exceto nas situações em que antes do inicio do afastamento existir a determinação da dispensa por justa causa.
O acréscimo, em negrito, abre a brecha para que os trabalhadores temam a demissão e decidam por não buscar o reconhecimento da doença.
No atual Acordo Coletivo, a cláusula 61ª é a responsável pela institucionalização da perseguição com o trabalhador. Esta foi mantida no atual Acordo, sendo agora a 69ª, continuando a garantir juridicamente o absurdo da dispensa sem justa causa.
Cláusula 69ª – Dispensa sem Justa Causa
Na hipótese de proposição de dispensa, sem justa causa, o seguinte procedimento deverá ser observado, no âmbito da Unidade:
a) encaminhamento à chefia mediata, da proposta de dispensa do empregado;
b) o Titular da Unidade designará comissão para analisar a proposta, a qual deverá se manifestar num prazo mínimo de 48 (quarenta e oito) horas. Essa Comissão será composta de 3 (três) empregados, incluindo um representante da área de Recursos Humanos e 1 (um) empregado não-gerente;
c) o empregado será comunicado da instauração do procedimento, facultando-se ao mesmo pronunciar-se junto à comissão;
d) a comissão, decidindo por maioria, deverá apresentar o seu parecer, recomendando formalmente:
1) A efetivação da dispensa; ou
2) A reconsideração da proposta de dispensa.
Sobre a Licença-Maternidade, a cláusula de número 91 condiciona os 180 dias ao pedido da petroleira, não podendo ela ter licença de mais dos 60 dias iniciais se o sua requisição não for acatada pela empresa. Assim, a trabalhadora fica sujeita ao assédio e perseguição. Defendemos a retirada do segundo parágrafo.
Cláusula 91ª – Licença Maternidade
A Companhia garante a prorrogação por 60 dias da duração da licença maternidade prevista no inciso XVIII do caput do art. 7º da Constituição Federal, totalizando 180 dias.
A prorrogação será garantida, desde que a empregada a requeira até o final do primeiro mês após o parto, e concedida imediatamente após a fruição da licença-maternidade de que trata o inciso XVIII do caput do art. 7º da Constituição Federal.
Durante o período de prorrogação da licença-maternidade, a empregada terá direito à sua remuneração integral, nos mesmos moldes devidos no período de percepção do salário-maternidade pago pelo regime geral de previdência social.
A empregada não poderá exercer qualquer outra atividade remunerada e a criança não poderá ser mantida em creche ou organização similar.
Excepcionalmente neste ano, a prorrogação da licença maternidade poderá ser concedida às empregadas que iniciaram a licença até 120 dias antes da data de assinatura do Acordo Coletivo de Trabalho 2009.
Todos os petroleiros e petroleiras devem conhecer a proposta que está sendo discutida nas mesas de negociação. Estes e outros absurdos e desrespeitos com o petroleiro estão na proposta para o Acordo Coletivo de Trabalho 2009 apresentada pela Petrobrás, no dia 23 de novembro. Ao lado, proposta na íntegra.
A responsabilidade pelas cláusulas do Acordo Coletivo é de todos nós! É muito importante que todos a conheçam antes de ser tomada qualquer decisão sobre aceitação e rejeição do Acordo. É verdade que a retirada das punições, bandeira levantada por todas as bases,é um avanço, mas isso não significa que a última proposta apresentada pelo RH da Petrobrás atende as nossas principais reivindicações.
A Petrobrás insiste em não apresentar melhorias nas cláusulas para o ACT 2009-2011. A terceira e última proposta, até agora, não demonstra nenhum avanço significativo para a categoria, e ainda indica acréscimos que não foram discutidos com os sindicatos nas mesas de negociação. A companhia continua não aceitando correções das distorções no PCAC, não corrige a tabela atual de ATS e mantém o desprezível valor de reajuste no salário básico.
A Cláusula 30ª, que trata do auxílio-doença, recebeu um acréscimo no texto em relação ao ACT vigente sem consulta nas negociações já realizadas.
Cláusula 30ª – Auxílio-Doença
A Companhia assegura, a título de Complementação do Auxílio-Doença, a complementação da remuneração integral do empregado afastado, em decorrência de acidente de trabalho ou doença profissional, durante os 4 (quatro) primeiros anos de afastamento e durante os 3 (três) primeiros anos, para os demais casos de Auxílio-Doença, exceto nas situações em que antes do inicio do afastamento existir a determinação da dispensa por justa causa.
O acréscimo, em negrito, abre a brecha para que os trabalhadores temam a demissão e decidam por não buscar o reconhecimento da doença.
No atual Acordo Coletivo, a cláusula 61ª é a responsável pela institucionalização da perseguição com o trabalhador. Esta foi mantida no atual Acordo, sendo agora a 69ª, continuando a garantir juridicamente o absurdo da dispensa sem justa causa.
Cláusula 69ª – Dispensa sem Justa Causa
Na hipótese de proposição de dispensa, sem justa causa, o seguinte procedimento deverá ser observado, no âmbito da Unidade:
a) encaminhamento à chefia mediata, da proposta de dispensa do empregado;
b) o Titular da Unidade designará comissão para analisar a proposta, a qual deverá se manifestar num prazo mínimo de 48 (quarenta e oito) horas. Essa Comissão será composta de 3 (três) empregados, incluindo um representante da área de Recursos Humanos e 1 (um) empregado não-gerente;
c) o empregado será comunicado da instauração do procedimento, facultando-se ao mesmo pronunciar-se junto à comissão;
d) a comissão, decidindo por maioria, deverá apresentar o seu parecer, recomendando formalmente:
1) A efetivação da dispensa; ou
2) A reconsideração da proposta de dispensa.
Sobre a Licença-Maternidade, a cláusula de número 91 condiciona os 180 dias ao pedido da petroleira, não podendo ela ter licença de mais dos 60 dias iniciais se o sua requisição não for acatada pela empresa. Assim, a trabalhadora fica sujeita ao assédio e perseguição. Defendemos a retirada do segundo parágrafo.
Cláusula 91ª – Licença Maternidade
A Companhia garante a prorrogação por 60 dias da duração da licença maternidade prevista no inciso XVIII do caput do art. 7º da Constituição Federal, totalizando 180 dias.
A prorrogação será garantida, desde que a empregada a requeira até o final do primeiro mês após o parto, e concedida imediatamente após a fruição da licença-maternidade de que trata o inciso XVIII do caput do art. 7º da Constituição Federal.
Durante o período de prorrogação da licença-maternidade, a empregada terá direito à sua remuneração integral, nos mesmos moldes devidos no período de percepção do salário-maternidade pago pelo regime geral de previdência social.
A empregada não poderá exercer qualquer outra atividade remunerada e a criança não poderá ser mantida em creche ou organização similar.
Excepcionalmente neste ano, a prorrogação da licença maternidade poderá ser concedida às empregadas que iniciaram a licença até 120 dias antes da data de assinatura do Acordo Coletivo de Trabalho 2009.
Todos os petroleiros e petroleiras devem conhecer a proposta que está sendo discutida nas mesas de negociação. Estes e outros absurdos e desrespeitos com o petroleiro estão na proposta para o Acordo Coletivo de Trabalho 2009 apresentada pela Petrobrás, no dia 23 de novembro. Ao lado, proposta na íntegra.
Opinião de Roberto Ribeiro sobre a Proposta de ACT 2009
Aos Companheiros(as), Aposentados(as) e Pensionistas.
Para começar este Sindicato-SC (fup), era comandado pelo penúltimo Coordenador da fup Sr. Hélio Seidil, que deixou à direção do sindicato e da federação este ano, para ser Gerente, como vem ocorrendo últimamente desde 2003, com vários sindicalistas, com a eleição do Lula-PT.
Concordo com os companheiros que NÃO devemos repactuar, e não abrirmos mãos dos nossos direitos, mesmo que a justiça seja demorosa nos julgamento dos processos.
Temos a Isonomia Salarial através do nosso fundo de pensão, art.41 e hoje os companheiros da Ativa já começaram a perceber que o PCAC que aprovaram em 2006, foi um tiro no pé, principalmente com relação a RMNR que foi para suprir a Periculosidade daqueles que não tinham, porém não é um ganho REAL de SALÁRIO, e sim uma fraude salarial, sem falar nas alterações dos Cargos passando para Junior, Senior e Pleno, de aumento por mérito de meio nível em um ano e meio e um nível em três anos, além de Congelar a tabela Salarial dos Aposentados em dez/2006.
Porém, mesmos com todas dificuldades não podemos desistir de lutar pelo nossos direitos, até que um dia possamos ter UNIDADE na Categoria Petroleira e os companheiros da Ativa entendam que também irão se aposentar e se juntam a nossa luta contra a Política de Governo e da Empresa, pelo fim das Discriminações nos ACT"s.
Portanto, conclamo aos companheiros Aposentados e Pensionistas, que pelo menos, participem das Assembléias para Votação e Discussão das Propostas de ACT, apresentadas pela Empresa nas suas Bases e não fiquem só reclamando através da Internet, somos a maioria na categoria, temos que entender que a Internet é um grande meio de comunicação, mas só isto não resolve a nossa situação é preciso estarmos presentes.
Sds.
Roberto C. Ribeiro
Diretor-Coordenador da Secretaria de Aposentados e Pensionistas do Sindipetro-RJ.
Para começar este Sindicato-SC (fup), era comandado pelo penúltimo Coordenador da fup Sr. Hélio Seidil, que deixou à direção do sindicato e da federação este ano, para ser Gerente, como vem ocorrendo últimamente desde 2003, com vários sindicalistas, com a eleição do Lula-PT.
Concordo com os companheiros que NÃO devemos repactuar, e não abrirmos mãos dos nossos direitos, mesmo que a justiça seja demorosa nos julgamento dos processos.
Temos a Isonomia Salarial através do nosso fundo de pensão, art.41 e hoje os companheiros da Ativa já começaram a perceber que o PCAC que aprovaram em 2006, foi um tiro no pé, principalmente com relação a RMNR que foi para suprir a Periculosidade daqueles que não tinham, porém não é um ganho REAL de SALÁRIO, e sim uma fraude salarial, sem falar nas alterações dos Cargos passando para Junior, Senior e Pleno, de aumento por mérito de meio nível em um ano e meio e um nível em três anos, além de Congelar a tabela Salarial dos Aposentados em dez/2006.
Porém, mesmos com todas dificuldades não podemos desistir de lutar pelo nossos direitos, até que um dia possamos ter UNIDADE na Categoria Petroleira e os companheiros da Ativa entendam que também irão se aposentar e se juntam a nossa luta contra a Política de Governo e da Empresa, pelo fim das Discriminações nos ACT"s.
Portanto, conclamo aos companheiros Aposentados e Pensionistas, que pelo menos, participem das Assembléias para Votação e Discussão das Propostas de ACT, apresentadas pela Empresa nas suas Bases e não fiquem só reclamando através da Internet, somos a maioria na categoria, temos que entender que a Internet é um grande meio de comunicação, mas só isto não resolve a nossa situação é preciso estarmos presentes.
Sds.
Roberto C. Ribeiro
Diretor-Coordenador da Secretaria de Aposentados e Pensionistas do Sindipetro-RJ.
Ameaças em Imbetiba / RJ
Companheiros , hoje a tarde um dos companheiros que participaram da reunião de Imbetiba no dia 30/11/2009 foi chamado pelo gerente geral do compartilhado Carramenha em Imbetiba e ameaçado a parar com esta reunião no interiordas instalações alegando que foi comunicado pela diretoria da petrobras e que o companheiro não deveria mais convocar reunião no interior das instalações de Imbetiba e que teria orientado a segurança patrimonial para que impeça qualquer reunião, que poderiamos sim nos reunirmos fora das instalações de Imbetiba. Como o companheiro foi até agora o único a ser chamado nós da Comissão de base de Imbetiba orientamos o mesmo a não participar da reunião e estamos mantendo a reunião pois entendemos ser legitimo a nossa participação e que só com enfrentamento e disposição conquistaremos e consolidaremos a Organização por local de trabalho.
sds combativas
Comissão de Base de Imbetiba .
sds combativas
Comissão de Base de Imbetiba .
Opiniões do Sindipetro RJ
Aprovação do desconto assistencial garante continuidade da luta contra leilões Petroleiros do Sindipetro-RJ e demais sindipetros da Frente Nacional dos Petroleiros (FNP), aprovaram em todas as bases a indicação da Frente de greve a partir de amanhã, quinta (3/12). No Rio, por esmagadora maioria, os trabalhadores, além de rejeitarem a contraproposta da Petrobrás, aprovaram o desconto de uma parcela de 1% do salário da ativa no fechamento do Acordo Coletivo para pagar o desconto dos dias pa- rados (15 e 16/10) e financiar a manutenção da campanha O Petróleo Tem Que Ser Nosso!Diante do resultado das assembléias e da demonstração de mobilização e força da categoria, provenientes da indignação com a política discriminatória da Petrobrás e da falta de avanços nas reivindicações econômicas, a empresa resolveu marcar nova reunião de nego- ciação para hoje, às 15h, na Universidade Petrobrás.Após a reunião com o RH haverá reunião extraordinária da diretoria do Sindipetro-RJ para organização dos últimos detalhes da greve. O estado de greve continua e somente uma proposta que atenda as reivindicações da categoria poderá reverter este quadro, pelo menos nos sindipetros da FNP.
FUP ACEITA DISCRIMINAÇÃO
A FUP - que chamou ontem a Petrobrás para negociar somente as punições da Bacia de Campos - agora indica a aceitação da proposta. Mas categoria entendeu que o reajuste que vai para o salário é de 4,36%. A Petrobrás desenvolveu tecnologia que propiciou a descoberta do pré-sal fruto do trabalho de todos inclusive dos aposentados. Aceitar um acordo desses é fazer o jogo dos acionistasQueremos, no mínimo, o cancelamento das punições da greve da PLR, da greve da Replan e o cancelamento do desconto dos dias 15 e 16 de outubro da atual campanha reivindicatória.Também não tem acordo com a manutenção da discriminação entre aposentados e ativa, através da remuneração va- riável e da gratificação de contingente, que não são repassadas para os aposentados.Diante dessa situação só nos resta acatar a decisão da categoria e ir a greve para buscar uma proposta que atenda ao conjunto da categoria. Como fizemos na ultima campanha da PLR. Sem o cancelamento de todas as punições e com discriminações não tem acordo.Exigimos a volta de todos os demitidos por motivo político da Petrobrás, Interbrás, Petromisa, Petroflex e Nitriflex. Não aceitamos o prazo dado pela gerência de Recursos Humanos para que os companheiros da Interbrás se aposen- tem para ter direito a AMS. É um absurdo a companhia impor uma carência de 10 anos aos petroleiros pós 2010 para terem direito a AMS na aposentadoria. Queremos produtividade e reposição das perdas salariais que chegam a 23 %. Reivindicamos a periculosidade para valer, melhora do índice de reajuste, aumento real de salários. Sem isso, não tem Acordo. É greve!!! * Anexo o quadro das assembleias realizadas nas bases do RJ
Diretoria Colegiada do Sindipetro-RJ
RJ: 02/12/2009
FUP ACEITA DISCRIMINAÇÃO
A FUP - que chamou ontem a Petrobrás para negociar somente as punições da Bacia de Campos - agora indica a aceitação da proposta. Mas categoria entendeu que o reajuste que vai para o salário é de 4,36%. A Petrobrás desenvolveu tecnologia que propiciou a descoberta do pré-sal fruto do trabalho de todos inclusive dos aposentados. Aceitar um acordo desses é fazer o jogo dos acionistasQueremos, no mínimo, o cancelamento das punições da greve da PLR, da greve da Replan e o cancelamento do desconto dos dias 15 e 16 de outubro da atual campanha reivindicatória.Também não tem acordo com a manutenção da discriminação entre aposentados e ativa, através da remuneração va- riável e da gratificação de contingente, que não são repassadas para os aposentados.Diante dessa situação só nos resta acatar a decisão da categoria e ir a greve para buscar uma proposta que atenda ao conjunto da categoria. Como fizemos na ultima campanha da PLR. Sem o cancelamento de todas as punições e com discriminações não tem acordo.Exigimos a volta de todos os demitidos por motivo político da Petrobrás, Interbrás, Petromisa, Petroflex e Nitriflex. Não aceitamos o prazo dado pela gerência de Recursos Humanos para que os companheiros da Interbrás se aposen- tem para ter direito a AMS. É um absurdo a companhia impor uma carência de 10 anos aos petroleiros pós 2010 para terem direito a AMS na aposentadoria. Queremos produtividade e reposição das perdas salariais que chegam a 23 %. Reivindicamos a periculosidade para valer, melhora do índice de reajuste, aumento real de salários. Sem isso, não tem Acordo. É greve!!! * Anexo o quadro das assembleias realizadas nas bases do RJ
Diretoria Colegiada do Sindipetro-RJ
RJ: 02/12/2009
ACT 2009: "COM DISCRIMINAÇÃO, NÃO HÁ ACORDO"
Em concorrida Assembleia, aposentados e pensionistas do Sistema Petrobrás rejeitam a 3ª proposta da direção da EmpresaCentenas de aposentados e pensionistas do Sistema Petrobrás lotaram auditório da Associação Cristã de Moços (ACM), em Assembleia realizada na tarde desta terça-feira (01/12). O encontro teve por objetivo apreciar e rejeitar a 3ª proposta da Petrobrás, apresentada no dia 23/11/09, no âmbito do Acordo Coletivo de Trabalho 2009 (ACT 2009). O encontro foi convocado pelo Sindipetro-RJ e sua Secretaria dos Aposentados e Pensionistas, em conjunto com outras entidades de petroleiros, entre elas, AEPET, AMBEP (Associação dos Beneficiários-Mantenedores da Petros), FENASPE (Federação Nacional das Associações de Aposentados, Pensionistas e Anistiados do Sistema Petrobrás e Petros) e suas afiliadas, APAPE (Associação Nacional dos Participantes da Petros).O deputado estadual Paulo Ramos (PDT) e seu assessor e petroleiro aposentado, Renan Lacerda, prestigiaram o encontro. Na oportunidade o parlamentar carioca manifestou sua solidariedade aos aposentados e reafirmou seu compromisso de deixar seu mandato a disposição dos petroleiros. Ele destacou que, não obstante as táticas da Empresa para manter a divisão entre ativos e aposentados, a categoria deve envidar esforços pela unidade. `Recebi a notícia de que, em algumas unidades, os ativos já estão se manifestando e rejeitando a proposta da Petrobrás`. `Não é possível que a Petrobrás continue adotando um modelo que aniquila com ela, que é um orgulho nacional`. Ele destacou que petroleiros são todos (ativos e aposentados), portanto o tratamento deve ser isonômico.Os petroleiros, na referida Assembleia, após debates, concluíram que a 3ª proposta da Empresa, a exemplo das anteriores, é lesiva aos empregados ativos e aposentados, pois mantem o reajuste de 4,36% para as tabelas salariais e oferece aos empregados da ativa outras remunerações que não contemplam os aposentados e pensionistas. Contra tal discriminação, entre outros riscos, como, por exemplo, a perda da Assistência Multidisciplinar de Saúde (AMS), os aposentados e pensionistas rejeitaram por unanimidade a proposta da Petrobrás e decidiram ampliar as manifestações em outros estados da federação.
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Docentes da UnB deflagram greve contra corte salarial de 26,05%
Os docentes da Universidade de Brasília - UnB decidiram na terça-feira (24/11), em assembléia geral da categoria, deflagrar greve. Eles reivindicam a garantia definitiva do pagamento da URP, conquista judicial amparada em liminar no STF e recebida pelos docentes e servidores da UnB desde 1991, que representa 26,05% da remuneração total e é referente às perdas salariais infringidas por um plano anti-inflacionário do governo em 1989.
Desde setembro, o pagamento da URP para docentes e servidores da UnB vem sendo colocado em xeque pelo governo. O enredo vem se repetindo a cada mês: o governo retira da folha de pagamento a URP, os docentes ameaçam entrar em greve e, em seguida, o governo recua, assegurando o pagamento integral dos salários.
Com cerca de 300 pessoas lotando o tradicional Anfiteatro 9, os docentes da UnB decidiram entrar em greve com apenas quatro votos contrários e uma abstenção. Na sexta-feira, haverá nova assembléia para decidir os rumos do movimento.
Na quarta-feira pela manhã, com cerca de 300 servidores, a assembléia dos funcionários técnico-administrativos da UnB deflagrou a greve por unanimidade. Em seguida, a assembléia estudantil, com cerca de 250 estudantes, votou por unanimidade o apoio a greve dos docentes e servidores contra o corte salarial e indicou greve estudantil para ser deflagrada na próxima assembléia, que ocorrerá na terça-feira (01/12).
Em seguida, foi montado o Comando Unificado de Greve, com representantes dos três segmentos. Nesta quinta-feira (26/11), as três categorias devem organizar um grande ato conjunto, demonstrando sua unidade na luta em defesa do direito ao recebimento integral dos salários.
Desde setembro, o pagamento da URP para docentes e servidores da UnB vem sendo colocado em xeque pelo governo. O enredo vem se repetindo a cada mês: o governo retira da folha de pagamento a URP, os docentes ameaçam entrar em greve e, em seguida, o governo recua, assegurando o pagamento integral dos salários.
Com cerca de 300 pessoas lotando o tradicional Anfiteatro 9, os docentes da UnB decidiram entrar em greve com apenas quatro votos contrários e uma abstenção. Na sexta-feira, haverá nova assembléia para decidir os rumos do movimento.
Na quarta-feira pela manhã, com cerca de 300 servidores, a assembléia dos funcionários técnico-administrativos da UnB deflagrou a greve por unanimidade. Em seguida, a assembléia estudantil, com cerca de 250 estudantes, votou por unanimidade o apoio a greve dos docentes e servidores contra o corte salarial e indicou greve estudantil para ser deflagrada na próxima assembléia, que ocorrerá na terça-feira (01/12).
Em seguida, foi montado o Comando Unificado de Greve, com representantes dos três segmentos. Nesta quinta-feira (26/11), as três categorias devem organizar um grande ato conjunto, demonstrando sua unidade na luta em defesa do direito ao recebimento integral dos salários.
Convocamos APOSENTADOS(AS) E PENSIONISTAS, REPACTUADOS OU NÃO REPACTUADOS, Sindicalizados ou Não Sindicalizados.
Estamos comunicando e convocando TODOS APOSENTADOS E PENSIONISTAS, Repactuados ou Não e Sindicalizados ou Não a participarem da Assembléia do SINDIPETRO-RJ, para apreciação e VOTAÇÃO da 3ª Proposta sobre o ACT/2009, apresentada pela Petrobrás em 23/11.
Data: 01/dez/09, 3ª feira às 14:00hs.
Local da Assembléia: ACM- Associação Cristã de Moços, Rua da Lapa, 86 - Centro - RJ.
COMPAREÇAM, DIVULGUEM E NÃO DELEGUEM SUAS ATRIBUIÇÕES !A SUA PRESENÇA É FUNDAMENTAL PARA ACABAR COM AS DISCRIMINAÇÕES DA PETROBRÁS/PETROS/FUP CONTRA OS APOSENTADOS E PENSIONISTAS.PRECISAMOS CONSEGUIR UM NÚMERO EXPRESSIVO DE VOTOS, ENTRE 1000 E 1500 VOTOS !NO RIO DE JANEIRO SÃO 30.000 APOSENTADOS E PENSIONISTAS!É NECESSÁRIA UMA DEMONSTRAÇÃO MACIÇA DE NOSSA PRESENÇA PARA FAZER A PETROBRÁS NOS ATENDER, REJEITANDO MAIS ESTA PROPOSTA INDECENTE!CADA UM DEVE TRAZER PELO MENOS MAIS TRES (3) COMPANHEIROS(AS) PARA VOTAR!ESTA TALVEZ SEJA A ÚLTIMA OPORTUNIDADE DE SE MUDAR A SITUAÇÃO!A PRÓXIMA BOLA DA VEZ SERÁ A AMS! NÃO FALTEM!!
Pedro Carvalho
Estamos comunicando e convocando TODOS APOSENTADOS E PENSIONISTAS, Repactuados ou Não e Sindicalizados ou Não a participarem da Assembléia do SINDIPETRO-RJ, para apreciação e VOTAÇÃO da 3ª Proposta sobre o ACT/2009, apresentada pela Petrobrás em 23/11.
Data: 01/dez/09, 3ª feira às 14:00hs.
Local da Assembléia: ACM- Associação Cristã de Moços, Rua da Lapa, 86 - Centro - RJ.
COMPAREÇAM, DIVULGUEM E NÃO DELEGUEM SUAS ATRIBUIÇÕES !A SUA PRESENÇA É FUNDAMENTAL PARA ACABAR COM AS DISCRIMINAÇÕES DA PETROBRÁS/PETROS/FUP CONTRA OS APOSENTADOS E PENSIONISTAS.PRECISAMOS CONSEGUIR UM NÚMERO EXPRESSIVO DE VOTOS, ENTRE 1000 E 1500 VOTOS !NO RIO DE JANEIRO SÃO 30.000 APOSENTADOS E PENSIONISTAS!É NECESSÁRIA UMA DEMONSTRAÇÃO MACIÇA DE NOSSA PRESENÇA PARA FAZER A PETROBRÁS NOS ATENDER, REJEITANDO MAIS ESTA PROPOSTA INDECENTE!CADA UM DEVE TRAZER PELO MENOS MAIS TRES (3) COMPANHEIROS(AS) PARA VOTAR!ESTA TALVEZ SEJA A ÚLTIMA OPORTUNIDADE DE SE MUDAR A SITUAÇÃO!A PRÓXIMA BOLA DA VEZ SERÁ A AMS! NÃO FALTEM!!
Pedro Carvalho
Opiniões dos trabalhadores da BC
Companheiros de Cabiunas.
O descontentamento com a postura que os sindicatos tem tomado perante a nossa campanha de dissídio coletivo não é exclusividade de nós em CABIUNAS, se estende as mais diversas bases, principalmente aos colegas embarcados.
Só teremos sindicatos vacilantes se formos vacilantes também.
Vamos aprovar a proposta do Companheiro SERGIO MUNIZ, respondendo ao seu e-mail
Sds:
Jocimar
De: Jocimar Santos Souza
Sergio.
Faço coro com seu depoimento.
Retrata muito bem o sentimento e pensamento que nós da base temos sobre o oportunismo pelego & político-eleitoreiro que só tem servido a interesses alheios a nossa categoria em prejuízos significativos aos nossos limitados e poucos direitos.
Sugere que redija a carta e encaminhe a todas as bases do NF para que durante as próximas assembléias seja cobrado do sindicato o devido atendimento.
Se tivermos que ir a greve, que seja por tempo indeterminado, greve de cinco dias é brincar de fazer greve, os acionistas não sentirão no bolso a nossa indignação.
Lembrando que as categorias que tiveram reajustes significativos fizeram greve por tempo indeterminado e muitas destas, não tiveram seus dias descontados.
Estarei repassando a sua proposta bem como seu e-mail aos companheiros de CABIÚNAS, para quem quiser se manifestar.
Sds combativas:
Jocimar
Sérgio;
Concordo com suas ponderações e me prontifico em encaminhar o documento sugerido para apreciação da equipe de minha unidade, aprovado e posterior envio ao SINDIPETRONF.
SDS
Gilberto Silveira
Companheiros, desde junho o Grupo de Luta dos Petroleiros (GLP) já denunciava que que as punições seriam a velha tática do "bode na sala" empreendida pela companhia e com concordância da FUP. Por isso mesmo nós defendemos que os sindicatos nem sentassem à mesa de negociação do acordo antes da reversão das punições.
Mas a FUP novamente montou o teatro, a direção da FNP manteve o reboquismo e agora está ai, o bode prestes a ser "retirado da sala" e vai parecer que houve vitória.
Temos que ter consciência de que este acordo está medíocre, tratam-nos como idiotas com essa famigerada RMNR e não nos dão aumentos salariais reais além de nos colocar contra os aposentado, dividindo para conquistar. A RMNR é o reconhecimento da empresa de que o nosso salário de tabela (plano de cargos e salários) é menor do que o valor de mercado por nossa força de trabalho. Aí ela se dispõe a dar um complemento que pode ser retirado a qualquer momento, não conta para previdência e discrimina os aposentados. Isso é inaceitavel! Mas a FUP vai aceitar...
Companheiros, temos que entender de uma vez por todas que não se tratam de 'rivalidades' politicas. O que os governistas da FUP querem passar é que as discordâncias que surgem da base são rixas ideologicas, diferenças de "opinião". Sei que a oposição viciada e eleitoreira que só se apresenta nessas horas reforça esse pensamento, e, quando nos opomos também à eles, fazem a mesma coisa que a FUP, dizendo que é tudo uma questão de opiniões diferentes. Não é!!
O que acontece é que, quando a FUP passa para o lado do governo, defendo interesses contrários aos dos trabalhadores, quando os eleitoreiros acham que manter seus cargos sindicais através de arranjos politicos é mais importante que as conquistas da categoria, não é mais questão de "opiniões diferentes", é a questão deles querendo nos usar, usar a base para seus interesses particulares. Isso tem que ser impedido.
Temos que nos unir pela base, a unidade sem duvida é nossa maior força, é com ela que vamos enfrentar a direção da empresa que quer lucrar as nossas custas, os gerentes autoritários que nos assediam o tempo inteiro, mas também os sindicalistas burocratas, autoritários e pelegos que nos vendem ano após ano.
Quando eles falam em unidade, é a unidade no silêncio, unidade é obedecer e acatar as ordem deles sempre calados. Vivemos isso nos contatos que tivemos com a direção do NF durante o curso: tentaram impedir a nossa entrada no auditório do sindicato pois estavam numa reunião da direção, pararam a reunião quando nos entramos mesmo assim, não permitiram que escrevessemos a nota sobre a ocupação da ante sala do GG, não permitiram que sequer acompanhassemos o que eles escreveram, e todos os outros detalhes que, juntos, mostram qual a unidade que eles querem. Parecem todos uns Gerentes Sindicais, querendo dar ordens aos trabalhadores.
Eles (FUP e sindipetro-nf) não chamaram as assembléias, rejeitaram a proposta até a retirada das punições. Com punição não tem acordo, sem dúvida, mas tem que ter mobilização de veradade! Com punição não tem acordo, é claro, mas um acordo desses não é uma punição à todos os trabalhadores, que caminham para a terceirização generalizada? Não é uma punição aos aposentados e pensionistas?
É isso que temos que ter claro, o teatro não pode colar todo ano e no final sermos vendidos a preço de banana, perseguidos pelas gerencias por fazer o jogo das direções burocratas e nos contentar com migalhas cada vez mais ridiculas.
Proponho, companheiros que façamos uma carta conjunta a direção do NF e da FUP externando a insatisfação com a proposta da empresa, reafirmando que sem a retirada de todas as punições (elencadas pelos trabalhadores) não há acordo e sim mobilização e exigindo que a empresa pague um aumento justo, tendo em vista os lucros extraordinários que atingiu e antige as custas do nosso trabalho.
Assim, todos os que concordarem com a idéia e com o conteudo assinariam a carta, que pudesse realizar reuniões ou assembléias em suas unidades podeiram assinar em conjunto e assim, com a união real pela base exigiriamos da empresa nossos direitos justos e da direção sindical uma postura comprometida com nossos interesses e não apenas com o interesse do governo que é nosso patrão.
Tá feita a proposta, gostaria da resposta do maior numero de colegas posivel, os que não se manifestaram na lista até agora, este seria um ótimo momento.
Abraço a todos e todas,
Sérgio.
O descontentamento com a postura que os sindicatos tem tomado perante a nossa campanha de dissídio coletivo não é exclusividade de nós em CABIUNAS, se estende as mais diversas bases, principalmente aos colegas embarcados.
Só teremos sindicatos vacilantes se formos vacilantes também.
Vamos aprovar a proposta do Companheiro SERGIO MUNIZ, respondendo ao seu e-mail
Sds:
Jocimar
De: Jocimar Santos Souza
Sergio.
Faço coro com seu depoimento.
Retrata muito bem o sentimento e pensamento que nós da base temos sobre o oportunismo pelego & político-eleitoreiro que só tem servido a interesses alheios a nossa categoria em prejuízos significativos aos nossos limitados e poucos direitos.
Sugere que redija a carta e encaminhe a todas as bases do NF para que durante as próximas assembléias seja cobrado do sindicato o devido atendimento.
Se tivermos que ir a greve, que seja por tempo indeterminado, greve de cinco dias é brincar de fazer greve, os acionistas não sentirão no bolso a nossa indignação.
Lembrando que as categorias que tiveram reajustes significativos fizeram greve por tempo indeterminado e muitas destas, não tiveram seus dias descontados.
Estarei repassando a sua proposta bem como seu e-mail aos companheiros de CABIÚNAS, para quem quiser se manifestar.
Sds combativas:
Jocimar
Sérgio;
Concordo com suas ponderações e me prontifico em encaminhar o documento sugerido para apreciação da equipe de minha unidade, aprovado e posterior envio ao SINDIPETRONF.
SDS
Gilberto Silveira
Companheiros, desde junho o Grupo de Luta dos Petroleiros (GLP) já denunciava que que as punições seriam a velha tática do "bode na sala" empreendida pela companhia e com concordância da FUP. Por isso mesmo nós defendemos que os sindicatos nem sentassem à mesa de negociação do acordo antes da reversão das punições.
Mas a FUP novamente montou o teatro, a direção da FNP manteve o reboquismo e agora está ai, o bode prestes a ser "retirado da sala" e vai parecer que houve vitória.
Temos que ter consciência de que este acordo está medíocre, tratam-nos como idiotas com essa famigerada RMNR e não nos dão aumentos salariais reais além de nos colocar contra os aposentado, dividindo para conquistar. A RMNR é o reconhecimento da empresa de que o nosso salário de tabela (plano de cargos e salários) é menor do que o valor de mercado por nossa força de trabalho. Aí ela se dispõe a dar um complemento que pode ser retirado a qualquer momento, não conta para previdência e discrimina os aposentados. Isso é inaceitavel! Mas a FUP vai aceitar...
Companheiros, temos que entender de uma vez por todas que não se tratam de 'rivalidades' politicas. O que os governistas da FUP querem passar é que as discordâncias que surgem da base são rixas ideologicas, diferenças de "opinião". Sei que a oposição viciada e eleitoreira que só se apresenta nessas horas reforça esse pensamento, e, quando nos opomos também à eles, fazem a mesma coisa que a FUP, dizendo que é tudo uma questão de opiniões diferentes. Não é!!
O que acontece é que, quando a FUP passa para o lado do governo, defendo interesses contrários aos dos trabalhadores, quando os eleitoreiros acham que manter seus cargos sindicais através de arranjos politicos é mais importante que as conquistas da categoria, não é mais questão de "opiniões diferentes", é a questão deles querendo nos usar, usar a base para seus interesses particulares. Isso tem que ser impedido.
Temos que nos unir pela base, a unidade sem duvida é nossa maior força, é com ela que vamos enfrentar a direção da empresa que quer lucrar as nossas custas, os gerentes autoritários que nos assediam o tempo inteiro, mas também os sindicalistas burocratas, autoritários e pelegos que nos vendem ano após ano.
Quando eles falam em unidade, é a unidade no silêncio, unidade é obedecer e acatar as ordem deles sempre calados. Vivemos isso nos contatos que tivemos com a direção do NF durante o curso: tentaram impedir a nossa entrada no auditório do sindicato pois estavam numa reunião da direção, pararam a reunião quando nos entramos mesmo assim, não permitiram que escrevessemos a nota sobre a ocupação da ante sala do GG, não permitiram que sequer acompanhassemos o que eles escreveram, e todos os outros detalhes que, juntos, mostram qual a unidade que eles querem. Parecem todos uns Gerentes Sindicais, querendo dar ordens aos trabalhadores.
Eles (FUP e sindipetro-nf) não chamaram as assembléias, rejeitaram a proposta até a retirada das punições. Com punição não tem acordo, sem dúvida, mas tem que ter mobilização de veradade! Com punição não tem acordo, é claro, mas um acordo desses não é uma punição à todos os trabalhadores, que caminham para a terceirização generalizada? Não é uma punição aos aposentados e pensionistas?
É isso que temos que ter claro, o teatro não pode colar todo ano e no final sermos vendidos a preço de banana, perseguidos pelas gerencias por fazer o jogo das direções burocratas e nos contentar com migalhas cada vez mais ridiculas.
Proponho, companheiros que façamos uma carta conjunta a direção do NF e da FUP externando a insatisfação com a proposta da empresa, reafirmando que sem a retirada de todas as punições (elencadas pelos trabalhadores) não há acordo e sim mobilização e exigindo que a empresa pague um aumento justo, tendo em vista os lucros extraordinários que atingiu e antige as custas do nosso trabalho.
Assim, todos os que concordarem com a idéia e com o conteudo assinariam a carta, que pudesse realizar reuniões ou assembléias em suas unidades podeiram assinar em conjunto e assim, com a união real pela base exigiriamos da empresa nossos direitos justos e da direção sindical uma postura comprometida com nossos interesses e não apenas com o interesse do governo que é nosso patrão.
Tá feita a proposta, gostaria da resposta do maior numero de colegas posivel, os que não se manifestaram na lista até agora, este seria um ótimo momento.
Abraço a todos e todas,
Sérgio.
Paulo Gama de SE, defende a unidade
Prezado Clarkson Nascimento,
Vejo como uma grande oportunidade da FNP e FUP sentarem na mesa com responsabilidades e chegar a um consenso buscando uma proposta única, dessa forma todos sairão ganhando e a negociação será breve e com menor conflitos.
Uma visão desse servidor,
Paulo Alves da Gama.
Técnico de Contabilidade SêniorTRIBUTARIO REG I SE/AL
E-mail: paulo.gama@petrobras.com.br
Chave: KAZ5, Tel. (79) 3212-2346, Rota 831
Vejo como uma grande oportunidade da FNP e FUP sentarem na mesa com responsabilidades e chegar a um consenso buscando uma proposta única, dessa forma todos sairão ganhando e a negociação será breve e com menor conflitos.
Uma visão desse servidor,
Paulo Alves da Gama.
Técnico de Contabilidade SêniorTRIBUTARIO REG I SE/AL
E-mail: paulo.gama@petrobras.com.br
Chave: KAZ5, Tel. (79) 3212-2346, Rota 831
Opinião de Marcos/Oposição da FNP RN
Prezados Camaradas da FNP,
Nós da oposição RN recebemos com satisfação e alivio a rejeição à terceira proposta da empresa(Petrobras). Estavamos preocupados com a aparente falta de atenção dos companheiros para pontos nefastos existentes na proposta. Principalmente no que diz respeito a clausula, que destaco abaixo, altamanente lesivas aos interesses dos trabalhadores ativos e dos companheiros aposentados e pensionistas que não repactuaram o plano Petros.
Cláusula 1ª - Tabela Salarial
A Companhia praticará os salários constantes da Tabela Salarial, anexo I, que vigorarão até 31/08/10.
Parágrafo Único - A tabela praticada na Companhia até 31/12/06, anexo II, será mantida para fins de correção das suplementações dos aposentados e pensionistas que não aderiram a repactuação do Regulamento Plano Petros do Sistema Petrobras.
Esta clausula além de ilegal, pois tenta romper uma clausula contratual através do acordo coletivo, se aprovada impõe na prática além das desvinculação dos salarios entre ativos e aposentados, o congelamento salarial com base na tabela do ACT 2006, com o acumulo das perdas passadas, para os atuais e futuros aposentatados e pensionistas que não repacturam.
No meu entendimento esta clausula é tão lesiva e inaceitáavel como aceitar que continue as punições a companheiros lutadores.
Estes dois pontos são inegociáveis
Saudações, vamos a luta. Resgatar nossa dignidade, respeito e arrancar um bom acordo.
Atenciosamente,
Marcos Antonio
Nós da oposição RN recebemos com satisfação e alivio a rejeição à terceira proposta da empresa(Petrobras). Estavamos preocupados com a aparente falta de atenção dos companheiros para pontos nefastos existentes na proposta. Principalmente no que diz respeito a clausula, que destaco abaixo, altamanente lesivas aos interesses dos trabalhadores ativos e dos companheiros aposentados e pensionistas que não repactuaram o plano Petros.
Cláusula 1ª - Tabela Salarial
A Companhia praticará os salários constantes da Tabela Salarial, anexo I, que vigorarão até 31/08/10.
Parágrafo Único - A tabela praticada na Companhia até 31/12/06, anexo II, será mantida para fins de correção das suplementações dos aposentados e pensionistas que não aderiram a repactuação do Regulamento Plano Petros do Sistema Petrobras.
Esta clausula além de ilegal, pois tenta romper uma clausula contratual através do acordo coletivo, se aprovada impõe na prática além das desvinculação dos salarios entre ativos e aposentados, o congelamento salarial com base na tabela do ACT 2006, com o acumulo das perdas passadas, para os atuais e futuros aposentatados e pensionistas que não repacturam.
No meu entendimento esta clausula é tão lesiva e inaceitáavel como aceitar que continue as punições a companheiros lutadores.
Estes dois pontos são inegociáveis
Saudações, vamos a luta. Resgatar nossa dignidade, respeito e arrancar um bom acordo.
Atenciosamente,
Marcos Antonio
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